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Não Tocarás no Meu Filho: A Luta de Uma Mãe

Capítulo 1 

Palavras: 601    |    Lançado em: 25/06/2025

Eu estava na praia, a sentir o sol quente na minha pele,

Estou a caminho do hospital. Ele c

ho da minha mel

tra vez, sentindo um nó a

está o Leo?", digitei rapida

uve re

ara o correio de voz. O pânico começou a instalar-se. O

A voz dela estava t

sa? Onde está o Pedr

tante. "O Pedro está aqui no hospital comigo.

como um sussurro desesperado.

Uma pausa que dur

ava a dormir no carro, então ele deixou-o lá para não o a

-o no

intenso, com o

rri para o meu carro, as minhas pernas mal me obedeciam. A viage

o carro do Pedro.

rosto pálido. A janela estava apenas ligeiramente aberta. O

brir a porta trancada. Um segurança ouviu os

o. Ele estava mole, a sua

Corri atrás deles, mas barraram-m

coberta do suor do meu filho

a Sofia ao seu lado. O rosto de

ue acontece

ia de qualquer emoção. "Tu deixaste o nosso filho a

Eu não pensei... foi só por um moment

mpi, o meu olhar fixo nele. "O noss

heios de lágrimas. "Marta, a culpa não é dele.

iga. A mulher por quem o meu mari

ha voz baixa e perigosa.

s via. Só via a porta fechada da sala de emergência

meu casamento tinha acabado.

inha a

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Não Tocarás no Meu Filho: A Luta de Uma Mãe
Não Tocarás no Meu Filho: A Luta de Uma Mãe
“Eu estava na praia, sentindo o sol quente na pele, quando a mensagem do meu marido, Pedro, virou o meu mundo de cabeça para baixo. O filho da minha melhor amiga tinha sofrido um acidente. Mas a minha voz, desesperada, só perguntava: "E o Leo? Onde está o nosso filho?" O Pedro estava no hospital com a Sofia, a ajudá-la. E o nosso Leo? "Ele ficou no carro, a dormir", disse ela, a voz distante. "No calor sufocante." Deixou-o no carro. Onde o encontrei, pálido, imóvel, quase morto. O meu filho lutou pela vida, mas sobreviveu com danos cerebrais graves. O Pedro, o pai dele, disse que não pensou, que foi um acidente infeliz. A Sofia, a minha melhor amiga, implorou que eu o perdoasse. Como? Como perdoar quem quase tirou a vida ao meu filho? Como aceitar as desculpas de quem trocou o meu filho por uma amiga? A minha sogra disse para eu o perdoar, porque "os casamentos passam por dificuldades", enquanto meu Leo, o meu pequeno grande guerreiro, lutava para simplesmente existir. O que eles não sabiam é que as suas desculpas e a sua culpa não traziam o meu filho de volta. Não apagavam as cicatrizes na sua mente. Nesse dia, com a voz embargada e a alma dilacerada, tomei uma decisão: O Pedro ia pagar. E eu ia lutar. Por cada milímetro de futuro que roubaram ao meu filho. Eu sabia que a guerra tinha apenas começado.”
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