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O Boato Que Não a Quebrou

Capítulo 2 

Palavras: 761    |    Lançado em: 20/06/2025

olhares e sussurros. A notícia da minha humilhação

hares de pena e os sorrisos maliciosos. Abri

ubículo abriu-se de repe

treve a aparecer?" disse ele, encostando-

erguntei, sem levantar o

da' preferida. Ouvi dizer que foste pos

abeça e olhe

jares, podes poupar o teu fôle

ra outro. Diz-me, como conseguiste entrar nesta em

perguntei, a minha voz fria como g

seu rosto perigosa

er-te a rastejar. E um aviso: fica long

alquer interesse no teu amigo precioso

de Tiago

e de que o Duarte ainda era obcecado p

perder o sorriso. A t

," disse eu, a minha v

. "Um conselho, Leonor. Desaparece de Lisboa. Volta

de ti," cusp

e saiu, deixando-m

com uma pilha de pastas nos br

sua voz falsamente doce. "O Senhor

s de um projeto menor, um trabalho de restauro de baixo or

lexo. O Senhor Bastos achou que seria melhor pa

espondi, s

Magalhães mencionou o teu nome. Parecia..

e interesse

um sorriso satisfei

pai, Afonso, o grande fadista caído em desgraça, tinha

aceitar

escritório. Disse-me que tinha uma reunião com um nov

portunidade, Le

m vez de chá e plantas de arquitetura, havia

Senhor Faria, olhou para mim de cima a

ra," disse ele. "O Senhor Bastos

-me um cop

mos celebrar o no

brigada," recus

ção... não deve ser tão recatada," ele insistiu,

ei o gravador do me

rem-se cada vez mais claras. Ele não queria o me

ocê, com um pai problemático... a vida pode ser muit

banho," disse eu, lev

isse ele com um

amente. O Senhor Bastos tinha-me vendido. A mi

de Duarte de Magalhães, parado do outro lado da ru

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O Boato Que Não a Quebrou
O Boato Que Não a Quebrou
“Estava a apresentar o projeto dos meus sonhos na Quinta dos Magalhães. A minha voz firme falava sobre a paixão e a história dos azulejos do século XVIII. De repente, Tiago Sá Pereira, o melhor amigo de Duarte de Magalhães, cortou-me com uma pergunta venenosa: "Técnicas precisas? Ou a sua melhor técnica é encontrar um 'padrinho' rico?" Um boato malicioso da universidade foi atirado para a reunião mais importante da minha carreira. A humilhação foi pública e crua. Fui despida de toda a credibilidade e removida do projeto, substituída pela invejosa Inês. Depois, o meu chefe, Senhor Bastos, tentou vender-me a um cliente predador num bar, uma armadilha repugnante. Vomitei num beco, a minha dignidade desfeita. Porque é que esta mentira antiga me perseguia com tanta força? Porque é que Duarte de Magalhães, que me humilhou anos antes, assistia a tudo sem mover um músculo? Eu era uma profissional talentosa, não a oportunista que pintavam. A injustiça queimava-me a alma. Sem escolha, e com o predador a aproximar-se, entrei no Bentley escuro de Duarte. Qual seria o preço para a minha "salvação" desta vez? E como escaparia eu deste inferno, sem perder a minha alma?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 11