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A Mãe Que Recusou Ser Apagada

Capítulo 1 

Palavras: 580    |    Lançado em: 27/06/2025

no dia do seu pri

de carro. Eu e

ão desgovernado, e o nosso pequeno Alex, que estava

alguns arranhões.

u-me o corpo frio do meu filh

enhora. Fizemos

u. O ar faltou

, correu para mim, ma

po de Alex dos meu

o meu neto! Porque é qu

o corredor do hospita

ponder. A minha garg

tipóia, aproximou-se

a-te. Não f

eus olhos estavam frios, v

as perturbada, Sofi

sassina. Ela culpou-me pela morte do nosso

, algo dentro d

a esperança que eu tinha na no

pa minha. Que o camião veio do nada, que eu

alavras

em que raramente falava, pôs

a. Vamos levar o

ora, levando o me

oi co

or frio do hospital, com o ch

tocou. Era a m

? A Helena ligou-me a g

almente saiu, u

orreu,

ado da linha. Depoi

a ir pa

lhar para as minhas mãos vazias. As mãos

ágrimas pareciam te

gelado preench

ília não me que

ena não consegue olhar para t

éo me disse

filho de volta. Como se o tempo pudesse ap

fundo do cemitério, atrás de u

e sobre o pequeno caixão branco. V

uma família un

estranha.

imei-me do monte de terra fresca. A

" sussurrei. "A m

iu sobre mim.

se ao meu lad

ez desde o acid

mã, uma dor tão profunda que p

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A Mãe Que Recusou Ser Apagada
A Mãe Que Recusou Ser Apagada
“O meu filho morreu no dia do seu primeiro aniversário. Foi um acidente de carro. Eu estava ao volante, e ele na cadeirinha no banco de trás. No hospital, ainda em choque, a minha sogra, Helena, arrancou o corpo frio do meu filho dos meus braços e gritou: "Assassina! Tu mataste o meu neto! Porque é que não foste tu a morrer?" O meu marido, Léo, com o braço partido, abraçou a mãe e disse-me: "A Helena está apenas perturbada, Sofia. Não leves a mal." Não levar a mal? Ele pediu-me para não levar a mal enquanto eu era acusada da morte do nosso filho. Eles excluíram-me do funeral, enviando-me os papéis do divórcio pelas mãos da minha sogra, que me disse: "O Léo quer apagar-te. Não fazes parte dos planos." Eu estava sozinha. Completamente sozinha, com o vazio no peito. Mudei-me para Lisboa, reconstruí a minha vida e carreira do zero, mas a cicatriz da perda nunca desapareceu. Agora, um ano depois, a Clara ligou-me com uma notícia chocante: o Léo e a prima dele, Joana, esperam um bebé. Eles tinham seguido em frente. Tinham substituído o meu filho. Tinham-me substituído a mim. Como ousavam construir uma nova família feliz sobre as cinzas da minha, como se eu e o Alex nunca tivéssemos existido? Será que a verdade virá à tona? Serei apenas uma memória distante, apagada e culpada, ou Sofia encontrará a sua própria forma de justiça e paz?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10