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A Verdade por Trás da Ferida

Capítulo 4 

Palavras: 459    |    Lançado em: 24/06/2025

ampo de batalha. Tiago e a mãe dele vinham todos

que eu não comia. Sentavam-se ao lado da minh

om um suspiro dramático. "Acorda

tress pós-traumático", acrescentava Tiago,

deles eram como um ruído de fundo, irritante mas distante.

o meu filho, a quem decidi chamar Lucas, e cantava para ele em voz baix

temente. Ele nunca mencionava Tiago

le um dia, a olhar para o monitor. "Os pulmões es

inguém me tinha dito aquilo. Para a minha "fa

mensagem de um nú

só preocupado comigo, sabes como ele é protetor. Sempre

Sempre fomos muito ligados". Ela estava a marcar o seu território. Esta

i a me

a, Tiago insistiu em levar

io. Quando entrámos, o aparta

, anunciou Tiago, enquanto tirava o meu sac

na p

q

us roupões de seda. Tinha o braço numa ligadura i

o te importes. Eu realment

u rosto era uma máscar

e nós, Clara.

ube que não podia fica

ar aqui", disse

s do prédio e chamei um t

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A Verdade por Trás da Ferida
A Verdade por Trás da Ferida
“Com oito meses de gravidez, o meu corpo falhava. O sangue escorria, uma dor aguda na barriga, pré-eclâmpsia severa. Vida ou morte. Desesperada, liguei ao meu marido, Tiago, um cirurgião de topo no mesmo hospital. Mas a sua resposta veio fria, distante: "Clara, não posso ir. A Sofia teve um acidente." Sofia. A sua irmã mais nova. O pânico subiu pela minha garganta. Quase morri na mesa de operações, o nosso bebé Lucas nasceu prematuro, lutando pela vida na UCI Neonatal. E quando Tiago finalmente apareceu, não tinha preocupação nos olhos. Apenas cansaço. Contou-me como 'salvou' a Sofia de um 'corte'. Pelo contrário, a minha sogra, Helena, chamou-o de herói e acusou-me de ingratidão. Até a própria Sofia se mudou para a nossa casa, 'traumatizada'. Será que sou eu a irracional, a 'dramática' sob efeito de medicamentos? Como podia o meu marido, um médico, priorizar um arranhão superficial à vida da sua esposa e do seu filho? O homem com quem me casei, que prometeu proteger-me, não o reconhecia. Estava cega? Eles queriam que eu me sentisse culpada. Mas uma clareza terrível atingiu-me. Não estou louca. Lutei para sobreviver, e agora vou lutar pelo meu filho. "Quero o divórcio", declarei, com uma voz firme. "E vou lutar pela custódia total do meu filho." A minha guerra começou. E não estou sozinha.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10