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Não Foi Um Acidente: O Despertar da Fúria

Capítulo 2 

Palavras: 537    |    Lançado em: 23/06/2025

depois de Pedro sair.

o os resultados dos

ter descontroladamente. "Ela está bem, certo?

concussão é a menor das nossas preocupações. A

s pulmões. "O que... o q

rande probabilidade de

is. Não. Não a Sofia. Ela era uma bailarina. A

de haver um engano. Faç

Existe uma cirurgia experimental que pode oferecer alguma esperança, mas é

to dois milhões. Eu era professora. A minha mã

fia, presa a uma cadeira de rodas para o resto da vida. E era tudo culpa minha. Se

amentos. Peguei no telemóvel e disquei o nú

aciente. "Clara, eu di

ngolindo o meu orgulho. "A Sofia... a lesã

é terrível. Mas o que

ros. Eu não tenho esse dinheiro. Por favor, Pedro. Pode

a risada fr

u te daria esse dinheiro? O nosso relacion

Sofia! Ela é como

gora. Estou a planear o meu casamento com a Beatriz, a comprar um

remeu de raiva. "Estás a chamar

desperdício de dinheiro. Agora, se me dás licença, tenho de i

desl

s. Ódio, puro e intenso, percorreu-me as veias. Ele não só me tinha partido o cora

esma. Eu ia arranjar aquele dinheiro. E ia f

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Não Foi Um Acidente: O Despertar da Fúria
Não Foi Um Acidente: O Despertar da Fúria
“Acordei no hospital, a cabeça a latejar, o monitor cardíaco a apitar. A última coisa que me lembro foi o carro a capotar, o grito da minha irmã, Sofia. O meu noivo, Pedro – aquele com quem me casaria na próxima semana – não atendia. Na verdade, ele tinha outra noiva. A minha colega de trabalho, Beatriz, o seu bilhete para o sucesso, como ele próprio dissera com uma frieza gélida. A Sofia, na cama do hospital, enfrentava a possibilidade de nunca mais andar. Uma cirurgia caríssima poderia salvá-la. Eu, desesperada, engoli o meu orgulho e implorei a Pedro pela ajuda dele. Ele riu. "Uma causa perdida", disse, sobre a minha irmã. "Não tenho dinheiro para deitar fora." As suas palavras cortaram-me mais fundo do que a traição. Foi então que o pai de Pedro, o Senhor Afonso, me fez uma "proposta": ele pagaria a cirurgia de Sofia, 200.000 euros, mas em troca, eu e a minha família teríamos de desaparecer. Seríamos riscadas da existência deles, como lixo. Como pude recusar? Era a única esperança de Sofia. Vendi a minha dignidade por uma chance. Mas depois, Beatriz procurou-me, os olhos inquietos. "O acidente", sussurrou ela, "não foi um acidente. Eu ouvi Pedro a contratar alguém para vos tirar da estrada." O mundo desabou de novo. Não foi um erro. Foi um ato deliberado. A minha irmã, uma bailarina, ficou desamparada por causa da ganância e crueldade dele? A paz que eu tinha comprado com a minha alma desfez-se. Não ia fugir. Eu ia garantir que o Pedro e a sua família pagassem. Não com dinheiro, mas com tudo o que lhes era mais caro.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10