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Do Despejo à Vitória: A Jornada de Clara

Capítulo 3 

Palavras: 368    |    Lançado em: 30/06/2025

um escritório de advoca

m homem mais velho, com olhos si

ia pacientemente, a toma

" disse ele, quando eu terminei. "Isto é apropr

meu," disse eu. "E qu

ção formal a pedir o divórcio e a devolução do dinheiro.

meus ombros. Ter alguém profission

meu rosto pela primeira vez em dias. Resp

ha paz du

minha mãe estava ao tel

ussurrou ela, t

ou-me o

eno. "Recebi uma carta do teu advogado. Como

eiro," respondi calmam

o seu marido! Tu és egoísta e ingrata!

caram-me? Fizeram-me sentir inadequada? Deixaram

por um momento, choca

r. Tu arruinaste-o com as tuas exigências! A Sofia é uma mulher

Dona I

volvi o telemó

disse-lhe. "Deixa o ad

família Patterson era influente na nossa pequen

a recuar. Nã

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Do Despejo à Vitória: A Jornada de Clara
Do Despejo à Vitória: A Jornada de Clara
“O meu casamento terminou no dia em que recebi a notificação de despejo. Um frio papel branco na porta do nosso apartamento, com letras pesadas a anunciar o fim: não pagávamos o aluguer há três meses. Liguei ao Leo, o meu marido. Uma, duas, três vezes. Nada. Depois, ele bloqueou-me. Sentei-me nos degraus frios, a cabeça entre as mãos. Onde estava o dinheiro? Eu enviava a minha parte do aluguer todos os meses, sem falhas. Então, uma mensagem de Sofia, a ex-namorada do Leo. Ela queria "conversar". No café, ela não sorria amigavelmente. "O Leo não te contou? Ele está comigo agora. Há meses." E o dinheiro do aluguer? "Oh, isso. O Leo precisava dele. Eu ajudei-o, com a condição de ele te deixar." "Ele nunca te amou de verdade. Tu eras apenas conveniente." Eu mal processei as palavras quando o telemóvel tocou. Era a Dona Isabel, a minha sogra. "Clara! Onde está o Leo? Não me atende!" Eu disse a verdade. "Acho que ele está com a Sofia." O silêncio do outro lado foi cortado por um grito furioso: "Tu és uma esposa inútil! Não consegues sequer manter o teu homem longe de outra! Ele gastou o vosso dinheiro? Deves ter provocado! És tu a culpada!" Desliguei, com o coração partido, mas a raiva a ferver. A minha casa, o meu casamento, tudo destruído, e a família dele culpava-me. Nesse momento, eu soube: o divórcio não era uma opção. Era uma necessidade. E o meu dinheiro, o que era meu por direito, eu iria recuperá-lo. Não importava o custo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10