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A Mãe Que Recusou Ser Apagada

Capítulo 2 

Palavras: 570    |    Lançado em: 27/06/2025

a casa. A

como o tínhamos deixado. O berço, o

antuário

ssa noite. Ele não

te o j

pairou no ar,

para ele,

ser enterrado, Léo. E tu

u, um som d

a. Não podemos simples

Eu não consigo fingir

u a sofrer! Achas que é fácil para mim? Perdi o meu fil

ua dor transformou-se e

voz a tremer. "Quem cuida

, Sofia! Tu és forte, se

rar

r a morte do meu filho c

separados. O silêncio entre nós era

uiram, a distância

fora de casa. Dizia que estava a

evitar. A evitar a casa. A ev

ão para mim, mas para o Léo. Eu

Como consegues olh

forte, meu fi

rança viva da tragédia qu

eral, Léo chegou a casa

ardar os seus pertences. As roupas minúscul

azer?", pergunte

r guardarmos estas coisas.

ra mim. As suas mãos moviam

um pequeno macacão azul das

o tens o

Só estás a tornar as

a ti? Para a tua mãe? E eu? O

ou para mim. A sua

s. Estás agarrada à dor, e estás a arras

partilhar a dor comigo. Ele estava a fugir del

ora," disse eu, a

ceu surp

q

te embora. Vai para junto da tua mãe

nto. Depois, acenou com a cabeça,

ouvi a porta da

ha ido

cão e sentei-me no chão do

ha. Completa

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A Mãe Que Recusou Ser Apagada
A Mãe Que Recusou Ser Apagada
“O meu filho morreu no dia do seu primeiro aniversário. Foi um acidente de carro. Eu estava ao volante, e ele na cadeirinha no banco de trás. No hospital, ainda em choque, a minha sogra, Helena, arrancou o corpo frio do meu filho dos meus braços e gritou: "Assassina! Tu mataste o meu neto! Porque é que não foste tu a morrer?" O meu marido, Léo, com o braço partido, abraçou a mãe e disse-me: "A Helena está apenas perturbada, Sofia. Não leves a mal." Não levar a mal? Ele pediu-me para não levar a mal enquanto eu era acusada da morte do nosso filho. Eles excluíram-me do funeral, enviando-me os papéis do divórcio pelas mãos da minha sogra, que me disse: "O Léo quer apagar-te. Não fazes parte dos planos." Eu estava sozinha. Completamente sozinha, com o vazio no peito. Mudei-me para Lisboa, reconstruí a minha vida e carreira do zero, mas a cicatriz da perda nunca desapareceu. Agora, um ano depois, a Clara ligou-me com uma notícia chocante: o Léo e a prima dele, Joana, esperam um bebé. Eles tinham seguido em frente. Tinham substituído o meu filho. Tinham-me substituído a mim. Como ousavam construir uma nova família feliz sobre as cinzas da minha, como se eu e o Alex nunca tivéssemos existido? Será que a verdade virá à tona? Serei apenas uma memória distante, apagada e culpada, ou Sofia encontrará a sua própria forma de justiça e paz?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10