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A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo

Capítulo 4 

Palavras: 596    |    Lançado em: 20/06/2025

e barco foi

o pássaros que Sofia mal v

sério, mas seus olhos encontr

eto aqui, uma pa

Sofia

parar o barco perto de uma

Capitão! Podemo

u, um raro momen

daria em tirar u

ou o celular

r para nós, Sof

carregado de

celular, o ros

e aninhou em Ricardo, a ca

ontrário, passou o braço

ade que fez o estôm

mão firme apesar d

ente, como se notasse sua falt

surpr

o. "Ficou ótima!

"Capitão, por que não tiramos uma com a

sangue gelar. S

ara Sofia, o ro

Sofia está aqui a tra

i fria, públi

angimento. "Oh, cla

eu de ombros.

tro, a feri

começou a se fo

mente, como costuma

gotas grossas de chu

e, a voz urgente. "Laura, coloque o co

tir o colete, ajustand

fingindo medo. "Estou com tant

"Vai ficar tudo bem.

olete em silêncio,

icou, transformando

lançava vi

te, Laur

! Uma cobr

escuro e sinuoso pe

ra, em um movimento aparentem

elada do rio, que já começava a subir rapi

lutando para vol

iu Laura apontando

picou!" Laura gritava, o

va ao lado d

nturrilha. Olhou para baixo e vi

mbém a hav

ritar, mas a

fazer efeito, uma

iros socorros. Havia apenas

e. Duas

a Ricardo, os o

ois para Sofia. O pânico

disse, a voz tensa. "El

ra Laura, prepa

tiu o mun

colheu

tava aba

nada comparada à d

água, a consciê

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A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo
A Escolha de Sofia: Um Destino Longe do Desprezo
“Por três longos anos, eu, Sofia, uma jovem rotulada como "mimada" por meu pai, o Senhor Almeida, fui enviada para uma estação de pesquisa remota no coração do Pantanal. Lá, em meio à natureza selvagem e isolamento, minha única esperança era conquistar o afeto do Capitão Ricardo. Mas ele, o homem por quem eu nutria uma paixão obstinada, só me oferecia frieza e desdém, tratando-me como um fardo. Enquanto isso, minha meia-irmã Laura, a "doce" assistente da estação, incessantemente me incriminava e manipulava as situações, envenenando qualquer chance de aceitação. A dor se tornou insuportável no dia em que, após uma perigosa picada de cobra, Ricardo friamente me abandonou à minha sorte para salvar Laura. Mas a humilhação final veio quando Laura, em um ato de pura maldade, rasgou a única e preciosa foto da minha falecida mãe. E Ricardo? Ele, o Capitão "justo", mais uma vez cegamente tomou o lado dela, e como punição, fui obrigada a passar a noite inteira sob uma chuva gélida e persistente. Como ele pôde ser tão cego à verdade? Tão cruelmente injusto? Meu coração, que um dia o amou com fervor, se despedaçou e virou cinzas, e a dor da sua traição era excruciante. As lágrimas que se misturavam à chuva em meu rosto eram de libertação. Basta! Eu não seria mais a Sofia mimada, aprisionada por uma busca vã por aprovação. Com a herança da minha mãe, que era minha por direito, tomei uma decisão drástica: aceitei o casamento arranjado no sertão desconhecido da Bahia. Era hora de fugir. Iria me libertar, construir uma vida genuína onde encontraria o verdadeiro amor, respeito e valor que ele jamais me deu, custasse o que custasse. Que a minha nova vida comece!”