Elsa
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Livros e Histórias de Elsa
O Retorno da Noiva Traída
Máfia A chuva caía há dois dias, mas Mari Silva estava ajoelhada em frente à sede da facção, seu corpo dormente, a roupa encharcada e o frio entrando nos ossos.
Na sua vida passada, ela não teve escolha. Tornou-se a noiva de Pedro, o chefe mafioso mais poderoso, um homem que a usava como troféu enquanto secretamente planejava sua morte.
Ele a queria morta, afogada em um carro sabotado por ele mesmo, enquanto celebrava nos braços de sua verdadeira amante, Bruna.
Mas, de alguma forma, o destino lhe deu uma segunda chance, e ela acordou, renascida, no dia em que o noivado com Pedro seria anunciado novamente.
Desta vez, ela não seria a vítima, não se curvaria ao seu destino cruel; ela faria uma escolha diferente.
Imersa em sua nova realidade, Mari buscou sua tia, Dona Sofia, a Madrinha da Máfia, implorando para desfazer o noivado com Pedro e, em vez disso, se casar com Lucas Santos, de uma família nortista outrora prestigiada, agora considerada piada.
Pedro, tomado pela fúria ao saber da decisão de Mari, a humilhou publicamente, agrediu-a e a prendeu em um porão escuro, usando seus piores medos contra ela.
Enquanto Pedro a atormentava, sua amante, Bruna, passeava pela mansão como se já fosse a senhora da casa, desfilando sua barriga de gravidez falsa, que Mari sabia ser mais uma mentira arquitetada para manipulá-lo.
Pedro, cego pela paixão e pelo controle que Bruna exercia, não percebeu a teia de mentiras em que estava sendo enrolado.
Mari percebeu que precisava de vingança, não apenas por ela, mas por todas as vezes que foi subestimada e magoada.
Confrontando Dona Sofia, Mari revelou todo o inferno que viveu nas mãos de Pedro, e sua tia, por fim, interveio para salvá-la, usando sua influência para quebrar o noivado.
A fúria de Pedro com a reviravolta dos acontecimentos o cegou, e ele, em um ato de desespero e para solidificar seu poder, anunciou seu casamento com Bruna.
No entanto, o destino tinha outros planos, e o homem que Mari pensava ser sua salvação se mostrou o completo oposto.
Lucas Santos, o futuro marido, a surpreendeu com sua franqueza e leveza, despertando nela uma esperança há muito esquecida.
No dia do casamento, a aparição inesperada de Pedro, magro e desesperado, implorando pela simpatia de Mari, adicionou uma camada de tensão.
Ele tentou seduzi-la, prometendo o mundo, mas foi Lucas quem o colocou em seu devido lugar com um soco certeiro, provando que sua proteção ia além das palavras.
Mas a ameaça pairava no ar, e Bruna, cega pela inveja e pelo ciúme, incendiou a casa de Mari e Lucas.
Em meio ao caos das chamas, Lucas a salvou novamente, e a família Santos, unida, enfrentou a adversidade com resiliência, afastando Pedro de suas vidas para sempre.
Mari finalmente se viu livre, não apenas de Pedro, mas dos fantasmas de seu passado.
Agora, ao lado de Lucas, ela sabe que a paz e a felicidade são mais do que meros sonhos. Eles são uma promessa, um novo capítulo para ser escrito, onde o medo não tem mais espaço. O Bombeiro e a Esposa Secreta
Romance Minha vida de casado com Ana era uma rotina estranha de regras que ela impunha e eu, José, um bombeiro acostumado ao caos, aceitava por amor ou costume.
Dormíamos em quartos separados há três anos, uma decisão unilateral dela, que alegava "purificação espiritual" .
Eu trabalhava exaustivamente, entregava todo meu salário a ela, cozinhava, limpava, sonhando em ter minha esposa de volta.
Até que um dia, durante um chamado de rotina para um pequeno incêndio, meus olhos varreram a multidão e pararam em uma cena que estilhaçou meu peito.
