Elsa
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Livros e Histórias de Elsa
O Retorno da Noiva Traída
Máfia A chuva caía há dois dias, mas Mari Silva estava ajoelhada em frente à sede da facção, seu corpo dormente, a roupa encharcada e o frio entrando nos ossos.
Na sua vida passada, ela não teve escolha. Tornou-se a noiva de Pedro, o chefe mafioso mais poderoso, um homem que a usava como troféu enquanto secretamente planejava sua morte.
Ele a queria morta, afogada em um carro sabotado por ele mesmo, enquanto celebrava nos braços de sua verdadeira amante, Bruna.
Mas, de alguma forma, o destino lhe deu uma segunda chance, e ela acordou, renascida, no dia em que o noivado com Pedro seria anunciado novamente.
Desta vez, ela não seria a vítima, não se curvaria ao seu destino cruel; ela faria uma escolha diferente.
Imersa em sua nova realidade, Mari buscou sua tia, Dona Sofia, a Madrinha da Máfia, implorando para desfazer o noivado com Pedro e, em vez disso, se casar com Lucas Santos, de uma família nortista outrora prestigiada, agora considerada piada.
Pedro, tomado pela fúria ao saber da decisão de Mari, a humilhou publicamente, agrediu-a e a prendeu em um porão escuro, usando seus piores medos contra ela.
Enquanto Pedro a atormentava, sua amante, Bruna, passeava pela mansão como se já fosse a senhora da casa, desfilando sua barriga de gravidez falsa, que Mari sabia ser mais uma mentira arquitetada para manipulá-lo.
Pedro, cego pela paixão e pelo controle que Bruna exercia, não percebeu a teia de mentiras em que estava sendo enrolado.
Mari percebeu que precisava de vingança, não apenas por ela, mas por todas as vezes que foi subestimada e magoada.
Confrontando Dona Sofia, Mari revelou todo o inferno que viveu nas mãos de Pedro, e sua tia, por fim, interveio para salvá-la, usando sua influência para quebrar o noivado.
A fúria de Pedro com a reviravolta dos acontecimentos o cegou, e ele, em um ato de desespero e para solidificar seu poder, anunciou seu casamento com Bruna.
No entanto, o destino tinha outros planos, e o homem que Mari pensava ser sua salvação se mostrou o completo oposto.
Lucas Santos, o futuro marido, a surpreendeu com sua franqueza e leveza, despertando nela uma esperança há muito esquecida.
No dia do casamento, a aparição inesperada de Pedro, magro e desesperado, implorando pela simpatia de Mari, adicionou uma camada de tensão.
Ele tentou seduzi-la, prometendo o mundo, mas foi Lucas quem o colocou em seu devido lugar com um soco certeiro, provando que sua proteção ia além das palavras.
Mas a ameaça pairava no ar, e Bruna, cega pela inveja e pelo ciúme, incendiou a casa de Mari e Lucas.
Em meio ao caos das chamas, Lucas a salvou novamente, e a família Santos, unida, enfrentou a adversidade com resiliência, afastando Pedro de suas vidas para sempre.
Mari finalmente se viu livre, não apenas de Pedro, mas dos fantasmas de seu passado.
Agora, ao lado de Lucas, ela sabe que a paz e a felicidade são mais do que meros sonhos. Eles são uma promessa, um novo capítulo para ser escrito, onde o medo não tem mais espaço. O Bombeiro e a Esposa Secreta
Romance Minha vida de casado com Ana era uma rotina estranha de regras que ela impunha e eu, José, um bombeiro acostumado ao caos, aceitava por amor ou costume.
Dormíamos em quartos separados há três anos, uma decisão unilateral dela, que alegava "purificação espiritual" .
Eu trabalhava exaustivamente, entregava todo meu salário a ela, cozinhava, limpava, sonhando em ter minha esposa de volta.
Até que um dia, durante um chamado de rotina para um pequeno incêndio, meus olhos varreram a multidão e pararam em uma cena que estilhaçou meu peito.
Lá estava Ana, rindo com uma felicidade que não via há anos, abraçada pela cintura por um homem desconhecido, e entre eles, um menino de uns quatro anos comia sorvete, olhando para os dois com a adoração que uma criança reserva aos pais.
Eles pareciam a família perfeita que ela sempre me negou.
