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O Sol Que Não Brilhava Para Mim

Capítulo 4 

Palavras: 606    |    Lançado em: 30/06/2025

om a caixa de Sofi

parecia queim

cheiro fraco de seu perf

trêmulas, ab

, irm

vavelmente estou muito nervo

a de estudos! Eu vou pa

têm sido difíceis. Co

s nos afastando,

tão sério, sempre

ue você não

istiu de muita cois

para que pudéssemos ficar ju

e emprego sem futuro

é a sua

lsa, eu vou

e você volt

amava desenhar? Seus

sa parte de

cara. Mais

é meu

am

e

nsei terem secado vol

tra o peito, os soluço

a. Ele v

inha frustração, ele via o s

de maior alegria,

a me c

r ido até ele

norado minha mãe,

ter salvado

ular me tirou do

minh

o instinto

não iria querer isso. Ele

en

soava cansada. "Eu só... eu

estou?" A amargura er

você está

va é pouco. Você me abandonou. Voc

Ricardo... ele não está bem. Ele está tend

pi. "Espero q

" ela implorou. "E

Eu não preciso de você?" As palavras

longo s

a respirando, t

não sen

um vazi

, Pedro," ela disse finalm

gelo. "E agora você tem que viver com ela.

ei o te

i eu que cort

carta do Le

a sua vez

e estives

ar de viver no passado,

hora de viv

, que tinha se tornado um

ário, encontrei um

s cadernos

de esboços, de s

hão e comec

em muito tempo, sent

algo que não e

espe

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O Sol Que Não Brilhava Para Mim
O Sol Que Não Brilhava Para Mim
“No dia em que meu irmão mais novo, Leo, foi enterrado, o sol brilhava intensamente, mas minha mãe não estava lá. Ela estava no hospital, cuidando do filho do meu padrasto, Miguel, que tinha apenas um tornozelo torcido. Eu só precisava de um pouco de conforto, mas a voz dela me cortou, fria e distante. "Estou ocupada, Pedro. O Miguel está com febre alta." "Ele só tem febre," eu disse, a voz tremendo. "O Leo está morto!" Houve um silêncio pesado, antes que ela desligasse apressadamente, chamando meu padrasto para a febre "urgente". Meu irmão Leo morreu em um acidente de carro, um acidente que poderia ter sido evitado. Ele me ligou desesperado, encalhado na estrada, mas minha mãe me forçou a levar Miguel ao hospital. "Chame um guincho! O Miguel está com dor! Ele é seu irmão!" ela gritou. "O Leo também é seu filho!" eu gritei de volta. No final, cedi. Agora, enquanto o corpo do meu irmão jazia na terra, minha mãe e seu novo homem discutiam por uma febre. Eu os encarei no quarto de Leo, a voz embargada pela dor e traição. "Você o trocou por eles!" eu gritei, a amargura de anos explodindo. Ricardo se interpôs, exigindo respeito, reivindicando a casa, a qual ele insiste que pagou – uma mentira, pois a casa pertencia ao meu pai. Num instante, vi a verdade nos olhos da minha mãe: ela tinha feito sua escolha. Não era eu. Não era o Leo. Eu me senti completamente sozinho. Então, Ricardo me proferiu a maldição mais cruel: "Você vai acabar sozinho, exatamente como seu pai." Minha mãe simplesmente olhou para o chão, sem dizer uma palavra, sendo arrastada para fora da minha vida. Como eles puderam me abandonar, o filho que restou, o filho que sacrificou tudo por eles? Mas quando a voz suave da Sofia, namorada de Leo, me alcançou e ela me entregou uma carta escrita por ele na noite do acidente, tudo mudou. "Pedro, é a sua vez. Volte a sonhar." As palavras de Leo, seu amor incondicional e a revelação de seu maior sonho me atingiram como um raio, acendendo uma faísca. Agora, era a minha vez. Minha vez de não só sobreviver, mas de viver, de transformar a dor em arte e de encontrar meu próprio caminho, sem esquecer a promessa que fiz ao meu irmão.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10