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A Verdade Oculta do Meu Marido

Capítulo 3 

Palavras: 601    |    Lançado em: 01/07/2025

ana seguinte

çou o processo de divórcio e filtrou todas as c

empo, ficava sentada a olhar para a parede,

e à minha frente com

air de casa. Nem que

ero," m

i uma p

o sofá e obrig

casa dela. O sol lá fora

café intocado, o meu o

o, eu

o e

m banco de jardim d

ço à volta dela, a abraçá-la, a murmur

corpo

de uma intimi

ela exatamente o que

sua dor enquanto a min

eu olhar e sol

embora,

mexer-me. Estava pa

eu já sabia, mas ver com os me

hão se abrisse

o seu olhar cruzou com o m

u-se rapidamente de Sofia, como se tives

nha

e, a cadeira a arrastar

a chamar o meu

ua, sem olhar

m frent

s olhos vermelhos de choro,

mãos no ar como se s

é o que pare

erigosamente calma. "Parece que estás a

dela está muito doente, ela está

sei por um momento difícil? Onde estava o meu consolo,

omeçaram a olhar. E

ara! Eu sei!

xa-a, Pedro. Ela está a

um fogo a acender

ue é que tu perdeste, Sofia? A oportu

u rosto a contor

bes nada s

conseguiu deixar para trás. Mas agora, eu estou a deixá-lo

ra Pedro um

Para ti, eu morri junta

s e afastei-me, s

passou o braço p

quele momento, nã

lado onde o meu cora

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A Verdade Oculta do Meu Marido
A Verdade Oculta do Meu Marido
“A chamada do meu marido, Pedro, chegou quando eu já tinha perdido o nosso filho. A enfermeira acabara de me ajudar a sentar na cama fria do hospital, com um olhar de pena que eu não conseguia processar. Lá fora, a vida continuava, mas a minha tinha parado. Ele perguntou sobre o bebé, com uma preocupação que chegou tarde demais, explicando que o telemóvel tinha ficado sem bateria enquanto ajudava a sua ex-namorada, Sofia, cujo pai tivera um ataque cardíaco. Eu não vi as suas desculpas. Vi apenas a minha barriga vazia. "Nós perdemos o bebé," a minha voz saiu rouca. Ele estava com a Sofia. Levou-o para o hospital, esperou com ela. A Sofia, a sombra do nosso casamento, a mulher que ele jurava ser apenas uma amiga. Num acesso de fúria, terminei tudo. "Vamos divorciar-nos." Ele veio implorar perdão, a sua mãe também. Mas eu observei, impiedosamente, como ele se desfazia de tristeza. Até que, um dia, o vi. Pedro, sentado num banco de jardim, com o braço à volta da Sofia, que chorava. Ele estava a dar-lhe o consolo que eu tanto precisei. Naquele momento, perdi a pouca calma que me restava. "O nosso filho morreu, Pedro! E tu estavas a consolar outra mulher!" Voltei para o nosso apartamento para recolher as minhas coisas, esperando apenas fechar esse capítulo da minha vida. Mas, no quarto do bebé, a porta entreaberta revelou uma caixa. Dentro, entre fotografias antigas e cartas de amor de Sofia, encontrei a prova mais chocante da sua traição: um teste de gravidez positivo e um relatório de ecografia. Sofia estava grávida. Do Pedro. E a data prevista do parto era quase a mesma que a minha. Ele não só me tinha negligenciado, como estava a viver uma vida dupla, construindo uma família com ela enquanto fingia construir uma comigo. A minha dor transformou-se em fúria. A vítima indefesa tinha desaparecido. Pedro tirou-me tudo. Agora, eu ia tirar-lhe tudo. E ele ia pagar por cada lágrima, por cada mentira.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10