No meio do choque, vi o olhar de Ana cruzar com o meu: havia pânico, mas também uma frieza cortante, como se eu fosse um intruso em sua verdadeira vida.
Ainda desorientado, ela chegou em casa impassível, propondo adotarmos uma criança, a quem ela chamava de Lucas.
"Que criança, Ana? O menino que estava com você no parque hoje?" perguntei, a voz tremendo.
A máscara dela nem tremeu. Ela me humilhou usando sua espiritualidade para justificar a traição, alegando que minha "necessidade por coisas carnais" era o problema.
Naquela noite, descobri a verdade brutal: Pedro, o homem do parque, estava na cama de Ana com Lucas. Eu era o tolo que financiava a felicidade de minha esposa com outro homem.
Com o coração esmagado, exigi o divórcio, mas ela, com uma calma fria, recusou, usando desculpas esfarrapadas sobre "regras espirituais".
Sua frieza era insuportável. "Você não entende nada! Pedro é meu guia espiritual, Lucas é uma criança que precisa de ajuda!" ela gritou quando tentei sair.
"Não me chame de burro, Ana, eu vi como vocês se olham, eu vi como ele estava na sua cama!", rebati, e ela me deu um tapa no rosto.
Naquele momento, algo em mim se quebrou para sempre. "Agora eu tenho mais um motivo para o divórcio", disse, a voz fria como o ártico. "Agressão."
Saí daquela casa, me sentindo mais rico do que nunca, pois levava minha dignidade.
Mas o inferno dela ainda não havia acabado. A Traição No Asfalto
Moderno Quando acordei no hospital, a primeira coisa que senti foi o cheiro forte a desinfetante.
O meu braço direito estava inútil, partido em três sítios.
O meu noivo, Pedro, não estava ali.
A última mensagem que ele enviou, enquanto eu estava presa nos destroços a sangrar, não era para mim.
Era para a minha irmã Sofia: "Não te preocupes, a tua audição é demasiado importante."
Sofia, violinista. Eu, apenas a noiva com o braço partido.
Quando Pedro atendeu, a sua voz estava fria, apressada.
"Estou com a Sofia. Ela está em pânico por causa do ouvido. A tua mãe está aí, ela está estável."
Ele desligou antes que eu pudesse responder.
Pouco depois, a minha mãe chegou, mas os seus olhos esgazeados não eram para mim.
"A Sofia é a nossa prioridade agora. Coitadinha, o seu futuro está em jogo."
Naquele silêncio de hospital, soube que tudo tinha acabado.
Mas o inferno só estava a começar.
Dois dias depois, em casa, Pedro não estava lá. Tinha levado Sofia a Lisboa.
"Claro que está", murmurei, ao ver a minha mesa de design, agora inútil.
Nem uma pergunta sobre a minha dor, sobre o meu braço, sobre o meu medo.
A mãe de Pedro, Helena, veio consolar-me.
"Ele é o teu noivo, Ana. Devia estar aqui contigo", disse ela, com a voz firme.
A verdade nas suas palavras rasgou-me.
Foi aí que decidi: tinha chegado a hora de o deixar.
Mas Pedro não aceitou o fim do nosso noivado.
Ele, a Sofia e a minha mãe, uniram-se contra mim, transformando-me na vilã.
No meu próprio apartamento, Sofia gritou: "Foi um acidente que tu causaste! Estávamos a discutir contigo, tu aceleraste!"
A minha mãe, antes de me lançar um olhar de pura desilusão, juntou-se ao coro: "Sempre foste assim. A tua irmã consegue uma coisa, tu tens de estragar a felicidade dela."
Estava exausta, esgotada. Seria eu a culpada? A memória estava tão confusa.
Quando já não tinha como pagar a minha fisioterapia, liguei ao meu pai, que me deu um aviso arrepiante sobre a minha mãe e Sofia.
Depois, um encontro fortuito com um velho amigo, Tiago, um polícia, revelou uma ponta solta.
Ele lembrou-se do acidente: o passageiro saiu ileso, mas fez algo estranho perto do volante antes de simular dor.
E a pior parte: o travão de mão estava puxado com força.
A imagem formou-se na minha cabeça com uma clareza horrível.
Sofia puxou o travão de mão. Ela causou o acidente.
O Pedro foi conivente, manipulando tudo, até o relatório do seguro, para me culpar.
A raiva gelada substituiu a dor da traição.
