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Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade

Capítulo 1 

Palavras: 686    |    Lançado em: 01/07/2025

al ofuscou-me. A minha cabeça doía, e uma do

a cama, a descascar uma maçã com um

gra, Inês, com os braços cruza

cortante. "Pensava que ias dormir para sempre

uer levanto

m," disse ele, mas s

instintivamente para a minha barriga. Onde estava o meu bebé? A

..." su

m. Os seus olhos estavam fri

, Clara. Tivem

le chamava àqu

uzir, a minha sogra ao meu lado a gritar c

u filho trabalha tanto, e

a agarrar o volante de repente

o volante," disse

, um som fe

va a tentar ajudar-te a evitar um buraco. Tu é que é

ra que ele me defendesse

irou e pousou a

O braço dela está partido. Não vamos fala

ha perdido o nosso filho. O nosso fil

va a segurar começaram a rolar pelo m

sse eu, a voz surpreendentemen

o quarto tor

, como se eu tivesse dito a

de perder um filho, e já estás a pe

lho que quero o divórcio," respondi, a voz a

ntou-se d

e fizemos por ti! O meu filho cui

os enquanto me ignorava," disse eu, olhando diretamente par

sviou

é verdade.

r alguém para culpar. Agora, não há mais bebé.

e, o rosto ver

sto, Clara. Vais ficar

ozinha do que mi

e saiu do quarto, bate

para mim co

r por isto

me sozinha com o som do monitor ca

a mão a tremer, peguei nele. Havia dezenas de m

i. Ele atendeu a

s a ir para aí agora mesmo. O Leo ligo

oi a única coisa que me imped

os que me abalavam o corpo tod

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Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade
Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade
“Quando abri os olhos no hospital, meu mundo desabou: o vazio na minha barriga confirmava a perda do nosso bebé. Ao lado da cama, meu marido Leo descascava uma maçã, indiferente à minha dor. A minha sogra Inês, com braços cruzados, rosnava que eu quase nos tinha matado e que o bebé era um "acidente". Lembrei-me então da dor lancinante: Inês, irada, agarrando o volante para impedir a compra de um berço caro, causando o despiste. "Tu... tu agarraste o volante", sussurrei, mas eles negaram, chamando-me de louca. Leo, o homem que jurei amar, apenas suspirou, dizendo que a mãe dele tinha o braço partido e que eu precisava descansar. Meu coração estava em pedaços e a fúria começava a queimar. "Leo, vamos divorciar-nos." Ele riu-se, chocado, acusando-me de ser sem coração por pensar em divórcio depois de perder um filho. "Foi precisamente por ter perdido o nosso filho que quero o divórcio", gritei, "por causa de ti e da tua mãe!" Eles ainda tentaram me fazer sentir culpada, mas naquele instante, olhei para os dois e soube: a farsa tinha acabado. Não havia mais bebé que me prendesse a esta família. Preferia a solidão a viver mais um dia de miséria ao lado deles. Agora, eles iriam pagar por tudo.”
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