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Custódia e Consequências: A Mãe Que Não Desiste

Capítulo 3 

Palavras: 820    |    Lançado em: 26/06/2025

do, decidi levar a Sofia

de pura alegria, sem s

viu a roda gigante f

dámos nos carrosséis e r

os apenas uma mãe e um

para a montanha-russa infan

icação de uma

omum tinha pu

ficação por

stômago

s eram

lena, a sorrir

nte à Torre Eiffel, os br

aurante chique, a brinda

o maior negócio de sempre! Parabéns a

eram de s

pondia exatamente à hora da

o de cons

gue a fugir

tão descarad

va numa sala

a celebra

m

Estás

ia tirou-me

ra o seu rosto ino

meu amor. Só vi uma mensagem de

e a dor para o fu

era par

ixar que ele

de a Sofia adormec

ro, o brilho do telemó

o rost

feliz. Genui

idade que eu não

ue ele nunca par

me uma

do nele, mesmo q

endido a su

escola, a pensar que talvez, só

elemóve

a

ue ele prom

inha voz fr

nha princesinha?" A sua voz

rmir," respond

ria falar com ela.

a um parque

isas de te preocupar

segui c

a reunião de c

pequena

tiva. Mas produtiva.

voz carregada de sarcasmo. "

a foi jantar. Foi

da? Ou só tu

utro lado foi a

estava sentada numa cadeira minúscula a ouvir

u, um som d

ão é o qu

-me. A Torre Eiffel faz part

s! A celebração aconteceu

onselho para evitares ir à escola da tua filha. Preferiste ir celeb

!" gritou ele. "A He

frente à Torre Eiffel como

o casamento acabou, Clara! Eu não te devo

responsabilidade! Uma responsabilidade que t

va a subir, a ra

u sustento-a! Dou-lhe

ecisa do pai dela! Mas é óbvio que esse papel j

uar com este dr

ei-o. "Foge. É o

desl

vel para o outr

a contido durante todo

ágrimas de

imas de p

inha apen

eitado. Tinha desres

to sem um pin

o, algo mudou

lugar à de

te apagar-nos da sua vida, trat

va muito

xar que ele s

ma

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Custódia e Consequências: A Mãe Que Não Desiste
Custódia e Consequências: A Mãe Que Não Desiste
“O meu divórcio estava finalmente concluído, no dia em que a minha filha Sofia fazia cinco anos. Apesar da dor, esperava que este marco trouxesse alguma paz. Liguei ao Pedro, o meu ex-marido, apenas para confirmar se ele viria à festa da nossa filha. Ele atendeu rapidamente, mas a voz dele estava distante e apressada. Pelo fundo, ouvi a voz adocicada da Helena, a sua colega de trabalho, a lembrá-lo de que "o avião não espera". Ele desligou, sem hesitar, para ir com ela para Paris. No dia seguinte, fui à reunião de pais da Sofia sozinha, pois Pedro alegou uma "reunião de conselho inadiável". A professora revelou que a Sofia tinha desenhado a nossa família, e só lá estávamos nós as duas. "O papá está sempre a trabalhar", disse ela à professora. Isso partiu-me o coração. A raiva ferveu quando, horas depois, uma notificação nas redes sociais mostrou fotos de Pedro e Helena a brindar com champanhe em Paris. A legenda celebrava "o maior negócio de sempre" no exato momento da "reunião de conselho" dele. "Mentiste! Preferiste celebrar com a tua amante a assumir as tuas responsabilidades como pai!", gritei-lhe ao telefone. Ele chamou-me histérica e ciumenta. A minha ex-sogra ainda veio à minha porta, ameaçando-me, dizendo que eu estava a destruir o filho dela. Como podia ele ser tão cego, tão cruel? Eles achavam que eu era apenas uma ex-mulher irritante. Mas já não havia lágrimas. Havia apenas uma fúria fria. Eu não seria mais a vítima. Decidi que, desta vez, ele pagaria por cada mentira, cada ausência, cada deceção. Eu ia lutar pela minha filha, e ele ia ver do que uma mãe determinada era capaz. A batalha tinha acabado de começar.”
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