Não éramos vítimas. Éramos alvo de uma conspiração para me destruir.
Agora sei exatamente o que tenho de fazer.
Chegou a hora de a verdade vir ao de cima! Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade
Romance Quando abri os olhos no hospital, meu mundo desabou: o vazio na minha barriga confirmava a perda do nosso bebé.
Ao lado da cama, meu marido Leo descascava uma maçã, indiferente à minha dor.
A minha sogra Inês, com braços cruzados, rosnava que eu quase nos tinha matado e que o bebé era um "acidente".
Lembrei-me então da dor lancinante: Inês, irada, agarrando o volante para impedir a compra de um berço caro, causando o despiste.
"Tu... tu agarraste o volante", sussurrei, mas eles negaram, chamando-me de louca.
Leo, o homem que jurei amar, apenas suspirou, dizendo que a mãe dele tinha o braço partido e que eu precisava descansar.
Meu coração estava em pedaços e a fúria começava a queimar.
"Leo, vamos divorciar-nos."
Ele riu-se, chocado, acusando-me de ser sem coração por pensar em divórcio depois de perder um filho.
"Foi precisamente por ter perdido o nosso filho que quero o divórcio", gritei, "por causa de ti e da tua mãe!"
Eles ainda tentaram me fazer sentir culpada, mas naquele instante, olhei para os dois e soube: a farsa tinha acabado.
Não havia mais bebé que me prendesse a esta família.
Preferia a solidão a viver mais um dia de miséria ao lado deles.
Agora, eles iriam pagar por tudo. Quando a Ilusão Desaba
Moderno Sofia Almeida, arquiteta de renome, seguia para uma quinta no Douro, celebrando três anos de amor com Tiago, o promissor fadista. Tinha um presente raro nas mãos, o coração a transbordar de alegria, crente que ele a salvara anos antes.
Mas a "surpresa" foi gelada: Tiago estava ali, abraçado à sua ex-namorada, Beatriz. Ao ver, o livro escorregou das minhas mãos. Ouvi-o sussurrar: eu era só uma "substituta", por me parecer tanto com ela. O meu mundo desabou: o homem que amei por gratidão, o meu herói, era uma farsa. O verdadeiro salvador? João, amigo do meu irmão. Eu vivera numa mentira.
A dor foi avassaladora, o tormento escalou. Tiago, cego pela obsessão de Beatriz, permitiu humilhações: fui acusada de roubo, revistada publicamente. Abandonada no hospital com queimaduras - ele priorizou-a. Fui atropelada por ela, Tiago sempre a proteger. A minha história de amor, um pesadelo de traição.
Como fui tão ingénua? Amara uma ilusão, um herói inexistente, usada e descartada. Humilhação, traição e dor física culminaram em raiva fria. A verdade dilacerava a alma.
Chega! No hospital, sozinha, corpo e alma em pedaços, tomei uma decisão implacável: procurar o verdadeiro salvador na Alemanha. Beatriz Ferraz pagaria por cada lágrima, humilhação e golpe. A roda da justiça começava a girar. Você pode gostar
A Noiva por Obrigação do Dom da Máfia
Eleanor Reis A Noiva por Obrigação do Dom da Máfia
Salvatore Moretti tinha um único objetivo: unir duas das famílias mais poderosas da máfia por meio de um casamento que colocaria fim a anos de rivalidade. Mas, no dia do casamento, a noiva desaparece. Traído, humilhado e com a aliança entre as famílias prestes a ruir, uma única solução é apresentada: Angelina, a irmã da noiva fugitiva, assumirá seu lugar no altar.
O problema é que Salvatore e Angelina nunca se suportaram. Agora, presos a um casamento por obrigação, eles terão que conviver sob o mesmo teto enquanto cumprem um contrato implacável. Entre as cláusulas está a mais importante de todas: gerar um herdeiro em até um ano, ou colocar em risco a paz entre as duas famílias.
Movido pela dor da traição, Salvatore jurou nunca mais amar. Angelina, por sua vez, se recusa a aceitar a frieza e o controle do homem que se tornou seu marido. Em meio a segredos, disputas de poder, desejo e uma convivência explosiva, os dois descobrirão que a linha entre ódio e amor pode ser muito mais perigosa do que imaginavam. Porque, na máfia, alguns contratos podem ser assinados com tinta... mas outros são selados pelo destino. Virgem Sequestrada pelo Mafioso Psicopata: CONTRATO DE SANGUE
Armotizei "O seu verdadeiro dono veio te buscar. E eu ainda não decidi se vou começar a destruir pelo seu corpo ou pela sua mente."
