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Renasci das Cinzas: O Preço da Negligência

Capítulo 3 

Palavras: 596    |    Lançado em: 24/06/2025

ntisséptico e o som suav

s olhos. Pisquei várias vezes, tentando

a barr

meu ventre. Estava vaz

pela minha garg

ei, a voz rouca. "On

da minha cama. Os seus olhos estavam cheio

e uma hemorragia grave. Tivemos de

tá bem? É um meni

Olhou para a porta, co

com cabelos grisalhos e uma expressão cansada.

Dr. Almeida. O seu

o", disse eu, a minha voz a subi

anco e sentou-se ao lado da minha cama

enta, o bebé sofreu uma grave falta de

usa. Eu prendi

. Não consegui

ã

inha cabeça, mas não

Não

quarto branco, àquele som do mon

há poucas horas. O bebé para quem eu já tinha comprado um ber

ha desa

pior do que qualquer dor física que já senti. E

ços secos e dolorosos rasgavam o meu corp

uvi. A enfermeira pousou uma mão

ta abriu-se

e ganga e uma t-shirt limpa. O seu cabelo estava m

, para o médico, e

va a exagerar", disse ele,

e olhou para o Leo com u

ns. E o seu filho morreu. Talvez quei

lhou para mim, não vi remorso. Vi irritação. Vi um home

ximou-se

ia,

, sus

q

nha voz a ganhar força. "

m momento, chocado. Depois

Eu vou ligar à minha mãe.

aco negro no meu peito e o som constante do monitor que me d

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Renasci das Cinzas: O Preço da Negligência
Renasci das Cinzas: O Preço da Negligência
“Grávida de oito meses, esperava ansiosamente o meu marido, Leo, um bombeiro, que regressava de um desabamento no centro da cidade. Estava preocupada, mas confiava no nosso futuro. Ele chegou, coberto de pó, mas a sua voz era fria, distante. Não atendia o telemóvel porque estava com a ex-namorada, Clara, a confortá-la devido a... um gato assustado. O meu coração apertou-se, mas o ventre começou a doer intensamente. Pedi-lhe ajuda, implorei por uma ambulância, mas ele revirou os olhos, acusando-me de dramatizar. "Não compares a tua dor com o ataque de pânico da Clara!", disse ele, com um riso sem humor. Minutos depois, o sangue escorria pelas minhas pernas. Desmaiei. Acordei no hospital, com o ventre vazio. O nosso bebé não sobreviveu. Eles pensam que a culpa é minha! Leo, que me deixou a sangrar, teve a audácia de dizer ao médico: "Eu disse que ela estava a exagerar!". Pouco depois, a sua mãe, Helena, chegou, não para me consolar, mas para me acusar de "stress" e enaltecer a "doce Clara". Como puderam ser tão cruéis? O meu filho morreu e eles só se preocupam consigo próprios e com a ex-namorada dele! Ali, sozinha, no vazio do meu ventre e da minha alma, percebi que o meu casamento nunca existiu. Nunca fui amada, protegida. Não mais. Ergui o telefone, procurei um advogado. Vão pagar por isto. Vou lutar pela minha liberdade. Vou renascer das cinzas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10