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A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição

Capítulo 1 

Palavras: 431    |    Lançado em: 24/06/2025

os óculos, o

na do seu pai era demasiado grav

mundo

e a minha perna partida latejava de dor debaixo d

i tinha

a mão a tremer e ligue

zes antes de ele atender.

e foi? Est

u," consegui dizer,

linha. Não era um silêncio de choqu

Já te disse, a Sofia estava a ter um ataque de pânico. Ti

e infância, a mulher q

ar, Pedro. Ele estava pre

subir. "Foi uma situação caótica! Achas que

ação fez o meu

a voz agora perigosamente

Uma risada c

disto? O teu pai já era velho, Ana. E tu

desl

rédula. As minhas lágrimas secaram de re

ente. Não era o Pedro.

en

e divórcio? O Pedro acabou

a estridente

a agradecer-lhe por ele estar bem, em vez de fazeres estas birras ego

ra dela er

nada. Nenhuma cul

com a voz firme. "N

bloqueei o número dela

com a dor da minha perda e da minha

tinha acabado juntam

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A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição
A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição
“O médico tirou os óculos, o seu rosto sério. "Sinto muito, a hemorragia interna do seu pai era demasiado grave. Fizemos tudo o que podíamos." Nesse momento, o meu mundo desabou. A dor no meu peito era insuportável, enquanto o cheiro a desinfetante me sufocava, e a minha perna partida latejava. Mas nada se comparava à traição que se seguiu. Liguei ao meu marido, Pedro, para partilhar a notícia devastadora. Ele atendeu com irritação: "Ana? O que foi? Estou ocupado." Quando consegui dizer que o meu pai tinha morrido, o silêncio do outro lado não era de choque, mas de frieza. "Eu sei," disse ele. "Eu estava lá. Tive de tirar a Sofia do carro primeiro. Ela estava a ter um ataque de pânico." A Sofia. A mulher que ele sempre protegia. A minha melhor amiga. Ele deixou o meu pai a sangrar, preso nos escombros, para salvar a sua 'amiga frágil'. O meu próprio marido observou o meu pai morrer. A fúria gelada apoderou-se de mim. A sua mãe, a Sônia, ligou logo a seguir, acusando-me de "birras egoístas" e defendendo o filho. "O teu pai teve um acidente, acontece! Não culpes o meu filho!" Eles não sentiam culpa, nem remorsos. Apenas desprezo pela minha dor. Naquele quarto de hospital, com o meu coração partido e a perna fraturada, soube que a minha antiga vida tinha ruído. Mas o meu pai, mesmo depois de morto, deixou-me uma arma. Era uma cláusula no seu testamento que amarrava o Pedro a mim. Ele precisava da minha assinatura para tocar no maior projeto da sua vida. Quando o Pedro ligou, com a voz subitamente suave e suplicante, eu sorri. O jogo tinha mudado. A guerra tinha começado. E eu ia lutar com tudo o que tinha por justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10