icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Do Bode Expiatório à Justiceira

Capítulo 3 

Palavras: 536    |    Lançado em: 26/06/2025

asa e não olh

parecia limpar os meus pulmõe

ha para

eu não queria preocupá-los. Os meus

m a minha mala ao meu lado. Os autocarr

ompletamen

bolsa. Tinha comprado um bar

ros. Eu não tinha muito dinheiro. O dinheiro que

o fez-me se

Não falávamos há algum tempo,

a e liguei, o meu cora

em? A tua voz p

ão imediata qua

tão tarde. Eu... eu

a culpa e as acusações. Apenas disse que eu e o Pedro nos tínhamos s

Onde estás? Eu

Vinte minutos depois, o car

abraçou-m

a. Eu sin

oronar. Chorei como não tinha chorado desd

mento. Fez-me um chá e sentou-se comigo

Apenas ouviu, o seu ro

sse ela quando eu terminei.

rrei. "Ou pelo meno

disse a Ana. "As pessoas mostram quem realmen

inha

Durante o dia, quando ela estava no trab

eçar a minha

me ligou.

sua família. O seu silêncio era a pr

o estúdio para alugar. Era minúsculo e

mesa num café. O salário não era muito, mas e

litária e difícil, mas e

aído, recebi uma carta

ria o d

mpessoais. Citavam "dife

era um eufemismo para "a minha família odeia-

esitação e enviei-os de

da dele. Apenas

Reclame seu bônus no App

Abrir
Do Bode Expiatório à Justiceira
Do Bode Expiatório à Justiceira
“O meu casamento acabou no dia em que o meu sogro, Miguel, morreu. Ele caiu da escada, um acidente trágico, mas para a minha família, eu era a culpada. Cheguei ao hospital, telemóvel partido, para encontrar a minha sogra, Sofia, e a minha cunhada, Clara, aos gritos. "Onde estavas? É tudo culpa dela!" Elas me acusaram de ter causado a morte de Miguel por uma simples observação sobre uma lâmpada. O Pedro, o meu marido, assistiu a tudo em silêncio. O seu silêncio foi a sentença de morte para o nosso casamento. Fui tratada como uma intrusa, uma mancha, um lembrete vivo da sua perda e do seu ódio. No funeral, ninguém me dirigiu a palavra. Eu era invisível, ou pior, o bode expiatório perfeito. Expulsaram-me de casa, rejeitaram-me como se nunca tivesse sido parte da família. Pedro dobrou-se aos desejos delas, a sua fraqueza selou o nosso destino. Assinei os papéis do divórcio sem hesitar, o seu silêncio já tinha dito tudo. A sua família reescreveu a história, apresentaram-se como vítimas impecáveis nos jornais. Eu fui apagada, como se nunca tivesse existido. A raiva e a dor sufocavam-me, a injustiça queimava a minha alma. Sonhava com os seus olhares acusadores e o silêncio do Pedro. Então, um dia, recebi uma mensagem. Era de Rui, um velho amigo de Miguel: "Precisamos de falar. É sobre o Miguel." Ele tinha um frasco de comprimidos misteriosos e uma verdade chocante sobre a minha sogra assassina. Não foi um acidente. E eu, sem nada a perder, decidi que a verdade viria à tona.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10