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Quando o Amor Morre no Asfalto

Capítulo 1 

Palavras: 488    |    Lançado em: 23/06/2025

ao contrário. O cinto de segurança prendeu-me ao assento, mas a minha cabeça

ara-brisas partido, misturando

minha cunhada

a choramingou, "a

-me o abdómen. A minha mão foi instintiva

, bebé?",

. O meu telemóvel tinha voado

Liga ao Miguel," consegui

cava o número do irmão, o meu marido. Ouvi a voz dele, ansiosa

idente! O meu braço, d

estava no carro. Não me

entro de mim. O tempo arrastava-se. Cada segundo parecia uma hor

do. A porta do condutor abriu-se e o Miguel correu na n

do, presos no lado do passageiro. Depois, desv

o dela, o lado que es

s, estás bem? O

a dela, puxando o metal t

minha voz fraca. "A

relance, a irritação a

a tua cunhada está ferida? E

som do coração dele a bater nos meus ouvidos, tudo desapareceu. A única cois

heu. E nã

rer pelas minhas pernas.

ta vez com a força do

air. Ele olhou para mim, viu o sangue, e o rosto dele ficou pálido. Mas

oi ele a abraçar a irmã, a sussurrar-lhe palavras de co

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Quando o Amor Morre no Asfalto
Quando o Amor Morre no Asfalto
“Estava grávida de sete meses, o mundo parecia perfeito. A minha cunhada, Clara, e eu íamos para casa, um dia normal como tantos outros. De repente, o som de metal a rasgar. O carro capotou e o impacto atirou-me contra o vidro. Lá dentro, o pânico começou. O meu Miguel, o meu marido, o pai do meu filho, chegou ao local. Mas ele correu para a sua irmã, que gemia com um braço partido. Enquanto eu, com a barriga a sangrar, lhe suplicava ajuda, ele gritou: "Espera, Sofia! Não vês que a tua cunhada está ferida?". A última coisa que vi antes da escuridão foi ele a confortar Clara, enquanto eu sangrava sozinha. Perdi o nosso filho. No hospital, ele e a sua mãe culparam-me pelo acidente. "Talvez tenha sido para melhor", a minha sogra disse, referindo-se à morte do meu bebé. E Miguel, o meu Miguel, permaneceu em silêncio. Não me defendeu, como nunca me defendera. Percebi que toda a minha vida com ele tinha sido uma mentira. Aniversários esquecidos, dinheiro desviado para a Clara, a minha gravidez minimizada. Tudo sempre girou em torno dela, da sua irmã, do seu "laço inquebrável". Eu e o nosso filho éramos sempre a segunda opção. Como pude ser tão cega? Como pôde um homem que jurou amar-me e proteger-me abandonar-me assim? O meu filho não morreu por um acidente, mas pela frieza e egoísmo do homem que amei. Eu não estava louca, a minha dor não era apenas luto. Era raiva. Uma raiva fria e calculista. Não queria vingança, mas justiça. "Quero o divórcio." As palavras saíram com uma força gelada. Eu não pediria nada dele, apenas a minha liberdade. Mas então, descobri o extrato bancário. 5.000 euros para as facetas dentárias da Clara, pagos com o nosso dinheiro, enquanto ele me dizia que tínhamos de "apertar o cinto". Esta não era apenas uma traição emocional; era fraude. Eles queriam guerra? Iam tê-la. E eu ia ganhar a minha vida de volta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10