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A Verdade por Trás da Ferida

Capítulo 3 

Palavras: 595    |    Lançado em: 24/06/2025

te sozinha. Tiago n

i uma mensag

izada. Precisa de mim

a uma bofetada. Ele não perguntou pelo n

. Cada passo era uma agonia. Vi o meu reflexo no espelho.

erou, o Dr. Miguel, veio ver-m

e sente

da",

Tivemos sorte em conseguir o sangue a te

para a m

Dr. Tiago, corre

im

O Dr. Miguel pa

ada dele. A urgência da irmã dele não parecia justificar deixar

bateu-me

r dizer?",

m risco iminente. Um corte na mão, mesmo que seja fei

e dizer que ele tinha feito a esc

filho?", pedi, mu

dar vir uma cad

o bip suave das máquinas. O meu bebé, tão pequeno, estava n

ão no vidro

, sussurrei. "A

o sereno. Uma onda de amor tão forte atingiu-me que

tirá-lo daquela

uarto, Tiago e a mãe e

u Tiago, a voz acusadora. "

respondi friamente. "Algo

a int

Ele tem estado a cuidar da irmã doe

a lutar pela vida numa

em frente. O seu ro

ãe. O nosso filho, o teu filho, precisa de um pai. Ele precisa de uma família comp

meu filho contra m

tremer de raiva. "É uma decisão. Tu e

lvar uma vida!

", gritei de volta, a minha voz a

omeçou a

s a destruir a nossa fam

rosto choroso da mãe dele. Eles eram um. Uma

a um prego no caixão do meu casamento. "E

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A Verdade por Trás da Ferida
A Verdade por Trás da Ferida
“Com oito meses de gravidez, o meu corpo falhava. O sangue escorria, uma dor aguda na barriga, pré-eclâmpsia severa. Vida ou morte. Desesperada, liguei ao meu marido, Tiago, um cirurgião de topo no mesmo hospital. Mas a sua resposta veio fria, distante: "Clara, não posso ir. A Sofia teve um acidente." Sofia. A sua irmã mais nova. O pânico subiu pela minha garganta. Quase morri na mesa de operações, o nosso bebé Lucas nasceu prematuro, lutando pela vida na UCI Neonatal. E quando Tiago finalmente apareceu, não tinha preocupação nos olhos. Apenas cansaço. Contou-me como 'salvou' a Sofia de um 'corte'. Pelo contrário, a minha sogra, Helena, chamou-o de herói e acusou-me de ingratidão. Até a própria Sofia se mudou para a nossa casa, 'traumatizada'. Será que sou eu a irracional, a 'dramática' sob efeito de medicamentos? Como podia o meu marido, um médico, priorizar um arranhão superficial à vida da sua esposa e do seu filho? O homem com quem me casei, que prometeu proteger-me, não o reconhecia. Estava cega? Eles queriam que eu me sentisse culpada. Mas uma clareza terrível atingiu-me. Não estou louca. Lutei para sobreviver, e agora vou lutar pelo meu filho. "Quero o divórcio", declarei, com uma voz firme. "E vou lutar pela custódia total do meu filho." A minha guerra começou. E não estou sozinha.”
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