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Acordo Amargo: O Casamento de Sofia

Capítulo 2 

Palavras: 391    |    Lançado em: 26/06/2025

meu quarto. Ela parecia pálida, mas os seus olhos brilhavam d

do! Não precisava

alquer coisa por si", disse ele, com um

rando-me completamente. Começaram a conversar animadamente sobre os p

al para a receção, talvez algo

ajustes agora que o casamento foi adiado", disse

ento", disse eu,

apareceu. Pedro olhou para

se a minha mãe, a sua voz a subir. "Estás a

osco, mãe. Ele só se imp

eu-o. "Ele esteve aqui todos os

exalte. A Sofia está apenas stressada por cau

sua expressão a dizer:

a manipular a minha mãe contra mim,

e estou a dizer. Eu que

e destruas a tua felicidade por causa de um capri

tava tão cega pelo charme dele

e embora. Assim que sair des

ficou pálido de raiva e choque. Pedro, por o

. Ele sabia que a minha mãe era a minha

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Acordo Amargo: O Casamento de Sofia
Acordo Amargo: O Casamento de Sofia
“Quando acordei, o cheiro a desinfetante e uma dor excruciante no tornozelo lembraram-me do acidente. O meu noivo, Pedro, estava ao lado da cama, aparentemente a cuidar de mim, mas o seu olhar era frio. "Acordaste?" a sua voz sem emoção cortava o ar. Em vez de preocupação, ele acusou-me de ser uma "grande deceção", de colocar a vida da minha mãe em risco e de adiar o nosso casamento, manchando a "reputação da sua família." Eu, que quase morri, era a culpada. A minha mãe, Clara, parecia estar a recuperar, mas a sua afeição por Pedro era inabalável, vendo-o como o genro perfeito. Dois dias depois, veio a notícia devastadora: o cancro da minha mãe regressara, mais agressivo. Foi aí que Pedro jogou a sua cartada final. "Eu pagarei pelo melhor tratamento, não importa o custo," disse ele, um sorriso triunfante nos lábios, enquanto a minha mãe se agarrava a ele como a um salvador. Eu estava encurralada. O meu sacrifício era a única esperança para a minha mãe. Eu vendera a minha alma para a salvar. "Eu caso contigo," disse, a minha voz vazia, "mas com uma condição." Ele sabia que tinha vencido. Perguntei-me: Como podia ele ser tão cruel? Como a minha própria mãe podia estar tão cega pelo seu "anjo"? Eu não tinha escolha, a não ser tornar-me a sua "esposa troféu" numa gaiola dourada. Mas, no dia do casamento, enquanto ele sussurrava "Agora és minha. Para sempre," algo quebrou dentro de mim. A raiva, fria e calculista, tomou conta. Eu casaria com ele, mas eu também encontraria uma forma de sair. E levaria a minha mãe comigo. A vida no luxo era uma prisão. Monitorizou os meus gastos, as minhas chamadas, as minhas saídas. Mas, em segredo, comecei a planear. Não, eu não pertencia a ninguém. E a minha vingança seria a liberdade.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10