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Capoeira: A Dança da Alma e do Punho

Capítulo 1 

Palavras: 885    |    Lançado em: 20/06/2025

iu o sang

da academia, o cheiro de suor e

ecisamos c

mais áspera do

jeitando a alça d

ão? Estou

isse, bloqueando a passagem dela sutilme

, os olhos ca

E

os juntos para iss

Antunes mal olhara para ele nos últimos tr

ruzou o

icardo tem mais... pres

a voz firme,

chama a atenção. Conexões também

O pai de Ricardo era influe

ões?" João sentiu o maxilar travar. "E

ão, mas às vezes n

ram como golpes, p

r para a academia. Ric

a apertou o

ção perdida, era a validaçã

surgir, mas ele a

nte dela.

ia pequeno,

fúgio, agora parecia um

tinuou, i

uturo, João. E

ava na mente dele, cada

crescentou, como se isso expl

r algo cravado nele, uma sen

l, como se seus anos d

margo que surpreen

e usar? Para o seu pai, talvez, ter uma 'conexão' com o Mestre at

a sombra, agora ganh

la, sempre cordial, mas

is interessada em seus progressos n

rou de inúm

s os treinos, olhares cúmplices

te por movimentos que João já dominava há t

, formando um mosaico

era dupla: profis

a onda de raiva fria su

se afogar n

ixar que eles

uma coisa

era calma, peri

icardo tem mais fu

urança dando lugar a uma n

o disso. Não p

ou, talvez surpresa

á tinha s

ou, S

a longe dela, se

uma afirmação

s àquela academia, àque

e, João arrumou um

mentos, o pouco d

bau que ganhara de seu p

s com Sofia, as medalhas

, o coração pesado, mas a

suas rodas de capoeira f

destinos piscava nomes de c

perdido,

e ir? O

conhecia, tudo o que ele ama

anto do painel chamou sua at

siva ao lado do guichê, anunciava uma "

, olhar sereno, ao lado de um grupo

posto da ostentação da ac

nça distan

vez uma tia-avó que vivia no interior de M

como era diferente por lá, mais li

sinal? Um

uma faísca de cur

, João caminho

ara Horizonte B

o estava

as qualquer coisa seria melhor do

ônibus noturno, deixando para trás a c

utodescoberta

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Capoeira: A Dança da Alma e do Punho
Capoeira: A Dança da Alma e do Punho
“Eu era João, um capoeirista dedicado, mas talvez ingénuo demais. Meu mundo girava em torno da capoeira e de Sofia, a mulher que eu pensava amar e que me apoiava. Treinei arduamente, sonhando com a apresentação regional, convicto de que era a minha vez. Então, o golpe veio, duplo e brutal. Mestre Antunes preteriu-me por Ricardo, o "prodígio" com "conexões". E no mesmo fôlego, Sofia, com uma frieza cortante, revelou o verdadeiro jogo. Nosso namoro? Apenas um arranjo, uma moeda de troca para benefícios familiares. Cada ano de esforço, cada grama de dedicação, diluiu-se numa mentira. O pai dela, calculista; ela, fria e estratégica. As lembranças de Sofia e Ricardo a rirem juntos, dos elogios a ele por movimentos que eu já dominava, assaltaram-me. Uma teia de engano e favoritismo revelou-se, e fui a sua presa. Senti-me invisível, descartável, como se meus anos dedicados fossem nada. A traição rasgou-me, duplamente: no profissional e no amoroso. Desejei que lágrimas surgissem, mas engoli-as com força, não à frente dela. A academia, antes refúgio, tornou-se um tribunal que me condenava. Como pude não ver? Como pude ser tão subestimado por quem eu mais confiava? "Esforço é bom, João, mas às vezes não é o suficiente." A voz de Sofia cortava-me. Um riso amargo ecoou. A raiva fria substituiu a dor, a determinação a insegurança. "Acabou, Sofia. Eu não preciso de ti." Deixei para trás a cidade, fotos, medalhas, o berimbau. No terminal rodoviário, um folheto amassado: "Academia Raízes da Terra - Mestra Clara". Uma nova direção num "Horizonte Belo". Minha jornada de autodescoberta e vingança apenas começou.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 6