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Alessia foi criada para ser a moeda de troca perfeita. Com seus raros cabelos prateados e uma linhagem manchada pela traição, ela sempre soube que seu corpo pertencia aos negócios da família. No dia de seu casamento, vestida de seda e cercada por mentiras, ela esperava ser entregue a um homem que odiava. Ela só não contava que o próprio inferno invadiria a catedral para reivindicá-la.
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"Eu não quero seu respeito, gatinha. Eu quero o seu grito e o seu desespero. E vou ter." - Dominic Ferraro Resistindo ao Meu Marido Mafioso Possessivo
Ife Anyi Aviso: Conteúdo 18+ para público adulto.
Trecho do Livro:
Donovan:
Seus olhos verdes encantadores, que estavam vivos de paixão no dia em que eu disse que ela podia ir às compras, agora estão pálidos, com apenas o desespero dançando dentro deles.
"Estou muito ciente dos meus deveres como sua esposa, Sr. Castellano."
Meus olhos escurecem com o uso formal do meu nome. Já disse para ela parar com isso. Parece errado. Como se ela não me pertencesse.
Cerrei o maxilar enquanto espero que ela termine a frase, mas seu sorriso frio se alarga.
"Ah, você não gosta quando eu te chamo de Sr. Castellano, não é? Que pena. Você não pode forçar a minha boca a dizer o que você quer ouvir."
O sangue corre para minha virilha enquanto suas palavras se acomodam no ar tenso entre nós. Será que ela percebe a gravidade do que acabou de dizer?
Será que ela sabe que gemeu meu nome enquanto eu tinha sua boceta molhada na minha boca? Será que sabe o quanto ficou carente quando quis que eu a tomasse, mesmo sem estar totalmente acordada?
E será que ela tem consciência de que eu sei o quanto ela me deseja em seus sonhos, enquanto na vida real finge me odiar?
Ela me encara com raiva enquanto eu ferve, olhando para baixo, para ela.
"É Donovan", digo sombriamente, resistindo à atração dos lábios dela e mantendo meu olhar em seus olhos.
"Sr. Castellano", ela rebate.
Meu rosto se aproxima, pronto para lhe dar um beijo punitivo, quando um som seco ecoa pelo quarto e então percebo, tarde demais, que acabei de levar um tapa, meu rosto virando para o lado, afastando-se de Eliana.
Eliana me deu um tapa.
A filha de Luis Santario acabou de me dar um tapa.
Assim como o pai dela fizera muitas noites atrás.
A vergonha me invade, mas logo é esmagada por uma raiva quente e violenta.
Como ela ousa? Como essa vadia ousa?!
A bochecha dela fica vermelha instantaneamente com as marcas dos meus dedos. O sangue escorre de seu nariz, e o cabelo, que estava preso em um coque bagunçado, se espalha ao redor de seu rosto.
A cabeça de Eliana permanece baixa enquanto o sangue de seu nariz pinga sobre os lençóis brancos da cama.
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Eliana:
Eu sei que estou assinando minha sentença de morte ao provocá-lo desse jeito, mas o que mais posso fazer quando ele já planejou me matar?
Posso muito bem facilitar as coisas para ele, tirando-o do sério.
Se eu não o afastar, tenho medo de começar a confundir as linhas entre meus sonhos e a realidade. O Donovan dos meus sonhos é drasticamente diferente do da vida real.
Se meus planos para escapar desse casamento não derem certo, posso acabar morta ou, pior ainda, apaixonada por Donovan Castellano. E eu prefiro morrer agora a me apaixonar por ele e morrer depois.
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Anos atrás, Donovan Castellano passou por algo que o mudou irrevogavelmente para pior, e o pai de Eliana foi o culpado.
Anos depois, o pai de Eliana morre. Eliana não conhece o passado sombrio do pai nem o motivo de Donovan Castellano tê-la comprado e depois se casado com ela.
Mas ela sabe que ele quer sangue e pretende matá-la. Porém, por quanto tempo ela continuará se defendendo quando a forma como ele a toca e a beija em seus sonhos começa a confundir os limites entre realidade e ficção?
