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Não Mais Uma Vítima: O Renascer de Sofia

Capítulo 4 

Palavras: 569    |    Lançado em: 26/06/2025

as seguintes

omia. Ma

constantemente, um lem

a minha caixa de miséria,

s da minha caligrafia de adolesc

encontrei

chave colada

escrito: "A caixa

tinha dez anos. A minha mãe caso

pletamente a caixa. Es

s. O sótão estava escuro

aixa de madei

com a

u pai, as suas cartas para a mi

rigido a mim. "Para a minha S

minha mãe nunca

s tremiam enq

carta do

me amava. Ele escreveu sob

sobre algo que fez

seguro de vida substancial em meu

o número da apólice, o no

erido para uma conta de confiança

um cêntimo d

oube que e

das, a carta

ardo estavam na coz

carta na mesa

guntei, a minha voz

rta. O seu rosto ficou

arta da mão. Ele leu-a, e

aste isto?",

de está o dinheiro? O

a chorar. "Sofia, nó

como roubaram a hera

o foi usado! Tínhamos dívidas! A casa, a educação d

"Usaram o dinheiro do meu pai para pagar

itou o Ricardo. "Mais do qu

ezo dele por mim. A culpa da minha mãe. A

criaram. Ele

minha voz a tremer de raiva. "Eu vou p

rovas. A conta foi fechada há ano

confiante

coisa. O meu pai era

a cópia de todos os documentos com o seu adv

e. Eu tinha um

ma nova razã

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Não Mais Uma Vítima: O Renascer de Sofia
Não Mais Uma Vítima: O Renascer de Sofia
“O médico disse que tive sorte em estar viva após o acidente. Deitada na cama de hospital, a dor latejava, mas a pior dor era a ausência do meu noivo, Léo. Três dias se passaram e ele não apareceu. Finalmente consegui ligar, mas a sua voz estava distante, irritada. "Sofia, ele está com a Clara. Ela viu o acidente, está em choque." Clara, a minha meia-irmã, manipulou Léo ao telefone, e ele a chamou de "meu amor". Ele desligou na minha cara, acusando-me de ser egoísta. "Como podes ser tão egoísta? Ela está traumatizada por tua causa!" Logo, meu padrasto Ricardo entrou, não para me ver, mas para repreender minha mãe: "Isabel, controlas a tua filha! Ela teve o que merecia!" Ele me odiava, me via como um fardo, enquanto a Clara era o seu tesouro. Não era só Léo que me traía e me culpava. Até minha própria mãe, outrora meu pilar, encolhia-se, incapaz de me defender, presa ao jugo do meu padrasto. Senti-me completamente sozinha, quebrada e humilhada, um fardo para todos. Quando a Léo e a Clara finalmente apareceram no hospital, foi para me acusar, mentir sobre eu ter bebido e me culpar pelo acidente que quase me matou. "Ela podia ter morrido, Sofia." Eles me abandonaram ali, sozinha no silêncio ensurdecedor do quarto. Ao receber alta, voltei para a nossa casa, apenas para encontrar minhas coisas embaladas numa caixa, e um lenço de seda rosa da Clara no sofá. Ela já havia tomado o meu lugar. Sentei-me no chão, chorando ao lado da caixa que continha o que restava da minha vida. Mas o desespero atingiu o fundo do poço quando, de volta à casa da minha mãe, fui novamente diminuída e julgada. Foi então que uma antiga chave e uma carta do meu falecido pai, que eu só deveria receber aos 18 anos, revelaram uma verdade chocante: meus pais haviam roubado a minha herança e a usado para sustentar a família "perfeita" que nunca fui parte. O Ricardo ainda riu na minha cara: "Tenta. Não tens provas. É a tua palavra contra a nossa." Mas eles não sabiam que meu pai era meticuloso. Ele tinha um advogado, o Sr. Alves, e provas. Eu sabia que precisava lutar. Não mais a vítima, mas uma lutadora. O jogo tinha mudado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10