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O Diário Que Revelou a Verdade

Capítulo 4 

Palavras: 547    |    Lançado em: 25/06/2025

ituação e pedi um adiantamento salarial significativo. Ele foi

i a vender as

s pulseiras. Levei-as a uma joalharia e vendi-as por uma fração do seu valor original. O ho

ros. Vendi o meu portátil e o meu tablet. Cada venda era um pequeno sacr

"Sofia, não precisas de faz

Eu não vou deixar que aquela mulher use o dinheir

suspirou, abraçando-me com força. "Tu

re as lágrima

e para cobrir as despesas do hospital por mais um mês.

mpo, o Pedro não me

ranha sensação de libertação. Eu estava a lutar as minhas próprias batalhas, a tomar a

e, a mudar o pano húmido na sua testa, quando o telem

curiosidade, peguei no telemóvel. A minha mãe nunca me tinha dito a sua pala

ri

meçou a bater mais depressa. Senti que estava a invadi

s recente, datada

ez o meu m

que lhe dê um neto. Ela chamou a minha filha de 'infértil' e 'inútil'. Eu não aguentei. Mandei-a embora. Ela empurrou-me.

os meus dedos e caiu no

discussão

ma queda

gra. Ela tinha emp

do ali, a sangrar

teve a audácia

oderou-se de mim. Já não se tr

-se de

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O Diário Que Revelou a Verdade
“Meu pai ligou-me às três da manhã. A voz dele, rouca e urgente, disse que a minha mãe havia caído. Corri para o Hospital Central, com o coração apertado. Mas, lá, não encontrei consolo; apenas a minha sogra Inês e o meu marido Pedro, a consolarem a Joana, irmã do Pedro. "Irmão, a culpa é minha", a Joana soluçava. A Inês olhou para mim, os olhos faiscantes: "A tua cunhada é que tem a culpa!" Eles diziam que a minha mãe tinha caído por causa de uma discussão estúpida entre a Joana e ela, por causa de um gato. Eles queriam que eu me desculpasse publicamente pela "minha" culpa. A minha mãe estava em coma, e eles exigiam que eu humilhasse a mim mesma para que ela fosse tratada. Era absurdo! Como podiam pedir-me para assumir a culpa por algo que juro não ter feito? Recusei, vendi tudo para pagar o tratamento da minha mãe, mas a dúvida roía-me. Uma noite, um diário secreto da minha mãe revelou a verdade: "A Inês empurrou-me." Não foi um acidente. Não foi uma discussão com a Joana. Foi a minha sogra que a deixou a sangrar. A minha família estava a desmoronar-se. A fúria ardeu-me no peito. Eu não guardaria mais segredos. Peguei no diário do Pedro, onde ele confessava a conspiração, e a minha promessa de silêncio morreu. A partir daquele momento, a minha única missão era a justiça.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10