Lá estava Ana, rindo com uma felicidade que não via há anos, abraçada pela cintura por um homem desconhecido, e entre eles, um menino de uns quatro anos comia sorvete, olhando para os dois com a adoração que uma criança reserva aos pais.
Eles pareciam a família perfeita que ela sempre me negou.
No meio do choque, vi o olhar de Ana cruzar com o meu: havia pânico, mas também uma frieza cortante, como se eu fosse um intruso em sua verdadeira vida.
Ainda desorientado, ela chegou em casa impassível, propondo adotarmos uma criança, a quem ela chamava de Lucas.
"Que criança, Ana? O menino que estava com você no parque hoje?" perguntei, a voz tremendo.
A máscara dela nem tremeu. Ela me humilhou usando sua espiritualidade para justificar a traição, alegando que minha "necessidade por coisas carnais" era o problema.
Naquela noite, descobri a verdade brutal: Pedro, o homem do parque, estava na cama de Ana com Lucas. Eu era o tolo que financiava a felicidade de minha esposa com outro homem.
Com o coração esmagado, exigi o divórcio, mas ela, com uma calma fria, recusou, usando desculpas esfarrapadas sobre "regras espirituais".
Sua frieza era insuportável. "Você não entende nada! Pedro é meu guia espiritual, Lucas é uma criança que precisa de ajuda!" ela gritou quando tentei sair.
"Não me chame de burro, Ana, eu vi como vocês se olham, eu vi como ele estava na sua cama!", rebati, e ela me deu um tapa no rosto.
Naquele momento, algo em mim se quebrou para sempre. "Agora eu tenho mais um motivo para o divórcio", disse, a voz fria como o ártico. "Agressão."
Saí daquela casa, me sentindo mais rico do que nunca, pois levava minha dignidade.
Mas o inferno dela ainda não havia acabado. A Traição No Asfalto
Moderno Quando acordei no hospital, a primeira coisa que senti foi o cheiro forte a desinfetante.
O meu braço direito estava inútil, partido em três sítios.
O meu noivo, Pedro, não estava ali.
A última mensagem que ele enviou, enquanto eu estava presa nos destroços a sangrar, não era para mim.
Era para a minha irmã Sofia: "Não te preocupes, a tua audição é demasiado importante."
Sofia, violinista. Eu, apenas a noiva com o braço partido.
Quando Pedro atendeu, a sua voz estava fria, apressada.
"Estou com a Sofia. Ela está em pânico por causa do ouvido. A tua mãe está aí, ela está estável."
Ele desligou antes que eu pudesse responder.
Pouco depois, a minha mãe chegou, mas os seus olhos esgazeados não eram para mim.
"A Sofia é a nossa prioridade agora. Coitadinha, o seu futuro está em jogo."
Naquele silêncio de hospital, soube que tudo tinha acabado.
Mas o inferno só estava a começar.
Dois dias depois, em casa, Pedro não estava lá. Tinha levado Sofia a Lisboa.
"Claro que está", murmurei, ao ver a minha mesa de design, agora inútil.
Nem uma pergunta sobre a minha dor, sobre o meu braço, sobre o meu medo.
A mãe de Pedro, Helena, veio consolar-me.
"Ele é o teu noivo, Ana. Devia estar aqui contigo", disse ela, com a voz firme.
A verdade nas suas palavras rasgou-me.
Foi aí que decidi: tinha chegado a hora de o deixar.
Mas Pedro não aceitou o fim do nosso noivado.
Ele, a Sofia e a minha mãe, uniram-se contra mim, transformando-me na vilã.
No meu próprio apartamento, Sofia gritou: "Foi um acidente que tu causaste! Estávamos a discutir contigo, tu aceleraste!"
A minha mãe, antes de me lançar um olhar de pura desilusão, juntou-se ao coro: "Sempre foste assim. A tua irmã consegue uma coisa, tu tens de estragar a felicidade dela."
