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A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo

Capítulo 2 

Palavras: 582    |    Lançado em: 20/06/2025

ardo ecoaram em su

lojamento em um ba

gra

omo uma intrusa

banho improvis

uinte, a p

, apareceu na sala de Ricardo com um

, com a tel

não sei como aconteceu. Estava na prateleir

rar para entregar um relatório,

unca tocava nos eq

aura para Sofia, o

mexeu neste

Eu não toquei e

não quero acusar

ão precis

uas negligências e de seu c

ou explicar. N

armazenamento dos barcos. E depois, vai capi

raiva. Discuti

havia c

antanal er

oras, o suor escorr

os dos outros func

a, não está acostumada

o não per

um fraco pela Lau

era um pequ

cerrada. Não daria a eles o

, suas forças co

rava, as pe

abo de enxada, tentan

u por perto,

u ajuda. Apenas a observou por

o dele er

desafio. Não ia desma

mas forças e vol

rpo tem

iu, a enxada escap

na terra quente, a

iesse. Talvez um

imou, parou

fia. O trabalho

ra desprovid

rou, os ol

con

omento, depois se incli

súbito a s

como se ela n

do dela. "É minha responsabilidade garantir que você não mor

ilidade.

ela signifi

alojamento e a dei

u, horas depois,

doía, mas a feb

ma cadeira ao lado da cam

hos, um sorriso en

acordou. Ficamos

os. Sofia

ou muito aflito. Ele m

a, o sorriso se al

o bem de todo

o cansaço e o ressentime

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A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo
A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo
“Por três longos anos, eu, Sofia, uma jovem rotulada como "mimada" por meu pai, o Senhor Almeida, fui enviada para uma estação de pesquisa remota no coração do Pantanal. Lá, em meio à natureza selvagem e isolamento, minha única esperança era conquistar o afeto do Capitão Ricardo. Mas ele, o homem por quem eu nutria uma paixão obstinada, só me oferecia frieza e desdém, tratando-me como um fardo. Enquanto isso, minha meia-irmã Laura, a "doce" assistente da estação, incessantemente me incriminava e manipulava as situações, envenenando qualquer chance de aceitação. A dor se tornou insuportável no dia em que, após uma perigosa picada de cobra, Ricardo friamente me abandonou à minha sorte para salvar Laura. Mas a humilhação final veio quando Laura, em um ato de pura maldade, rasgou a única e preciosa foto da minha falecida mãe. E Ricardo? Ele, o Capitão "justo", mais uma vez cegamente tomou o lado dela, e como punição, fui obrigada a passar a noite inteira sob uma chuva gélida e persistente. Como ele pôde ser tão cego à verdade? Tão cruelmente injusto? Meu coração, que um dia o amou com fervor, se despedaçou e virou cinzas, e a dor da sua traição era excruciante. As lágrimas que se misturavam à chuva em meu rosto eram de libertação. Basta! Eu não seria mais a Sofia mimada, aprisionada por uma busca vã por aprovação. Com a herança da minha mãe, que era minha por direito, tomei uma decisão drástica: aceitei o casamento arranjado no sertão desconhecido da Bahia. Era hora de fugir. Iria me libertar, construir uma vida genuína onde encontraria o verdadeiro amor, respeito e valor que ele jamais me deu, custasse o que custasse. Que a minha nova vida comece!”