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A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo

Capítulo 3 

Palavras: 562    |    Lançado em: 20/06/2025

riamente à "preoc

bem. Po

não se

e escondia uma

s vezes eu tenh

ciso da

e. "Você tem tudo, não é? Dinheiro, bele

ma pausa

or exemplo. Ele é meu

ia dela er

s punhos. "Sai

es de "acidentalmente" esbarra

o alguns papéis de Sofia, an

to, Ricardo en

os papéis molhados, Laura

qui?" ele perguntou, a vo

sou-se em s

Sofia estava. Ela... ela fico

para protestar, m

ão consegue passar um d

grande que Sofia sen

licar. Sabia que ele

acreditav

grimas nos ol

teza que não foi por mal. Talvez... talvez ela só precise

para Laura, de

seus relatórios e anotações. Quero

air, mas Sofia não

impecável, Capit

em sua voz

u-se lentamente. Se

dizer algo, Laura so

Acho que torci quand

eceu Sofia i

de Laura, a preocupaçã

i? Deixe

dela com uma delicadeza

va a cena, o

ara ele quando Laur

ra a se levant

ar para a e

a sozinha com a bagunça e

regou os papéis organizado

a "autocrítica" sobre o

safio, sem um pingo

ada e por existir no mesmo espaço que pessoas

eu, o max

plodir, S

eceu "por acaso", i

ia aprendeu a lição. E

a? Sofia q

Laura, e sua raiv

Dispensad

a convidou para um pa

s," ela disse, com um sorris

que era um

o estava o

mais um ato

ou, relut

ava caminhando

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A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo
A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo
“Por três longos anos, eu, Sofia, uma jovem rotulada como "mimada" por meu pai, o Senhor Almeida, fui enviada para uma estação de pesquisa remota no coração do Pantanal. Lá, em meio à natureza selvagem e isolamento, minha única esperança era conquistar o afeto do Capitão Ricardo. Mas ele, o homem por quem eu nutria uma paixão obstinada, só me oferecia frieza e desdém, tratando-me como um fardo. Enquanto isso, minha meia-irmã Laura, a "doce" assistente da estação, incessantemente me incriminava e manipulava as situações, envenenando qualquer chance de aceitação. A dor se tornou insuportável no dia em que, após uma perigosa picada de cobra, Ricardo friamente me abandonou à minha sorte para salvar Laura. Mas a humilhação final veio quando Laura, em um ato de pura maldade, rasgou a única e preciosa foto da minha falecida mãe. E Ricardo? Ele, o Capitão "justo", mais uma vez cegamente tomou o lado dela, e como punição, fui obrigada a passar a noite inteira sob uma chuva gélida e persistente. Como ele pôde ser tão cego à verdade? Tão cruelmente injusto? Meu coração, que um dia o amou com fervor, se despedaçou e virou cinzas, e a dor da sua traição era excruciante. As lágrimas que se misturavam à chuva em meu rosto eram de libertação. Basta! Eu não seria mais a Sofia mimada, aprisionada por uma busca vã por aprovação. Com a herança da minha mãe, que era minha por direito, tomei uma decisão drástica: aceitei o casamento arranjado no sertão desconhecido da Bahia. Era hora de fugir. Iria me libertar, construir uma vida genuína onde encontraria o verdadeiro amor, respeito e valor que ele jamais me deu, custasse o que custasse. Que a minha nova vida comece!”