Estava exausta, esgotada. Seria eu a culpada? A memória estava tão confusa.
Quando já não tinha como pagar a minha fisioterapia, liguei ao meu pai, que me deu um aviso arrepiante sobre a minha mãe e Sofia.
Depois, um encontro fortuito com um velho amigo, Tiago, um polícia, revelou uma ponta solta.
Ele lembrou-se do acidente: o passageiro saiu ileso, mas fez algo estranho perto do volante antes de simular dor.
E a pior parte: o travão de mão estava puxado com força.
A imagem formou-se na minha cabeça com uma clareza horrível.
Sofia puxou o travão de mão. Ela causou o acidente.
O Pedro foi conivente, manipulando tudo, até o relatório do seguro, para me culpar.
A raiva gelada substituiu a dor da traição.
Não éramos vítimas. Éramos alvo de uma conspiração para me destruir.
Agora sei exatamente o que tenho de fazer.
Chegou a hora de a verdade vir ao de cima! Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade
Romance Quando abri os olhos no hospital, meu mundo desabou: o vazio na minha barriga confirmava a perda do nosso bebé.
Ao lado da cama, meu marido Leo descascava uma maçã, indiferente à minha dor.
A minha sogra Inês, com braços cruzados, rosnava que eu quase nos tinha matado e que o bebé era um "acidente".
Lembrei-me então da dor lancinante: Inês, irada, agarrando o volante para impedir a compra de um berço caro, causando o despiste.
"Tu... tu agarraste o volante", sussurrei, mas eles negaram, chamando-me de louca.
Leo, o homem que jurei amar, apenas suspirou, dizendo que a mãe dele tinha o braço partido e que eu precisava descansar.
Meu coração estava em pedaços e a fúria começava a queimar.
"Leo, vamos divorciar-nos."
Ele riu-se, chocado, acusando-me de ser sem coração por pensar em divórcio depois de perder um filho.
"Foi precisamente por ter perdido o nosso filho que quero o divórcio", gritei, "por causa de ti e da tua mãe!"
Eles ainda tentaram me fazer sentir culpada, mas naquele instante, olhei para os dois e soube: a farsa tinha acabado.
Não havia mais bebé que me prendesse a esta família.
Preferia a solidão a viver mais um dia de miséria ao lado deles.
Agora, eles iriam pagar por tudo. Quando a Ilusão Desaba
Moderno Sofia Almeida, arquiteta de renome, seguia para uma quinta no Douro, celebrando três anos de amor com Tiago, o promissor fadista. Tinha um presente raro nas mãos, o coração a transbordar de alegria, crente que ele a salvara anos antes.
Mas a "surpresa" foi gelada: Tiago estava ali, abraçado à sua ex-namorada, Beatriz. Ao ver, o livro escorregou das minhas mãos. Ouvi-o sussurrar: eu era só uma "substituta", por me parecer tanto com ela. O meu mundo desabou: o homem que amei por gratidão, o meu herói, era uma farsa. O verdadeiro salvador? João, amigo do meu irmão. Eu vivera numa mentira.
A dor foi avassaladora, o tormento escalou. Tiago, cego pela obsessão de Beatriz, permitiu humilhações: fui acusada de roubo, revistada publicamente. Abandonada no hospital com queimaduras - ele priorizou-a. Fui atropelada por ela, Tiago sempre a proteger. A minha história de amor, um pesadelo de traição.
Como fui tão ingénua? Amara uma ilusão, um herói inexistente, usada e descartada. Humilhação, traição e dor física culminaram em raiva fria. A verdade dilacerava a alma.
