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Cinzas no Atlântico: A Promessa Final

Capítulo 3 

Palavras: 561    |    Lançado em: 20/06/2025

iogo corto

ar

áscara de fúria. Sofia correu para os

rou a pulseira ao rio!

tou. Nem olh

rrou-me com um

ia do Tejo com um impacto vio

gritou ele, a sua vo

a para dentro do iate, deixando-me para tr

gelada. A corr

inhas mãos ficaram em carne viva a remexer no lodo d

er, finalmente senti o meta

uls

forças, nadei

r de frio. O sangue dos meus co

na. Ele estava lá, à espera,

i-lhe a

avra de agradecimento, sem

tirou um maço de not

pagam

uma calma tensa, a tragéd

Almeida, no Douro. Uma propried

ordei com o c

o

iro pensame

arto. As chamas já

rrafa de whisky vazia e um frasco de com

ara fora da cama. O seu corpo era p

o corredor, uma viga

próprio corpo. A dor da queimadura nas minha

lo para fora da c

a correr na nossa direç

mas forças, empurr

, a minha voz rouca por causa

onfusa, e depois para

lpa pela morte da mãe dele?"

o rosto adorme

que ela pudesse dizer mais algum

no meu pequeno quarto

Sofia a contar-lhe a sua

a gentileza e gratidão q

ua felicidade. E eu tinh

or mim era a

ogo entrou no meu

rto de ligaduras, as

ou ele, a voz estranhamente cal

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Cinzas no Atlântico: A Promessa Final
Cinzas no Atlântico: A Promessa Final
“Eu saí da prisão de Linhó após cinco anos, o ar frio de Sintra a cortar-me a alma. Mais do que a liberdade, o que me esperava era um cancro terminal e apenas um último desejo: que as minhas cinzas repousassem onde um dia prometemos casar. Para realizar esse último adeus, aceitei um emprego de empregada de mesa, e foi lá que o vi. Diogo Almeida, o homem que amei e que me entregou à polícia, estava noivo. Com a minha melhor amiga. O seu amor por mim transformou-se em ódio puro. Ele não só me fez sua assistente pessoal, forçando-me a suportar a sua crueldade e o espetáculo da sua felicidade com ela, como me torturava em cada olhar. Fiquei calada, ajoelhando-me para limpar o vinho que ele derramou, aceitando as notas que ele atirava, os comentários cruéis. Chamavam-me assassina, mas a verdade era uma máscara que eu usava para o proteger. Ele me odiava, e eu queria que fosse assim. O sofrimento era o meu purgatório, e cada humilhação aproximava-me do meu único objetivo. Até que um incêndio e um acidente me levaram ao limite. Salvei-o, uma última vez, e dei a minha vida por quem me roubou tudo. A minha morte, ele acreditava, era a sua vingança. Mas o vazio que deixou forçá-lo-á a descobrir a verdade por trás do sacrifício que poucos verão, e que mudará o seu mundo para sempre.”