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A Chuva e a Luta: O Filho que Ele Abandonou

Capítulo 2 

Palavras: 639    |    Lançado em: 25/06/2025

hei um táxi. A chuva a

e passavam desfoc

casa da minha sogra. Era

a rua. As luzes brilhavam através das janelas, e eu con

fe

, parte pelo frio,

mpainha. Ni

a com toda a

abriu-se. Era a So

e cima a baixo, com

qui a fazer? Vieste

?" perguntei, a

a disse, tentando fech

bro, a dor a atravessar-me o

i na

ool e a perfum

estav

Ao seu lado, estava a Daniela, a segurar-lhe no braço, a s

sentada num sofá, a observá-l

es me viu

afastarem-se para me dar passage

ou-se pela sala a

so desapareceu do seu

azer aqui? Eu não te

disse, a minha voz a ecoar no silê

meu filho! Já te dissemos que não há dinheir

ti, a minha voz a subi

u. "Se ele morrer, podem sempre f

gue a fugir

sesse alguma coisa. Que ele defendesse

ou para o chão

querido, não deixes que ela te chate

eu perdi

le," sibilei p

irei-me p

disse, a minha voz a tremer de raiva. "Vens comigo par

e, depois para a Dani

ícula, Ana. Es

o divórc

tens nada. A casa é da minha mãe. O carro está em meu no

isse. "Eu só não quero ma

afia que a enfermeira me tinha enviado. O noss

teu filho. Esta é a tua última op

er olhou par

e, afastando a minha mão. "V

manhã para nó

saí. Ningué

trás de mim, ouvi a

a cont

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A Chuva e a Luta: O Filho que Ele Abandonou
A Chuva e a Luta: O Filho que Ele Abandonou
“A chuva batia forte contra as janelas do hospital. Eu estava deitada, o corpo dolorido, o berço vazio ao meu lado. O meu filho, Mateus, nascido há apenas três dias, lutava pela vida na UTI neonatal. Liguei para o meu marido, Leo, buscando apoio e para lhe informar sobre a cirurgia urgente e dispendiosa que o nosso filho precisava. Ele atendeu, a voz abafada por música alta e risos. "O que foi, Ana? Estou ocupado." Depois, ouvi as vozes da minha sogra e da irmã dele, Clara e Sofia, incentivando-o a desistir do nosso bebé. Clara, a avó do Mateus, chamou-o de "poço sem fundo". Leo, por sua vez, estava numa festa com a ex-namorada, Daniela, e disse-me para "não ser dramática". Em vez de vir ao hospital, ele desligou na minha cara. Depois, bloqueou-me. Deixaram-me sozinha, no hospital, com o nosso filho moribundo. O meu marido escolheu uma festa com a ex-namorada em vez do seu próprio filho. A sua mãe, a avó do bebé, desejava a morte do neto. Senti um aperto indescritível no peito. Como puderam fazer isto? Como é que um pai pode abandonar o seu filho no momento mais crítico? Este casamento tinha acabado. Mas eu não ia desistir do meu filho. Ninguém se preocupava, mas eu sim. A dor da cesariana era nada comparada à dor no meu coração, mas eu tinha que lutar. Eu sabia que tinha que mudar o meu destino. Eu ia encontrar uma maneira de salvar o meu filho, nem que fosse sozinha.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10