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O Arrependimento de Um Marido Cego

Capítulo 2 

Palavras: 515    |    Lançado em: 23/06/2025

pois, cheirando a perfume de

ra ao lado da minha ca

so debaixo de um carro. A Sofia estav

minha mão.

e estás a sent

ei par

amos divo

ava calma, sem

o seu rosto foi substituí

ós acabámos de perder o nosso filho. P

ão aguento m

a minha m

te consolar a tua ex-namorada por causa

o mudou de cho

sperada! Tu tinhas os médicos e as enf

a carregar o teu filho. Ou pelo menos

am-no. Ele ficou em silênc

, Lúcia. Eu aceitei-o. Eu disse

fizeste,

som oco

és, perdoando a tua esposa infiel. Mas no momento em que a tua preciosa Sofia precisou de ti, tu larg

e gritou, a sua voz a ec

s uma amiga! Eu

Tu am

no ar entre nós

egou. Ele n

io de ADN da gaveta da minha me

colo. Ele olhou

e é i

e, Pedro.

. Os seus olhos percorreram o papel. E

hou para o papel, e depois para mim, a

u?" a sua voz era

e sempre

a rodopiarem nos seus olhos. "Mas...

escolherias. A tua esposa e o teu filho, ou a tua e

nte da cama, cada m

órcio. E desta

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O Arrependimento de Um Marido Cego
O Arrependimento de Um Marido Cego
“Na noite em que o meu filho nasceu morto, o meu marido, Pedro, estava a confortar a sua ex-namorada por causa do seu gato perdido. Tinha acabado de perder o nosso bebé. Ele olhou-me na cama do hospital e disse: "A Sofia está sozinha, não tem mais ninguém. Volto já." Um deserto de abandono gelou o meu coração. Quando Pedro regressou, cheirava a perfume de mulher, e eu sabia que não aguentava mais. Olhei para ele, a minha voz calma: "Pedro, vamos divorciar-nos." A sua reação foi de choque e depois raiva, acusando-me de o ter abandonado enquanto ele "aceitava" o nosso filho. Ele não sabia a verdade. O relatório de ADN que lhe mostrei há três meses, que alegava que o bebé não era seu, era falso. Eu paguei para o falsificar. Naquela noite, nunca fui violentada nem dormi com o meu chefe. Inventei tudo. Eu queria o divórcio, queria testar se o Pedro me amava mais do que à memória da sua ex-namorada. E a minha sogra, Dona Helena, chamou o meu filho de bastardo, humilhando-me sem piedade. Quando o meu filho morreu, o Pedro escolheu a sua ex-namorada e o seu gato em vez da sua mulher recém-parida. Eu atirei-lhe o verdadeiro relatório de ADN. O bebé era do Pedro. Sempre foi. O choque e a dor encheram os seus olhos: "Mas... porquê, Lúcia?" "Porque eu queria ver, Pedro. E tu fizeste a tua escolha." Deixei aquele quarto de hospital, com a certeza de que era o fim. Mas, no fim, quem destruiu quem?”
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