Chega! No hospital, sozinha, corpo e alma em pedaços, tomei uma decisão implacável: procurar o verdadeiro salvador na Alemanha. Beatriz Ferraz pagaria por cada lágrima, humilhação e golpe. A roda da justiça começava a girar. Você pode gostar
O Contrato - Minha Ragazza
Karyelle Kuhn Liz Navarro perdeu os pais aos 16 anos. Sozinha no mundo, viu-se obrigada a seguir as rígidas instruções deixadas no testamento de seu pai. Aos 18, foi forçada a se casar com um homem que nunca tinha visto: seu próprio tutor. A condição? Permanecer casada até os 25 anos, formar-se em Direito e só então assumir o império da família.
Criada em uma redoma, cercada por regras com as quais nunca concordou, Liz levava uma vida monótona, sem sonhos, sem aventuras. Até que, certo dia, cruzou o olhar com o novo professor de Direito Penal.
Henry McNight era tudo o que ela considerava perigoso: charmoso, atlético, inteligente. Um homem mais velho que despertava nela sentimentos até então desconhecidos. Mas o que ele não imaginava era que aquela jovem de aparência doce era, na verdade, a misteriosa mulher com quem havia aceitado se casar no lugar de seu tio.
Entre o certo e o errado, o previsível e o improvável, Liz e Henry embarcam em uma conexão que desafia todas as regras. Quando finalmente parecia haver espaço para o amor, o destino intervém: Liz está em perigo e agora, Henry precisa correr contra o tempo para salvá-la.
Entre reviravoltas, conflitos, segredos e alianças, os dois se aproximam da verdade... e de descobrir quem é o traidor dentro da própria Famiglia.
Será que esse mafioso e sua ragazza sobreviverão ao jogo do poder? A Boneca Rejeitada Vira Rainha da Máfia
Gavin Aos oito anos, Dante Moretti me tirou do incêndio que matou minha família. Por dez anos, o poderoso chefe do crime foi meu protetor e meu deus.
Então, ele anunciou seu noivado com outra mulher para unir dois impérios do crime.
Ele a trouxe para casa e a nomeou a futura dona da família Moretti.
Na frente de todos, sua noiva forçou uma coleira de metal barato em meu pescoço, me chamando de bichinho de estimação deles.
Dante sabia que eu era alérgica. Ele apenas assistiu, com os olhos gélidos, e me ordenou que aceitasse.
Naquela noite, ouvi através das paredes enquanto ele a levava para a cama dele.
Finalmente entendi que a promessa que ele me fez quando criança era uma mentira. Eu não era sua família. Eu era sua propriedade.
Depois de uma década de devoção, meu amor por ele finalmente virou cinzas.
Então, no aniversário dele, o dia em que ele celebrava seu novo futuro, eu saí de sua gaiola dourada para sempre.
Um jato particular estava esperando para me levar ao meu verdadeiro pai — seu maior inimigo. Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade
Fen Hong Xiao Lei Si Eu era a filha reserva da família criminosa Almeida, nascida com o único propósito de fornecer órgãos para minha irmã de ouro, Isabela.
Quatro anos atrás, sob o codinome "Sete", eu cuidei de Dante Medeiros, o Don de São Paulo, até ele se recuperar em um esconderijo. Fui eu quem o amparou na escuridão.
Mas Isabela roubou meu nome, meu mérito e o homem que eu amava.
Agora, Dante me olhava com nada além de um nojo gélido, acreditando nas mentiras dela.
Quando um letreiro de neon despencou na rua, Dante usou seu corpo para proteger Isabela, me deixando para ser esmagada sob o aço retorcido.
Enquanto Isabela chorava por um arranhão em uma suíte VIP, eu jazia quebrada, ouvindo meus pais discutirem se meus rins ainda eram viáveis para a colheita.
A gota d'água veio na festa de noivado deles. Quando Dante me viu usando a pulseira de pedra vulcânica que eu usara no esconderijo, ele me acusou de roubá-la de Isabela.
Ele ordenou que meu pai me punisse.
Levei cinquenta chibatadas nas costas enquanto Dante cobria os olhos de Isabela, protegendo-a da verdade feia.
Naquela noite, o amor em meu coração finalmente morreu.
