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O Naufrágio da Minha Alma

Capítulo 4 

Palavras: 864    |    Lançado em: 20/06/2025

braços era um lembrete constante

e pé, de braços cruzados. Sofia estava sentada no

om o teu pedido de desculpas

seus olhos vermelhos, mas

tremer ligeiramente. "Tu humilhaste-me publicamente. Eu quero que

degradante, tão medieval, que eu não co

um lampejo de decência, um sinal

sua expressão era de u

u a alternativa é a var

e mim. A imagem da falésia, d

tinha e

" sussurrei

sa. Eles reuniram-se na sala, os seus rostos u

a toalha foram coloca

tanto que mal conseguia segurar a toalha. Mergulhei-a na água e,

olhos a arderem, mas recusei-me a ch

tei-me e saí da sala s

te anunciou que Sofia se mudaria para a quin

ar cada centímetro

quarto de hóspedes na al

iberdade estava a apenas alguns meses de distância. E

mínio. Eu estava no jardim, a tentar encontr

z autoritária. "Os meus sapatos

a-me como

pois olhei para a casa principal, onde sabia que Duarte e

u estado era de um entorpecimento emocional. Eu estava a cumpr

Sofia "tropeçou" deliberadamente. O seu pé, calçado com

ritei e puxei a mão para trás, vendo o sangue

u. Ela sentou-se no chão, a segurar o seu to

r. Ele nem sequer olhou par

rguntou ele, a sua vo

só lhe pedi para ter cuidado com os meus s

gurar a minha mão a latejar. "Ela

mão a sangrar. Mas a sua expressão não mudou

desdém. "Tu magoaste-te a ti própr

câmaras de segurança no jardim. V

um som oc

. A minha confiança nela é absoluta. Tu, por outro

ra de o alcançar. A sua mente estava fechada, e

Sofia ao colo

médico," disse el

mim, a sua voz a volta

precisa de uma lição sobre as consequências de magoar os outros.

r paral

te, por fa

a a afastar, a leva

ir, mas eles eram demasiado fortes. Arrasta

Um grito de agonia pura escapou dos meu

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O Naufrágio da Minha Alma
O Naufrágio da Minha Alma
“Na minha vida passada, Duarte Moreno sacrificou tudo por mim, até a própria vida, para me salvar. Nesta vida, renasci com o único desejo de o amar e de me redimir. Mas o homem que encontrei era frio, distante, cruel, e eu percebi cedo que ele também se lembrava. O meu destino selou-se quando ele me trancou numa adega fria e húmida. Ele forçou a minha mãe, de saúde frágil, a uma perigosa doação de medula óssea para a sua amante, Sofia. Era a sua vingança, um teste monstruoso à minha sinceridade, ignorando o meu arrependimento. A crueldade de Duarte não conhecia limites: fui sujeita a humilhações públicas, forçada a lavar os pés da amante. Ele até ordenou que me partidossem os dedos. Num golpe final, acusou-me de empurrar o seu avô pelas escadas, ignorando as minhas súplicas e a verdade. O homem que na vida anterior vendera as suas vinhas mais preciosas para me salvar, neste ciclo, tornara-se o meu carrasco cego, sedento de vingança. A dor era insuportável, a injustiça enlouquecedora. Como podia ser este o mesmo homem que me prometeu amar até à morte? Sem mais forças para lutar, e perante o seu derradeiro castigo de exílio, decidi que só havia uma saída para encontrar a minha paz e liberdade. Com a ajuda da minha prima, orquestrei uma fuga engenhosa sob um disfarce sinistro. Para Duarte e para o mundo, Leonor Almeida morreria naquela noite, num naufrágio, e nunca mais seria encontrada.”