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Não Foi Um Acidente: O Despertar da Fúria

Capítulo 1 

Palavras: 633    |    Lançado em: 23/06/2025

cardíaco a apitar ritmicamente. A minha cabeça latejava. A última coisa de que me le

om a mão a tremer, peguei nele. Havia dezenas

liguei para

imeiro toque, a v

a Deus! Estás b

mãe. Eu e a Sofia

do, depois um soluço contido.

ti. "Só alguns arra

izer-lhe a verd

" ela perguntou. "E

voz vazia. "Ele est

emana. Mas há três dias, recebi uma mensagem de um número desconhecido. Era uma fotografi

te amou. Ele só te usou

rieza que me gelou, "Beatriz pode ajudar-me mais na minha

ra longe da cidade por uns dias, para me ajudar a limpar a

izer com 'noiva'?" a v

sso mais tarde, mãe.

começaram a rolar pelo meu rosto. Olhei para o teto branco, sentindo um vazio p

orta do quarto abr

s os seus olhos não conseg

te as minhas chamadas? Fiq

do? Ou preocupado que eu pudesse a

a preocupação desapareceu, su

do. Íamos terminar as coisas amigavelm

"Tu chamas a isso um acordo? Tu

o era o momento certo! A Beatriz está a passar por um mom

preciso de ti? A minha irmã está n

disso, a Sofia vai ficar bem. Os médicos disseram que é apenas uma concussão. A

Beatriz está à minha espera. Conversamos

ou-se p

, a minha voz s

, mas não

o. Não há casamen

eiras. Mas não venhas a correr p

ta atrás de si, deixando-me sozinha

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Não Foi Um Acidente: O Despertar da Fúria
Não Foi Um Acidente: O Despertar da Fúria
“Acordei no hospital, a cabeça a latejar, o monitor cardíaco a apitar. A última coisa que me lembro foi o carro a capotar, o grito da minha irmã, Sofia. O meu noivo, Pedro – aquele com quem me casaria na próxima semana – não atendia. Na verdade, ele tinha outra noiva. A minha colega de trabalho, Beatriz, o seu bilhete para o sucesso, como ele próprio dissera com uma frieza gélida. A Sofia, na cama do hospital, enfrentava a possibilidade de nunca mais andar. Uma cirurgia caríssima poderia salvá-la. Eu, desesperada, engoli o meu orgulho e implorei a Pedro pela ajuda dele. Ele riu. "Uma causa perdida", disse, sobre a minha irmã. "Não tenho dinheiro para deitar fora." As suas palavras cortaram-me mais fundo do que a traição. Foi então que o pai de Pedro, o Senhor Afonso, me fez uma "proposta": ele pagaria a cirurgia de Sofia, 200.000 euros, mas em troca, eu e a minha família teríamos de desaparecer. Seríamos riscadas da existência deles, como lixo. Como pude recusar? Era a única esperança de Sofia. Vendi a minha dignidade por uma chance. Mas depois, Beatriz procurou-me, os olhos inquietos. "O acidente", sussurrou ela, "não foi um acidente. Eu ouvi Pedro a contratar alguém para vos tirar da estrada." O mundo desabou de novo. Não foi um erro. Foi um ato deliberado. A minha irmã, uma bailarina, ficou desamparada por causa da ganância e crueldade dele? A paz que eu tinha comprado com a minha alma desfez-se. Não ia fugir. Eu ia garantir que o Pedro e a sua família pagassem. Não com dinheiro, mas com tudo o que lhes era mais caro.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10