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A Cicatriz do Meu Ventre Vazio

Capítulo 2 

Palavras: 513    |    Lançado em: 27/06/2025

is, recebi alt

com a mãe de Sofia depois da m

odo o caminho. O seu silêncio era p

partilhava com o Pedro, a porta abriu-

melhos e inchados. Ela correu par

ão voltou! Eu procur

m força. "Calma, queri

e preocupação. Ele olhou para mim por um segundo,

de novo, Sofia. N

omo se fossem invisí

espalhadas pelo chão. No meio da sala de estar, havia

rio para um gato que nem sequer estava lá, enqua

oisas estavam todas amontoadas num c

nha de cabeceira, havia uma f

A dor física não era nada comparada com

meu pai, baixa e zangada. A do Ped

i, a sua voz cheia de desprezo. "Depo

ela," respondeu o Pedro. "Ela e

" soluçou Sofia. "Ela nunca gos

Ciúmes. Era isso

do divórcio que eu tinha mandado preparar há me

assinei o meu nome

ão. Sem arr

até à sala. Eles cala

na mesa de café,

u, a minha voz firme.

epois para mim, os seus olhos

ão sejas

respondi calmamente. "Estou a

a o quarto, fechando

ei-os. Peguei numa mala e come

ir, mas qualquer luga

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A Cicatriz do Meu Ventre Vazio
A Cicatriz do Meu Ventre Vazio
“Abri os olhos num hospital, o cheiro a desinfetante invadiu-me as narinas. A última coisa de que me lembrava era o som do metal a torcer-se. Toquei na minha barriga, que deveria estar redonda, mas estava lisa. O meu bebé, que nasceria em breve, desaparecera. As lágrimas começaram a escorrer, enquanto via a mensagem do meu marido, Pedro: "Estou com a Sofia, o gato dela fugiu. Não me ligues, estou ocupado." O meu mundo desabou. Eu estava a lutar pela vida do nosso filho, e ele estava a consolar a minha meia-irmã por um gato. A voz dele, outrora terna, agora áspera, irritada quando finalmente liguei: "O que queres agora, Lúcia? Já não te disse que estou ocupado?" Mal consegui sussurrar sobre o acidente e a perda do nosso filho, mas ele só tinha ouvidos para os choramingos da Sofia ao fundo, preocupada com o seu gato. A raiva superou a dor. "Pedro, vamos divorciar-nos." Ele gritou: "Estás louca? Divórcio? Para de ser tão egoísta!" Nem me perguntou pelo bebé. Ele desligou na minha cara. Onde estava o homem que jurou amar-me? Como pôde ser tão cruel? Eu não conseguia entender. Deixei a casa que partilhava com ele e com o meu pai, que também me criticava, e com a Sofia, cujas lágrimas falsas me comparavam a perda do meu filho com a fuga de um gato. Eu assinei os papéis do divórcio e saí, sem olhar para trás, sem saber para onde ir. Mas uma voz profunda dentro de mim, cheia de dor e justiça, sussurrava que esta não seria a minha derrota, mas sim o início da minha vingança. O que aconteceria a seguir?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10