Donovan conseguirá finalmente se vingar de Eliana pelo que o pai dela lhe fez? E Eliana conseguirá resistir às investidas de seu marido mafioso possessivo, mesmo quando ele diz que quer vê-la morta?
Leia para descobrir.
O Contrato - Minha Ragazza
Karyelle Kuhn Liz Navarro perdeu os pais aos 16 anos. Sozinha no mundo, viu-se obrigada a seguir as rígidas instruções deixadas no testamento de seu pai. Aos 18, foi forçada a se casar com um homem que nunca tinha visto: seu próprio tutor. A condição? Permanecer casada até os 25 anos, formar-se em Direito e só então assumir o império da família.
Criada em uma redoma, cercada por regras com as quais nunca concordou, Liz levava uma vida monótona, sem sonhos, sem aventuras. Até que, certo dia, cruzou o olhar com o novo professor de Direito Penal.
Henry McNight era tudo o que ela considerava perigoso: charmoso, atlético, inteligente. Um homem mais velho que despertava nela sentimentos até então desconhecidos. Mas o que ele não imaginava era que aquela jovem de aparência doce era, na verdade, a misteriosa mulher com quem havia aceitado se casar no lugar de seu tio.
Entre o certo e o errado, o previsível e o improvável, Liz e Henry embarcam em uma conexão que desafia todas as regras. Quando finalmente parecia haver espaço para o amor, o destino intervém: Liz está em perigo e agora, Henry precisa correr contra o tempo para salvá-la.
Entre reviravoltas, conflitos, segredos e alianças, os dois se aproximam da verdade... e de descobrir quem é o traidor dentro da própria Famiglia.
Será que esse mafioso e sua ragazza sobreviverão ao jogo do poder? A Esposa Indesejada Grávida do Rei da Máfia
Shan You Fu Su Enquanto eu estava grávida, meu marido deu uma festa no andar de baixo para o filho de outra mulher.
Através de uma conexão mental secreta, ouvi meu marido, Dom Dante Rossi, dizer ao seu consigliere que iria me rejeitar publicamente no dia seguinte. Ele planejava fazer de sua amante, Serena, sua nova companheira.
Um ato proibido pela lei antiga enquanto eu carregava seu herdeiro.
Mais tarde, Serena me encurralou, seu sorriso venenoso. Quando Dante apareceu, ela gritou, arranhando o próprio braço e me culpando pelo ataque.
Dante nem sequer olhou para mim. Ele rosnou um comando que congelou meu corpo e roubou minha voz, ordenando que eu saísse de sua vista enquanto a embalava em seus braços.
Ele a mudou, junto com o filho dela, para a nossa suíte principal. Fui rebaixada para o quarto de hóspedes no fim do corredor.
Passando pela porta aberta dela, eu o vi embalando o bebê dela, cantarolando a canção de ninar que minha própria mãe costumava cantar para mim.
Eu o ouvi prometer a ela: "Em breve, meu amor. Vou romper o laço e te dar a vida que você merece."
O amor que eu sentia por ele, o poder que escondi por quatro anos para proteger seu ego frágil, tudo se transformou em gelo.
Ele achava que eu era uma esposa fraca e impotente que ele poderia descartar. Ele estava prestes a descobrir que a mulher que ele traiu era Alícia de Luca, princesa da família mais poderosa do continente.
E eu finalmente estava voltando para casa. Rejeitada pelo Filho, Escolhi o Don
Roda Kinder O ar na catedral cheirava a incenso e perigo. Eu estava no altar, vestida de branco, pronta para selar o pacto de paz entre a minha família e o Chicago Outfit.
Mas o noivo não apareceu. Fui informada ali mesmo, diante dos predadores mais cruéis da cidade, que Alex Moreno, o herdeiro mimado, havia fugido para a Califórnia com uma cantora de cabaré.
Os sussurros maliciosos começaram imediatamente. A família dele, para encobrir a vergonha e não quebrar o contrato de sangue, tentou me empurrar para as "sobras": um primo agressivo que me faria de saco de pancadas ou um garoto covarde que nos faria ser devorados vivos pelos inimigos. As mulheres da família já sorriam com desdém, prontas para me tratar como mercadoria danificada e o motivo de chacota da máfia para o resto da vida.
