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Acordo Amargo: O Casamento de Sofia

Capítulo 1 

Palavras: 474    |    Lançado em: 26/06/2025

e encheu as minhas narinas, e uma dor a

da cama, descascando uma maçã com uma fac

quer olhou

rdas

fria, sem qu

perguntei, a minha g

finalmente levantou os olhos.

eve sorte. Mas tu, Sofia,

morri no acidente de carro. A m

queres

faca de lado com um baque

o foi imprudente. Conduzir daquela forma, colocar a vida dela em risco... E ag

mas cada palavra era

cidente, Pedro. Um camião

ficou ferida. O nosso casamento foi adiado. E o mais importante,

o da família dele? Era só co

s cancelar o

ue eu pudesse detê-las. Eu estava cansad

arem-se. Por um momento, não disse nada. De

dois anos. A tua mãe adora-me. Achas mesmo que podes simples

voz a tremer ligeiramente. "Tu não te importas comi

so que estou aqui, a cuidar de ti. Mas tens de entender as prioridades. A imagem da famíli

o seu casaco e saiu do q

erto sobre uma coisa. A minha mãe adorava-o. Ela via-o como o filho perfeito

to não seria fácil

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Acordo Amargo: O Casamento de Sofia
Acordo Amargo: O Casamento de Sofia
“Quando acordei, o cheiro a desinfetante e uma dor excruciante no tornozelo lembraram-me do acidente. O meu noivo, Pedro, estava ao lado da cama, aparentemente a cuidar de mim, mas o seu olhar era frio. "Acordaste?" a sua voz sem emoção cortava o ar. Em vez de preocupação, ele acusou-me de ser uma "grande deceção", de colocar a vida da minha mãe em risco e de adiar o nosso casamento, manchando a "reputação da sua família." Eu, que quase morri, era a culpada. A minha mãe, Clara, parecia estar a recuperar, mas a sua afeição por Pedro era inabalável, vendo-o como o genro perfeito. Dois dias depois, veio a notícia devastadora: o cancro da minha mãe regressara, mais agressivo. Foi aí que Pedro jogou a sua cartada final. "Eu pagarei pelo melhor tratamento, não importa o custo," disse ele, um sorriso triunfante nos lábios, enquanto a minha mãe se agarrava a ele como a um salvador. Eu estava encurralada. O meu sacrifício era a única esperança para a minha mãe. Eu vendera a minha alma para a salvar. "Eu caso contigo," disse, a minha voz vazia, "mas com uma condição." Ele sabia que tinha vencido. Perguntei-me: Como podia ele ser tão cruel? Como a minha própria mãe podia estar tão cega pelo seu "anjo"? Eu não tinha escolha, a não ser tornar-me a sua "esposa troféu" numa gaiola dourada. Mas, no dia do casamento, enquanto ele sussurrava "Agora és minha. Para sempre," algo quebrou dentro de mim. A raiva, fria e calculista, tomou conta. Eu casaria com ele, mas eu também encontraria uma forma de sair. E levaria a minha mãe comigo. A vida no luxo era uma prisão. Monitorizou os meus gastos, as minhas chamadas, as minhas saídas. Mas, em segredo, comecei a planear. Não, eu não pertencia a ninguém. E a minha vingança seria a liberdade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10