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Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher

Capítulo 3 

Palavras: 678    |    Lançado em: 27/06/2025

são mudou. A preocupação no seu ro

ofia e veio na

a fazer sozinha? Eu d

ra um sussu

podia

ecisava de apoio! Eu tive de a

ilenciosamente, o rosto enterrado

ncontraram os meus por cima dos dedo

sangue

", perguntou a Sofi

respondi, apontando

mente voltou pa

o precisas, se não

mesma voz que ele usava comigo no

ho de o ver",

olhou p

qui. Nó

entro, como se eu

z. O som dos soluços da Sofia ecoav

os de plástico. Senti-

lar a viúva dele, que parecia mais interessada em gar

, a testemunha sile

ofia estava agarrada ao braço do João,

sussurrou ela.

riciou-lhe

Eu esto

hou pa

. A Sofia precis

ra casa convos

pressão

ces. Não é alt

meu marido prefere consolar a cunhada a e

ando a voz. "A Sofia está grávida! Ela per

ia do que a tua

eçou a chor

culpa. Eu não devia ter ligado a

se para ela i

Claro que fizeste bem em

para mim c

? Deixaste-a ainda

iso seco e

é minha. É s

e comecei

is?", gr

e de vocês

i a andar, para fora do hospi

a casa já não era um lar. Era

brou. Era o João.

de novo.

ente,

e que

Ana. Vamos conve

a conversar. Eu

z! Estás a agir por imp

vi a verdade. A verdade que tu e ela

um sil

do que est

u e a Sofia. V

é a mulher do teu irmã

o, João. Já não pr

bloqueei o

dor ainda lá estava, profunda e avassaladora

stava entrelaçado com o

es eu podi

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Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher
Divórcio à Força: O Despertar de Uma Mulher
“Estava na cozinha, a preparar uma sopa reconfortante para a minha cunhada grávida, quando o telefone tocou. A voz do inspetor do outro lado da linha informou-me que o meu irmão, Pedro, tinha morrido. A minha mão tremeu e o mundo desabou. Mas quando liguei ao meu marido, João, para partilhar a notícia devastadora, a sua resposta foi um gélido: "Ok. E?" Ele não só estava com a minha cunhada, Sofia, a discutir a licença de maternidade dela, como me disse que o meu luto podia esperar! A sua prioridade era a Sofia, grávida e "frágil", enquanto o corpo do meu próprio irmão ainda não tinha sido identificado. Foi então que uma frase saiu da minha boca, sem pensar: "Vamos divorciar-nos, João." Ele berrou, chamou-me egoísta, disse que eu estava a ser irracional e bloqueou-me. No hospital, vi-os: João e Sofia, de braços dados, pareciam um casal a lamentar a perda. E nos olhos da Sofia, por trás das lágrimas encenadas, vislumbrei um brilho de triunfo. A dor da perda do meu irmão misturou-se com o choque da traição. Percebi que não estava apenas a perder Pedro, mas também o meu casamento – e talvez nunca o tivesse tido. Como se atrevem a fazer-me isto? Não vou ficar calada e ver a minha vida ser destruída. A minha vingança mal tinha começado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10