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A Fênix das Cinzas da Tragédia

Capítulo 2 

Palavras: 868    |    Lançado em: 30/06/2025

foi um borrão de

sofá. Ou pelo me

olhar para o teto, a ouvir

icado – o zumbido do frigorífic

trei-o na cozin

olhou

arranjos," disse el

nica, tão distante, para o fu

apaz de form

casa sem diz

o silêncio e os d

o do bebé. Tudo estav

azul suave. Os pequenos ma

e botinhas de lã que a m

quenas. Tão

r as botinhas contra o meu

o, pela frieza do meu marido,

não ter mai

is, a camp

ta, o meu corpo a sen

minh

dos, mas quando ela me viu, a sua expre

inha q

, e eu desabei contra ela, um n

e sentou-se ao meu lado

dro?" perguntou

ar dos...

brolho. "Sozinho? Ele de

, sentindo-me vazia.

Ela veio

beça. "Ela tin

ma reunião? Que tipo de mulher põe uma reu

esposta. Pegou no seu tel

Ana. Ond

oz era

ecisa de ti. O teu irmão precisa de ti. O teu

uma

desgraça. Nunca gostei de ti, e a

ligou c

Eu não devia ter fei

ha voz surpreendenteme

s, senti uma centelha de

va. E e

ez-me chá, obrigou-me a comer uma fatia de tos

o meu dedo com a sua mãozinha

róprias lágrimas a c

ou ao fim da tard

a minha mãe,

disse ele

a minha mãe, a sua

tava denso com

edro, dirigindo-se a mim. "O

a. Daqui a

lado da sala, criando uma distânc

e sente muito por não poder vir. Ela va

ãe bufou. "Que gene

isse que o centro de investigação recebeu o

e fosse uma espécie d

irmã dele pudesse, de alguma form

lmente olhei para e

pado em apaziguar a sua irmã do

r-se nas suas próprias falh

o divórcio

eu pudesse pará-las, silencio

, não podes estar a falar a sério. Estás em

, a minha voz a ganhar força. "O nosso filho morreu, Pedro.

ão é ve

. E tu? Estás mais preocupado com a porcaria da tu

entar salvar-nos!" gritou ele, finalment

Ou salvar-t

uma estranha calma a

ro. Eu quero

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A Fênix das Cinzas da Tragédia
A Fênix das Cinzas da Tragédia
“Meu filho, o pequeno Tiago, nasceu prematuro. Por uma semana, agarramo-nos a cada batida do seu coração, com a irmã do meu marido, Eva, a pediatra-chefe, prometendo zelar por ele. Mas quando o médico proferiu as palavras terríveis, o meu mundo ruiu. Pedro, o meu marido, parecia uma estátua fria, e Eva, a tia que devia estar lá, optou por uma "reunião importantíssima". Em casa, entre os berços vazios, Pedro mentiu-me sobre dívidas da empresa. Depois apanhei-o a suplicar a Eva para vir, que ignorou a morte do sobrinho por um encontro com investidores para o seu centro de investigação. A raiva borbulhou. Como podiam ser tão desumanos? Tão preocupados com a carreira e o dinheiro, em vez do luto do nosso filho? Foi então que encontrei os extratos bancários: Pedro estava a desviar o dinheiro do meu pai, o meu dote de casamento, para Eva e este "projeto". Tudo se encaixou: eles roubaram-nos, não apenas o nosso futuro, mas até a dignidade da nossa tragédia. Agarrei nos papéis e olhei para Pedro. "Eu quero o divórcio," disse, a minha voz uma lâmina fria. Já não era uma vítima. Ia lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10