A humilhação não me trouxe lágrimas, mas uma tempestade de fogo que queimou minhas veias. Eles queriam que eu abaixasse a cabeça, aceitasse meu destino de noiva rejeitada e vivesse como uma vítima assustada no canto escuro de uma mansão.
Em vez de desmoronar, arranquei meu véu e o joguei no chão de mármore frio. O contrato exigia que eu me casasse com um homem Moreno solteiro para selar a aliança, mas não especificava qual.
"Eu mesma escolherei meu marido."
Levantei a mão, ignorando os suspiros chocados da congregação, e apontei diretamente para o homem mais letal e temido da primeira fileira: o pai do meu ex-noivo e o Don implacável de Chicago.
"Eu escolho o Don." Casar com o Rival: O Desespero do Meu Ex-Marido
CTK Eu estava do lado de fora do escritório do meu marido, a esposa perfeita da máfia, apenas para ouvi-lo zombar de mim como uma "estátua de gelo" enquanto ele se divertia com sua amante, Sofia.
Mas a traição ia além da infidelidade.
Uma semana depois, minha sela quebrou no meio de um salto, me deixando com uma perna estraçalhada. Deitada na cama do hospital, ouvi a conversa que matou o que restava do meu amor.
Meu marido, Alexandre, sabia que Sofia havia sabotado meu equipamento. Ele sabia que ela poderia ter me matado.
No entanto, ele disse a seus homens para deixar para lá. Ele chamou minha experiência de quase morte de uma "lição" porque eu havia ferido o ego de sua amante.
Ele me humilhou publicamente, congelando minhas contas para comprar joias de família para ela. Ele ficou parado enquanto ela ameaçava vazar nossas fitas íntimas para a imprensa.
Ele destruiu minha dignidade para bancar o herói para uma mulher que ele pensava ser uma órfã indefesa.
Ele não tinha ideia de que ela era uma fraude.
Ele não sabia que eu havia instalado microcâmeras por toda a propriedade enquanto ele estava ocupado mimando-a.
Ele não sabia que eu tinha horas de filmagens mostrando sua "inocente" Sofia dormindo com seus guardas, seus rivais e até mesmo seus funcionários, rindo de como ele era fácil de manipular.
Na gala de caridade anual, na frente de toda a família do crime, Alexandre exigiu que eu pedisse desculpas a ela.
Eu não implorei. Eu não chorei.
Eu simplesmente conectei meu pen drive ao projetor principal e apertei o play. Contrato com o Diabo: Amor em Grilhões
Jéssica J Observei meu marido assinar os papéis que poriam fim ao nosso casamento enquanto ele trocava mensagens com a mulher que realmente amava.
Ele nem sequer olhou o cabeçalho. Apenas rabiscou a assinatura afiada e irregular que já havia selado sentenças de morte para metade de São Paulo, jogou a pasta no banco do passageiro e tocou na tela do celular novamente.
"Pronto", disse ele, a voz vazia de qualquer emoção.
Esse era Dante Moretti. O Subchefe. Um homem que sentia o cheiro de uma mentira a quilômetros de distância, mas não conseguiu ver que sua esposa acabara de lhe entregar um decreto de anulação de casamento, disfarçado sob uma pilha de relatórios de logística banais.
Por três anos, eu esfreguei o sangue de suas camisas. Eu salvei a aliança de sua família quando sua ex, Sofia, fugiu com um civil qualquer.
Em troca, ele me tratava como um móvel.
Ele me deixou na chuva para salvar Sofia de uma unha quebrada. Ele me deixou sozinha no meu aniversário para beber champanhe com ela em um iate. Ele até me entregou um copo de uísque — a bebida favorita dela — esquecendo que eu desprezava o gosto.
Eu era apenas um tapa-buraco. Um fantasma na minha própria casa.
Então, eu parei de esperar. Queimei nosso retrato de casamento na lareira, deixei minha aliança de platina nas cinzas e embarquei em um voo só de ida para Florianópolis.
Pensei que finalmente estava livre. Pensei que tinha escapado da gaiola.
Mas eu subestimei Dante.
Quando ele finalmente abriu aquela pasta semanas depois e percebeu que havia assinado a própria anulação sem olhar, o Ceifador não aceitou a derrota.
Ele virou o mundo de cabeça para baixo para me encontrar, obcecado em reivindicar a mulher que ele mesmo já havia jogado fora.