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Prisioneira do Passado

Capítulo 1 

Palavras: 578    |    Lançado em: 25/06/2025

tório do teste de paternida

to não tem relação biológica c

mas, mas cada uma delas ca

o. A conclusão estava lá, em pret

ava há três meses nã

isso. Eu s

com quem eu estava casada há cinco anos, fiz

ou na minha mala. Er

te ao hospital. Traz o relató

arecia pesado e difícil de engolir. D

O café estava quase vazio. Miguel estava s

postura era a mesma de se

rou para me olhar. Os seus olhos esta

sse, a sua voz era

rio da mala e emp

e finos a segurá-lo com firmeza. Ele leu-

disse finalmente, coloc

i. A minha garg

quem

o ar entre nós, pes

pondi. Não

olhos, que antes me olhavam com tanto amor, estavam ag

dos há cinco anos. Eu pe

ecemo-nos

se, um sorriso amargo a torcer-lh

a sua boca com uma f

ssim, sem ma

tro homem? Que eu fingisse que nada aconteceu?" A su

pedi para f

? Queres que eu compreenda?" Ele riu, um som oco e sem al

ão são assim

plifica-as

Eu olhei para as minhas mãos na

osso," eu

e pegou no seu casaco

rcio o mais rápido possível. Não quero nada de ti, e não te vou

ou-se p

l," eu

, mas não

. Eu vou

nto. Depois, sem olhar para trás,

sozinha com o relatório de pater

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Prisioneira do Passado
Prisioneira do Passado
“O médico entregou-me o relatório da paternidade, os seus olhos cheios de pena. "Sinto muito, Sra. Sofia. O feto não tem relação biológica com o seu marido, o Sr. Miguel." Naquele instante, o mundo desabou sobre mim. Mal sabia eu que o homem com quem estive casada por cinco anos, o Miguel, havia feito o teste de paternidade sem me dizer uma palavra. E o pesadelo estava apenas a começar. Quando o pai biológico do bebé, um ex-namorado do meu passado tumultuado, Leo, reapareceu, a minha vida virou um inferno. Ele soube do aborto e usou a minha traição, e a suposta paternidade do bebé, para me chantagear. Ele ameaçou contar tudo ao Miguel e arruinar a minha reputação. Fui forçada a mudar-me para a casa dele, transformando-me na sua prisioneira pessoal. Viver com Leo era uma tortura constante, ele controlava cada passo meu, cada conversa, até o meu telemóvel. Ele não me tocou fisicamente, mas a sua presença era uma violação, um lembrete constante do meu erro e da sua doentia obsessão. A que ponto de desespero uma mulher chega quando se vê encurralada entre um passado sombrio e um presente infernal? Como posso escapar de um homem que me prende cruelmente, chantagem após chantagem, usando a minha vida como um jogo de vingança? Não havia escolha. Tive de encontrar uma saída, mesmo que tivesse de usar as minhas próprias mãos para derrubar o meu algoz.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10