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O Boato Que Não a Quebrou

Capítulo 1 

Palavras: 754    |    Lançado em: 20/06/2025

ães era fria, o ar condicionado soprava

de restauro dos painéis de azulejos do

, utilizando materiais reversíveis e técnicas historicamente

confiante. Esta era a mi

arrastada e cheia de

a sua técnica mais apurada é encontrar um 'pa

uarte de Magalhães. Um playboy conhecido

meus colegas olharam para o chão, o meu

dade, tinha acabado de ser atirado para o mei

ir-me do rosto, ma

percebo a relevância do seu comentário para

, um som d

sa' e do seu mecenas. Não admira que tenha conseguido este proje

ui despida de toda a minha credib

Bastos, ansioso por agradar, gaguejou que a minha colega Inês, qu

chão de madeira. Olhei diretamente para o homem q

de Ma

cliente. E o homem que, quatro anos ant

a e polida. Não era o mesmo rapaz da universi

chuva lá fora. Ele a aproximar-se. "Quanto custa uma hora da tua atenção, Leonor

lavras ain

mover um músculo, os seus olhos escuros e i

isse eu, a minha voz a t

te original daquele boato, sorriu

mo conta de tudo," disse ela, a

aí da sala, de cabeça erg

inta, ouvi os passos de Duarte atrás de mim.

o as ruas de paralelepípedos. O meu carro, um mo

se, formando um nó na minha garganta. B

. Dignidade, L

um guarda-chuva preto. Ele tinha acabado de atirar um isqueiro de prata caro

sua voz era gra

igo encolhida debaixo de uma arcada. Sem pensar, saí do carro, aga

seus olhos cansados a expres

o sujo e húmido do mundo. Era aqui que eu perten

minho dos seus lábios, uma expressão estranha a

, o meu ca

seu rosto. Ele não era apenas rico, ele era de outro univer

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O Boato Que Não a Quebrou
O Boato Que Não a Quebrou
“Estava a apresentar o projeto dos meus sonhos na Quinta dos Magalhães. A minha voz firme falava sobre a paixão e a história dos azulejos do século XVIII. De repente, Tiago Sá Pereira, o melhor amigo de Duarte de Magalhães, cortou-me com uma pergunta venenosa: "Técnicas precisas? Ou a sua melhor técnica é encontrar um 'padrinho' rico?" Um boato malicioso da universidade foi atirado para a reunião mais importante da minha carreira. A humilhação foi pública e crua. Fui despida de toda a credibilidade e removida do projeto, substituída pela invejosa Inês. Depois, o meu chefe, Senhor Bastos, tentou vender-me a um cliente predador num bar, uma armadilha repugnante. Vomitei num beco, a minha dignidade desfeita. Porque é que esta mentira antiga me perseguia com tanta força? Porque é que Duarte de Magalhães, que me humilhou anos antes, assistia a tudo sem mover um músculo? Eu era uma profissional talentosa, não a oportunista que pintavam. A injustiça queimava-me a alma. Sem escolha, e com o predador a aproximar-se, entrei no Bentley escuro de Duarte. Qual seria o preço para a minha "salvação" desta vez? E como escaparia eu deste inferno, sem perder a minha alma?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11