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A Cicatriz do Meu Ventre Vazio

Capítulo 3 

Palavras: 471    |    Lançado em: 27/06/2025

nha mala, os três olharam par

" perguntou o meu pai,

i," respondi, se

um sorriso de escárnio. "Vais voltar a r

e dirigi-m

minho, as suas lágrimas

sei que estás chateada, mas o Pedro am

ofia," disse eu, a minh

terrível, eu sei. Mas eu também estava a sofrer! P

o meu filho com a

era tão intensa que

sse eu, a minha voz a tremer. "Tu não te

ara o lado e

porta, não voltes ma

eu, sem me virar. "Não t

trás de mim e nã

u não tinha dinheiro, não tinha amigos em quem confiar. A m

utocarro, a mala ao meu lado. O mun

inha. Complet

ha frente. A janela

pequena empresa de design onde eu trabalhava antes de o

s a fazer aqui a e

r. As palavras estavam p

ro, a sua expre

m? Parece

acidente, o bebé, o Pedro, a Sofia. As palavr

me interromper. Quando terminei,

var-te a um

cebeu-me de braços abertos. Eles deram-me um quarto quente,

nha, senti uma pequena centelha de esp

tivesse tão sozi

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A Cicatriz do Meu Ventre Vazio
A Cicatriz do Meu Ventre Vazio
“Abri os olhos num hospital, o cheiro a desinfetante invadiu-me as narinas. A última coisa de que me lembrava era o som do metal a torcer-se. Toquei na minha barriga, que deveria estar redonda, mas estava lisa. O meu bebé, que nasceria em breve, desaparecera. As lágrimas começaram a escorrer, enquanto via a mensagem do meu marido, Pedro: "Estou com a Sofia, o gato dela fugiu. Não me ligues, estou ocupado." O meu mundo desabou. Eu estava a lutar pela vida do nosso filho, e ele estava a consolar a minha meia-irmã por um gato. A voz dele, outrora terna, agora áspera, irritada quando finalmente liguei: "O que queres agora, Lúcia? Já não te disse que estou ocupado?" Mal consegui sussurrar sobre o acidente e a perda do nosso filho, mas ele só tinha ouvidos para os choramingos da Sofia ao fundo, preocupada com o seu gato. A raiva superou a dor. "Pedro, vamos divorciar-nos." Ele gritou: "Estás louca? Divórcio? Para de ser tão egoísta!" Nem me perguntou pelo bebé. Ele desligou na minha cara. Onde estava o homem que jurou amar-me? Como pôde ser tão cruel? Eu não conseguia entender. Deixei a casa que partilhava com ele e com o meu pai, que também me criticava, e com a Sofia, cujas lágrimas falsas me comparavam a perda do meu filho com a fuga de um gato. Eu assinei os papéis do divórcio e saí, sem olhar para trás, sem saber para onde ir. Mas uma voz profunda dentro de mim, cheia de dor e justiça, sussurrava que esta não seria a minha derrota, mas sim o início da minha vingança. O que aconteceria a seguir?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10