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Entre o Abismo e o Novo Começo

Capítulo 4 

Palavras: 620    |    Lançado em: 01/07/2025

abela acordou e me

mou conta d

ue você est

do embora

a onde? Nós

ção era

Eu estou indo e

do Luan? Eu juro, não é nada diss

echando o zíper da mala. "O que e

abraçar, mas

me to

se eu tivesse

a. Uma mulher desesperada tentando salvar u

uma últim

e semana. Só nós dois. Como nos

obri

pela casa enquanto eu pe

a. Se depois disso você ainda quis

Mas algo em mim, talvez uma curi

. Um fim

ira. A casa que ela alugou era e

mântico. Velas, vinho, tu

e ela achava q

trouxe um bolo de ch

o", ela diss

abela, eu sou alé

so dela

ê não é. A gente

lérgico desde criança.

discussão. Em três anos de casamento, ela não sabia de

inte, o celul

Lu

que o corte no pulso infe

ara mim, depois

vá a um posto de saúd

preocupação estava

ue precisava ir à farmácia na vil

que era

nco minuto

. Dirigiu até uma pousada b

ro lado da ru

an saiu de um dos

tava logo

virou,

agem enorme, recém-feita,

osto de

com um sorriso que

s traçaram os contornos do seu próprio rosto na

se inclinou

aixonado, d

ção co

ia de vômito vei

ada, sem me importar com q

ra a casa

has roupas, meus li

o que ela me deu e o

por telefone todos os móveis e obras de arte

advogado e dei as

me desfaze

a minha v

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Entre o Abismo e o Novo Começo
Entre o Abismo e o Novo Começo
“Era o nosso terceiro aniversário de casamento. Com rosas vermelhas, fui surpreender Isabela no seu escritório na Faria Lima, lembrando-me do inabalável pacto antenupcial: se ela traísse, perderia tudo. Mas ao entrar na sua sala, o que vi me paralisou. Luan, o entregador obcecado que tanto desprezávamos, estava lá. Nu. Confortavelmente deitado na sua poltrona caríssima, coberto apenas pela canga que eu lhe dera. O cheiro de suor misturado ao perfume dela, a visão daquele corpo vulgar no símbolo do seu poder. E então ela entrou. Não houve gritos. Com um pânico controlado, ela sussurrou: "Diogo, me ajude a vesti-lo. Ninguém pode ver isso." Fiquei ali, em choque, as rosas na mão. A voz dela era de quem abafa um escândalo, não de quem fora traída. Mais chocante ainda foi vê-la, horas depois, dobrar cuidadosamente aquela canga, não com nojo, mas com uma estranha reverência, guardando-a. Ali, senti que algo estava fundamentalmente podre. O choque e a repulsa só aumentavam ao vê-la priorizar Luan repetidas vezes: deixava-me ferido após um acidente para o salvar, e mais tarde, abandonava-me num incêndio, correndo para protegê-lo de uma viga em chamas. A cada escolha dela, o nojo virava um abismo. A mentira, a hipocrisia, a completa falta de consideração. Eu via as marcas do Luan nela, não apenas no pescoço, mas na mentira em seus olhos, na culpa em sua pele. Não havia mais dor, apenas uma náusea profunda. Quando o vídeo revelou Isabela e Luan na nossa cama, meu coração não se partiu. Ele se transformou em pedra. Vomitei a bile amarga, não de dor, mas de uma libertação repulsiva. Naquele momento final, a decisão estava selada. Abri o cofre, peguei o pacto antenupcial e, com cada traço da minha caneta, assinei meu nome na linha pontilhada. Imediatamente, procurei Sofia, a arqui-inimiga de Isabela, e, sem hesitar, ofereci a ela o controle da empresa. Minha vingança não seria barulhenta, mas precisa e devastadora. Eu iria limpá-la da minha vida, e ela não veria a queda chegar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 1012 Capítulo 1113 Capítulo 1214 Capítulo 1315 Capítulo 1416 Capítulo 1517 Capítulo 1618 Capítulo 17