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Do Luto à Luta: A Virada de Sofia

Capítulo 1 

Palavras: 704    |    Lançado em: 25/06/2025

nha mãe na mão. O sol do meio-dia estava fort

ataque cardíaco fulminante

u sei que

dro. A sua foto de perfil mostrava-o a sorri

nha mãe e eu estamos a caminho. Ela que

completamente alheia a

azer." A minha voz s

ão ser preguiçosa. A minha mãe fez um esforço p

r à nossa casa fosse u

minha mã

ado da linha. Durou

z dele volto

stás a brincar comigo? Que pia

ospital. Acabei de receb

ocupado eu estou? A minha mãe já está no carro, toda animad

migo, nem com a minha mãe. Er

di, sentindo um cansaço pro

o fraco, não lhe posso dar uma notícia destas assim de repe

"Pedro, o que se passa? Porque é que estam

a sua resposta abafada. "A mãe dela está

r comigo, a voz b

r de urgência. Inventa qualquer coisa. Quando chegarmos,

uei a

partilhei a cama durante cinco anos, estava mais preocupado em

óbito. Causa da morte: en

ção. Foi a tristeza acumulada durante anos a servir uma famí

ou outra vez. Pedro

"Atende o telefone, Sof

icar nervosa. A culpa vai se

que me fez soltar uma

não ter avisado com antecedência. A mãe dele podia ter um

agem de autocarro, o papel

o a Beatriz vinha visitar, a minha mãe passava dias a preparar os pratos pre

izia sempre: "É o jeito dela, tens de com

or par

-se na minha men

asamento, a subs

ndeu imediatamente, a vo

que é que ten

, a minha voz firme.

-

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Do Luto à Luta: A Virada de Sofia
Do Luto à Luta: A Virada de Sofia
“Saí do hospital com o atestado de óbito da minha mãe na mão. O sol do meio-dia estava forte, mas eu sentia um frio que vinha de dentro. O meu telemóvel vibrou. Era o meu marido, Pedro. A voz dele era animada, perguntando se a minha mãe já tinha feito o almoço para ele e a minha sogra, Beatriz. Com a garganta rouca, respondi: "Ela não vai poder fazer." Ele, irritado, retrucou: "Diz-lhe para não ser preguiçosa. A minha mãe fez um esforço para vir de longe só para provar a comida dela." Nesse momento, a frieza insuportável atingiu-me. "Pedro, a minha mãe morreu." Houve um silêncio do outro lado. Depois, a voz dele voltou, furiosa: "Morreu? Estás a brincar comigo? Que piada de mau gosto é essa, Sofia?" Não havia preocupação comigo, nem com a minha mãe falecida. A única preocupação dele era a desilusão da sua mãe, Beatriz. "O que é que eu digo à minha mãe agora? Que a viagem foi em vão?" Ele exigiu que eu inventasse uma desculpa, para "não estragar o dia" à sua mãe, que tinha o "coração fraco". Enquanto a minha mãe, que acabara de morrer de um ataque cardíaco, era "preguiçosa". O mundo pareceu girar devagar enquanto a raiva se apoderava de mim. A minha mãe morreu de tristeza acumulada ao servir uma família que nunca a valorizou. O homem com quem partilhei cinco anos de vida estava mais preocupado com um almoço cancelado do que com a morte da minha mãe. A decisão formou-se na minha mente, clara e fria. Liguei-lhe de volta e, antes que ele pudesse terminar a sua reclamação, a minha voz firme cortou-o: "Pedro, vamos divorciar-nos."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10