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A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição

Capítulo 2 

Palavras: 493    |    Lançado em: 24/06/2025

idente voltou c

rito agudo da Sofia no banco de trás, e depois

u, e depois

sto do Pedro do lado de fora da janela partida do carr

raças a

a inconsciente no banco do passageiro, com um corte

já se tinham desviad

Sofia, e

respirar! Estou a ter um ataque!" A vo

e o Pedro, a sua atenção

pai a sangrar. Ele foi para a porta de

itei, o pânico a tomar cont

A Sofia está em pânico!" gritou ele

ora. Ela agarrou-se a ele, a soluçar histericamente, en

em que algo dentr

pital abriu-se, trazendo

a uma expressão contrariada, e a Sônia o

stavas," disse o P

scentou a Sônia, cruzando os braços. "Tens de entender. A Sofia é

as pessoas que eu um d

"Deixar o meu pai morrer para salvar a vos

," disse o Pedro, revirando

ando para a porta. "Saia

o teu marido e a tua

o meu pai para morrer," respondi, a minha voz a treme

ele. Pela primeira vez, vi um vis

echando a port

monitor cardíaco e a imagem

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A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição
A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição
“O médico tirou os óculos, o seu rosto sério. "Sinto muito, a hemorragia interna do seu pai era demasiado grave. Fizemos tudo o que podíamos." Nesse momento, o meu mundo desabou. A dor no meu peito era insuportável, enquanto o cheiro a desinfetante me sufocava, e a minha perna partida latejava. Mas nada se comparava à traição que se seguiu. Liguei ao meu marido, Pedro, para partilhar a notícia devastadora. Ele atendeu com irritação: "Ana? O que foi? Estou ocupado." Quando consegui dizer que o meu pai tinha morrido, o silêncio do outro lado não era de choque, mas de frieza. "Eu sei," disse ele. "Eu estava lá. Tive de tirar a Sofia do carro primeiro. Ela estava a ter um ataque de pânico." A Sofia. A mulher que ele sempre protegia. A minha melhor amiga. Ele deixou o meu pai a sangrar, preso nos escombros, para salvar a sua 'amiga frágil'. O meu próprio marido observou o meu pai morrer. A fúria gelada apoderou-se de mim. A sua mãe, a Sônia, ligou logo a seguir, acusando-me de "birras egoístas" e defendendo o filho. "O teu pai teve um acidente, acontece! Não culpes o meu filho!" Eles não sentiam culpa, nem remorsos. Apenas desprezo pela minha dor. Naquele quarto de hospital, com o meu coração partido e a perna fraturada, soube que a minha antiga vida tinha ruído. Mas o meu pai, mesmo depois de morto, deixou-me uma arma. Era uma cláusula no seu testamento que amarrava o Pedro a mim. Ele precisava da minha assinatura para tocar no maior projeto da sua vida. Quando o Pedro ligou, com a voz subitamente suave e suplicante, eu sorri. O jogo tinha mudado. A guerra tinha começado. E eu ia lutar com tudo o que tinha por justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10