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Tao Su

5 Livros Publicados

Livros e Histórias de Tao Su

Cozinheira Traída: Renascimento Ardente

Cozinheira Traída: Renascimento Ardente

Moderno
5.0
O cheiro de desinfetante hospitalar e o som metálico dos equipamentos eram a trilha sonora do meu fim. Eu estava morrendo, esfaqueada por uma fã louca do meu namorado, Pedro, que gritava que eu era uma "chef malvada" que o havia sabotado. Minha vida passou diante dos meus olhos, mas não foram memórias felizes: só vi minha cozinha, a equipe que treinei e Pedro, o homem cuja carreira construí do zero, todos se virando contra mim. Tudo por causa de uma pote de tempero que Isabela, sua "amiga de infância" e eterna sombra, entregou a ele. Eu sabia que algo estava errado com aquele tempero químico; tentei avisar, que ele continha um forte tranquilizante que abragaria sua carreira. Mas fui ignorada e, pior, acusada de ciúmes e loucura na frente de todos. Meu aviso só serviu para que Pedro me desse um tapa no rosto, a dor da traição sendo muito maior que a física. No dia seguinte, ele competiu, passando mal como previ, mas o público e a própria Isabela culparam meu estresse, pintando-me como a vilã. Enquanto a vida me deixava, ouvi Isabela comemorar minha morte ao telefone com Pedro, revelando que manipulou Pedro e a carreira dele para tê-lo só para ela, fraco e arruinado. Senti uma raiva fria e profunda: a injustiça era imensa, eu não podia morrer assim. Meus olhos se fecharam, e então, se abriram novamente. O familiar cheiro de alecrim e alho invadiu minhas narinas. Diante de mim, estava Isabela, sorrindo e estendendo aquele mesmo pote a Pedro. Eu estava de volta, no momento exato da minha ruína. Desta vez, não haveria tapa, nem sacrifício. Desta vez, eu não protegeria ninguém que me traiu. Desta vez, todos eles iriam pagar.
A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição

A Herdeira da Vingança: O Preço da Traição

Romance
5.0
O médico tirou os óculos, o seu rosto sério. "Sinto muito, a hemorragia interna do seu pai era demasiado grave. Fizemos tudo o que podíamos." Nesse momento, o meu mundo desabou. A dor no meu peito era insuportável, enquanto o cheiro a desinfetante me sufocava, e a minha perna partida latejava. Mas nada se comparava à traição que se seguiu. Liguei ao meu marido, Pedro, para partilhar a notícia devastadora. Ele atendeu com irritação: "Ana? O que foi? Estou ocupado." Quando consegui dizer que o meu pai tinha morrido, o silêncio do outro lado não era de choque, mas de frieza. "Eu sei," disse ele. "Eu estava lá. Tive de tirar a Sofia do carro primeiro. Ela estava a ter um ataque de pânico." A Sofia. A mulher que ele sempre protegia. A minha melhor amiga. Ele deixou o meu pai a sangrar, preso nos escombros, para salvar a sua 'amiga frágil'. O meu próprio marido observou o meu pai morrer. A fúria gelada apoderou-se de mim. A sua mãe, a Sônia, ligou logo a seguir, acusando-me de "birras egoístas" e defendendo o filho. "O teu pai teve um acidente, acontece! Não culpes o meu filho!" Eles não sentiam culpa, nem remorsos. Apenas desprezo pela minha dor. Naquele quarto de hospital, com o meu coração partido e a perna fraturada, soube que a minha antiga vida tinha ruído. Mas o meu pai, mesmo depois de morto, deixou-me uma arma. Era uma cláusula no seu testamento que amarrava o Pedro a mim. Ele precisava da minha assinatura para tocar no maior projeto da sua vida. Quando o Pedro ligou, com a voz subitamente suave e suplicante, eu sorri. O jogo tinha mudado. A guerra tinha começado. E eu ia lutar com tudo o que tinha por justiça.