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Cinzas no Atlântico: A Promessa Final

Capítulo 1 

Palavras: 901    |    Lançado em: 20/06/2025

de Linhó abriram-se c

co

ngiu-me o rosto, um ar

continha apenas algumas roupas vel

rocurar um lugar para ficar, mas s

paguei o depósito de um serviço online chamado "Última Vi

nde eu e o Diogo

ro. Cancro terminal. Re

nica coisa q

esto, precisav

a numa famosa casa de fados em Alfama. Era

olhos tristes, olhou para os me

assado," disse ela. "Só pre

ontra

o enchia o ar. Melancólico,

esa, ouvi uma voz que

este anel

. Diogo

m que eu amava mais do que a minha própria vida

os profundos que antes me olhavam com amor, agora olhavam para

minha mel

omo veneno. "Quando nos casarmos, quero q

coraçã

ame

fez, num penhasco sobr

amos sentados na relva, a olha

os casar aqui," disse ele, a voz chei

a cabeça no seu o

ome

tudo foi destruído no di

ídio na mesa, revelando um caso com um empregado e

spero nos seus olhos era algo

er o legado da sua família,

voz fria, vazia. "Dis

ormou-se em puro ódio. Ele p

o meu castigo. O cancro foi

cumprir a nossa promessa, me

fados, a realidade

os encontra

instantâneo. O choque

ou na minha direção. Ca

", a sua voz era u

gou num copo de vinho da minha bandeja

hou-se pelo chão de

alto o suficiente pa

ela, a assassina." "Que d

onsumia por dentro, mas o meu ros

tarem na pedra fria, e comecei a

, um misto de ódio e algo m

gerente aproximou

hão de pedra manchado... vai

ar. Ele virou-se para mim, um sorriso cruel

raço, arrastando-me p

ele. "Precisas de dinheiro para sob

de notas para o c

Fica ao meu lado, 24 horas por dia.

orma de me manter por

E ele sabia

isso?", pergunt

sofrimento é o único prazer que me resta. Porque ver a assas

eiro no chão. Depois

ficava os Açores

e e apanhe

eit

e de volta para a sala principal, a tempo

ora. Vais assistir à minha

ou o meu sacr

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Cinzas no Atlântico: A Promessa Final
Cinzas no Atlântico: A Promessa Final
“Eu saí da prisão de Linhó após cinco anos, o ar frio de Sintra a cortar-me a alma. Mais do que a liberdade, o que me esperava era um cancro terminal e apenas um último desejo: que as minhas cinzas repousassem onde um dia prometemos casar. Para realizar esse último adeus, aceitei um emprego de empregada de mesa, e foi lá que o vi. Diogo Almeida, o homem que amei e que me entregou à polícia, estava noivo. Com a minha melhor amiga. O seu amor por mim transformou-se em ódio puro. Ele não só me fez sua assistente pessoal, forçando-me a suportar a sua crueldade e o espetáculo da sua felicidade com ela, como me torturava em cada olhar. Fiquei calada, ajoelhando-me para limpar o vinho que ele derramou, aceitando as notas que ele atirava, os comentários cruéis. Chamavam-me assassina, mas a verdade era uma máscara que eu usava para o proteger. Ele me odiava, e eu queria que fosse assim. O sofrimento era o meu purgatório, e cada humilhação aproximava-me do meu único objetivo. Até que um incêndio e um acidente me levaram ao limite. Salvei-o, uma última vez, e dei a minha vida por quem me roubou tudo. A minha morte, ele acreditava, era a sua vingança. Mas o vazio que deixou forçá-lo-á a descobrir a verdade por trás do sacrifício que poucos verão, e que mudará o seu mundo para sempre.”