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Nunca Mais a Segunda Opção: O Despertar de Lia

Capítulo 3 

Palavras: 684    |    Lançado em: 20/06/2025

cio" pairou no a

tampada em seu rosto, segu

cando, Lia! Por causa de um terren

, a claridade repentina faz

rra, Bruno. É

moda, abriu uma gavet

ultei um advogado. Estes são os p

do levemente. Ele abriu e leu o docume

ele riu, um som

que pode seguir com i

rivaninha, assinou os papéi

rama. Duvido que você tenha co

na cama e saiu do qu

correndo pelo seu rosto. Não pela perda de Bru

ou, a mão firme

rcio ao pequeno escritório do oficial milita

velho e sério, leu os d

udo em ordem. O processo de averbação levará algumas semanas. Assim que estiver finalizado, e s

air de seus ombros. O caminho par

eu retorno para Manaus,

s. Ele apareceu brevemente uma manhã, unif

de ajuda com algumas coisas na cidade vizinha. O carro oficial está à dis

u uma resposta

ão pareceu confundi-lo por um

a uma briga, uma súplica.

ina, dando aulas na pequena escola local, arru

niversário em anos que ela passou sozinha, sem a

anaus, contou sobre a transferência iminente, omitindo o divórcio

vas na varanda, Cíntia apareceu, exi

ela disse, a voz cheia de orgulh

m a cabeça, sem tira

ostou da fal

ersário, Lia? Que estranho.

Lia respirou fundo. "E

pria esposa?" Cíntia riu.

mas Cíntia se aproxi

ocê tem sido muito difícil ult

aranda, vindo do interior da casa. Ele d

inal da conve

anda insuportável. E sobre o presente de aniversário, ela mesma disse que

sprezo. "Não é mesmo, Lia

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Nunca Mais a Segunda Opção: O Despertar de Lia
Nunca Mais a Segunda Opção: O Despertar de Lia
“Lia abriu os olhos, o cheiro de mofo e a dor latejante na cabeça. Lembrou-se da malária, da morte solitária da sua vida anterior. O calendário na parede marcava a data do seu maior erro: o ano em que o Capitão Bruno, seu marido, pediu que ela cedesse a única vaga de transferência para Manaus. Para Cíntia, a cunhada viúva, e seu Pedrinho. Na vida passada, Lia, ingênua e apaixonada, sacrificou seu sonho por eles, resultando em anos de crueldade e abandono. Agora, ele estava ali novamente, sorrindo aquele sorriso falso. "Lia, Cíntia precisa muito dessa vaga." Recusei. Aquele padrão insuportável de sempre priorizar Cíntia se repetia. Ele me chamava de egoísta, Cíntia encenava o sofrimento. Publicamente, ele me menosprezava, enchendo a cunhada de joias enquanto me dava migalhas. Na terrível enchente, com minha perna presa e sangrando sob os escombros da nossa casa, vi Bruno correr para salvar Cíntia e o filho dela. Ele me deixou para trás, novamente. A dor física era excruciante, mas a do abandono era insuportável. "Era meu dever proteger o Pedrinho", ele teve a audácia de dizer. Qualquer fio de esperança em Bruno morreu ali, sob a lama e a indiferença. Cansada de ser a segunda opção, de ser usada e esquecida, murmurei: "Não desta vez." Com a perna quebrada e a alma liberta de ilusões, enviei os papéis do divórcio e minha solicitação de transferência. Estava livre. Minha nova vida em Manaus me esperava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 1719 Capítulo 1820 Capítulo 1921 Capítulo 2022 Capítulo 2123 Capítulo 2224 Capítulo 2325 Capítulo 2426 Capítulo 2527 Capítulo 2628 Capítulo 27