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Cinzas no Atlântico: A Promessa Final

Capítulo 2 

Palavras: 528    |    Lançado em: 20/06/2025

Lisboa, mas eu sentia-me como se estivesse num

co de trás, as suas vozes e riso

ente, ao lado do motoris

incrível," dizia Sofia. "Toda a

para ti," res

sentia nada. Era como se o meu corpo estivesse presente, mas a mi

inhas lágrimas s

ento, uma penthouse com

que preparasse

pa tudo. Não q

de no seu olhar. "Diogo, não sejas tão

ma transação justa. Ela quer o meu d

ade era fria

s foram um borrã

Jantares de negócios, festas e

vir a Sofia como uma criada, a ficar de

va-me dinheiro. Notas amarrotada

va cada u

ilên

uficiente para pagar a "Última Viagem" e de

io da Sofia foi o au

pelo Tejo, a música alt

ulseira de diaman

a uma amiga, alto o suficiente para eu ouvi

A pulseira... tinha sido um presente pa

embrei-me do nosso próprio noivado, planeado p

entários à

a consegue man

ndo disto. Matou a mã

tória deles. E tinha

a encontrou-me s

a, sem qualquer vestígio da sua doçura fingid

r em breve," disse

em ti. Vais sempre te

ela tirou a pulseira

é meu. Tudo o q

o, atirou a pulseira para

cair. És a assistente de

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Cinzas no Atlântico: A Promessa Final
Cinzas no Atlântico: A Promessa Final
“Eu saí da prisão de Linhó após cinco anos, o ar frio de Sintra a cortar-me a alma. Mais do que a liberdade, o que me esperava era um cancro terminal e apenas um último desejo: que as minhas cinzas repousassem onde um dia prometemos casar. Para realizar esse último adeus, aceitei um emprego de empregada de mesa, e foi lá que o vi. Diogo Almeida, o homem que amei e que me entregou à polícia, estava noivo. Com a minha melhor amiga. O seu amor por mim transformou-se em ódio puro. Ele não só me fez sua assistente pessoal, forçando-me a suportar a sua crueldade e o espetáculo da sua felicidade com ela, como me torturava em cada olhar. Fiquei calada, ajoelhando-me para limpar o vinho que ele derramou, aceitando as notas que ele atirava, os comentários cruéis. Chamavam-me assassina, mas a verdade era uma máscara que eu usava para o proteger. Ele me odiava, e eu queria que fosse assim. O sofrimento era o meu purgatório, e cada humilhação aproximava-me do meu único objetivo. Até que um incêndio e um acidente me levaram ao limite. Salvei-o, uma última vez, e dei a minha vida por quem me roubou tudo. A minha morte, ele acreditava, era a sua vingança. Mas o vazio que deixou forçá-lo-á a descobrir a verdade por trás do sacrifício que poucos verão, e que mudará o seu mundo para sempre.”