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Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher

Capítulo 2 

Palavras: 619    |    Lançado em: 27/06/2025

. A sopa já não me parecia apet

asaco e sa

rua atingiu

rista era um homem ido

tal de São Jo

mais nada. Agradeci-lhe m

movia-se, as pessoas viviam as suas vidas. Ning

i no

com o chefe da Sofia. Ele

arido da tia precisaria de estar presente para negociar

rado. Tinha ignor

e nunca se refletiam no nosso extrato bancário. A maneira c

ão. E o meu irmão amava a Sofia. Não queria causar

dele já não importav

estava era a verdade. Um

amava. Talvez nunc

morgue ficava na cave.

espera. Ele era mais jovem do que

a. As minhas

nas as

está

a única maca de metal no centr

ão forte que parecia

r levanto

o Pe

pequeno corte na sua testa. Parecia que estav

ua mão. Est

ngiu-me com a f

ormir. Ele tinha-s

ado finalmente caíram. Chorei

ço. Quando finalmente

numa obra. Um andaime

Era um peq

ele já foi

gar, mas ela

a estava "ocupada

o", disse eu,

ários. O mundo parecia m

morgue, o meu

ro desconhe

ou eu,

argada, mas havia al

eceu uma coisa ter

tou no hospital. Acabei

uma

á? Como

cia lig

tem sido um anjo. Assim que soubemos

uando a polícia ligou. Ma

sse eu, com a vo

ara aí agora. E

desl

io do hospital. Cada m

ente,

e S

, segurando-a com força. A barriga proemi

am um

er a perda de u

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Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher
Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher
“Estava na cozinha, a preparar uma sopa reconfortante para a minha cunhada grávida, quando o telefone tocou. A voz do inspetor do outro lado da linha informou-me que o meu irmão, Pedro, tinha morrido. A minha mão tremeu e o mundo desabou. Mas quando liguei ao meu marido, João, para partilhar a notícia devastadora, a sua resposta foi um gélido: "Ok. E?" Ele não só estava com a minha cunhada, Sofia, a discutir a licença de maternidade dela, como me disse que o meu luto podia esperar! A sua prioridade era a Sofia, grávida e "frágil", enquanto o corpo do meu próprio irmão ainda não tinha sido identificado. Foi então que uma frase saiu da minha boca, sem pensar: "Vamos divorciar-nos, João." Ele berrou, chamou-me egoísta, disse que eu estava a ser irracional e bloqueou-me. No hospital, vi-os: João e Sofia, de braços dados, pareciam um casal a lamentar a perda. E nos olhos da Sofia, por trás das lágrimas encenadas, vislumbrei um brilho de triunfo. A dor da perda do meu irmão misturou-se com o choque da traição. Percebi que não estava apenas a perder Pedro, mas também o meu casamento – e talvez nunca o tivesse tido. Como se atrevem a fazer-me isto? Não vou ficar calada e ver a minha vida ser destruída. A minha vingança mal tinha começado.”
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