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A Fênix das Cinzas da Tragédia

Capítulo 3 

Palavras: 970    |    Lançado em: 30/06/2025

mim, a sua boca

esta é a minha

comprou?" repliquei,

o se eu o tive

ôs-se ao meu lado, uma barr

," disse ela calmamente. "

a mãe, o seu rosto uma másca

da Eva, não é? E

e. "Estou a culpar a Eva por ser uma médica negligente e uma tia sem coração. Mas acima de tud

é in

inho numa incubadora enquanto a tia dele estava numa reunião e o

se seguiu foi p

para falar, mas n

u casaco e nas

a da Eva," disse ele

, olhando para tr

ender-te di

a. A porta fechou-se com

no sofá, o meu

tou-se ao meu l

isa certa," s

certa, mas sabia que era a ú

ma morte lenta, uma erosão da

tes, a minha mãe tor

as, com os vizinhos bem-intencionad

rer em paz, se é qu

no quarto do bebé, a segurar as suas coisas, a tentar

al, vesti um vest

spelho e não

olhos vazios e um peso nos ombros qu

o pequeno cemitério na col

nublado, o tempo a con

oas já estava reunido ju

meus sogros, de pé, desc

pois

v

o de calças preto e caro, o c

uma reunião de negócios, nã

o, o seu rosto uma másca

o muito pela

e polida, mas os seu

nada. Apenas

olocando uma mão prot

vor. Não é alt

perigosa. "Quando é que seria a altura certa, P

fachada a rachar por

spital," disse ela defensivamente. "Um futur

meu filho," diss

sse algumas palavras sobre anjo

tava focada no peq

ueno. Demas

pessoas vieram d

azias, ges

ximaram-se, os seus r

lágrimas a escorrerem-lhe pelo rosto.

oi genuíno. Senti um pequeno pin

as apertou a minha mão, os seus olhos

, apanhadas no meio do

ram, Eva e Pedro apro

," disse Pedro. "Sobre o di

ado casada contigo tanto tempo," r

eu braço. A sua

sua voz baixa para que mais ninguém ouvisse.

eu braço par

o parte da vossa família. Vo

io estejam na minha mesa até ao final da semana. Ou

xando-os ali, de pé, junto

e e passou um braço à

ra casa,

amos, ouvi a voz de

Pedro? Eu disse-te q

ar, um passo de cada vez, para longe da

incerto e assustador, mas

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A Fênix das Cinzas da Tragédia
A Fênix das Cinzas da Tragédia
“Meu filho, o pequeno Tiago, nasceu prematuro. Por uma semana, agarramo-nos a cada batida do seu coração, com a irmã do meu marido, Eva, a pediatra-chefe, prometendo zelar por ele. Mas quando o médico proferiu as palavras terríveis, o meu mundo ruiu. Pedro, o meu marido, parecia uma estátua fria, e Eva, a tia que devia estar lá, optou por uma "reunião importantíssima". Em casa, entre os berços vazios, Pedro mentiu-me sobre dívidas da empresa. Depois apanhei-o a suplicar a Eva para vir, que ignorou a morte do sobrinho por um encontro com investidores para o seu centro de investigação. A raiva borbulhou. Como podiam ser tão desumanos? Tão preocupados com a carreira e o dinheiro, em vez do luto do nosso filho? Foi então que encontrei os extratos bancários: Pedro estava a desviar o dinheiro do meu pai, o meu dote de casamento, para Eva e este "projeto". Tudo se encaixou: eles roubaram-nos, não apenas o nosso futuro, mas até a dignidade da nossa tragédia. Agarrei nos papéis e olhei para Pedro. "Eu quero o divórcio," disse, a minha voz uma lâmina fria. Já não era uma vítima. Ia lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10