Na manhã do casamento deles, entreguei a Dante uma caixa de presente contendo uma fita cassete — a única prova de que eu era a Sete.
Então, assinei os papéis renegando minha família, joguei meu celular pela janela do carro e embarquei em um voo só de ida para Lisboa.
Quando Dante ouvir aquela fita e perceber que se casou com um monstro, eu estarei a milhares de quilômetros de distância, para nunca mais voltar. Contrato com o Diabo: Amor em Grilhões
Jéssica J Observei meu marido assinar os papéis que poriam fim ao nosso casamento enquanto ele trocava mensagens com a mulher que realmente amava.
Ele nem sequer olhou o cabeçalho. Apenas rabiscou a assinatura afiada e irregular que já havia selado sentenças de morte para metade de São Paulo, jogou a pasta no banco do passageiro e tocou na tela do celular novamente.
"Pronto", disse ele, a voz vazia de qualquer emoção.
Esse era Dante Moretti. O Subchefe. Um homem que sentia o cheiro de uma mentira a quilômetros de distância, mas não conseguiu ver que sua esposa acabara de lhe entregar um decreto de anulação de casamento, disfarçado sob uma pilha de relatórios de logística banais.
Por três anos, eu esfreguei o sangue de suas camisas. Eu salvei a aliança de sua família quando sua ex, Sofia, fugiu com um civil qualquer.
Em troca, ele me tratava como um móvel.
Ele me deixou na chuva para salvar Sofia de uma unha quebrada. Ele me deixou sozinha no meu aniversário para beber champanhe com ela em um iate. Ele até me entregou um copo de uísque — a bebida favorita dela — esquecendo que eu desprezava o gosto.
Eu era apenas um tapa-buraco. Um fantasma na minha própria casa.
Então, eu parei de esperar. Queimei nosso retrato de casamento na lareira, deixei minha aliança de platina nas cinzas e embarquei em um voo só de ida para Florianópolis.
Pensei que finalmente estava livre. Pensei que tinha escapado da gaiola.
Mas eu subestimei Dante.
Quando ele finalmente abriu aquela pasta semanas depois e percebeu que havia assinado a própria anulação sem olhar, o Ceifador não aceitou a derrota.
Ele virou o mundo de cabeça para baixo para me encontrar, obcecado em reivindicar a mulher que ele mesmo já havia jogado fora. Casar com o Rival: O Desespero do Meu Ex-Marido
CTK Eu estava do lado de fora do escritório do meu marido, a esposa perfeita da máfia, apenas para ouvi-lo zombar de mim como uma "estátua de gelo" enquanto ele se divertia com sua amante, Sofia.
Mas a traição ia além da infidelidade.
Uma semana depois, minha sela quebrou no meio de um salto, me deixando com uma perna estraçalhada. Deitada na cama do hospital, ouvi a conversa que matou o que restava do meu amor.
Meu marido, Alexandre, sabia que Sofia havia sabotado meu equipamento. Ele sabia que ela poderia ter me matado.
No entanto, ele disse a seus homens para deixar para lá. Ele chamou minha experiência de quase morte de uma "lição" porque eu havia ferido o ego de sua amante.
Ele me humilhou publicamente, congelando minhas contas para comprar joias de família para ela. Ele ficou parado enquanto ela ameaçava vazar nossas fitas íntimas para a imprensa.
Ele destruiu minha dignidade para bancar o herói para uma mulher que ele pensava ser uma órfã indefesa.
Ele não tinha ideia de que ela era uma fraude.
Ele não sabia que eu havia instalado microcâmeras por toda a propriedade enquanto ele estava ocupado mimando-a.
Ele não sabia que eu tinha horas de filmagens mostrando sua "inocente" Sofia dormindo com seus guardas, seus rivais e até mesmo seus funcionários, rindo de como ele era fácil de manipular.
Na gala de caridade anual, na frente de toda a família do crime, Alexandre exigiu que eu pedisse desculpas a ela.
Eu não implorei. Eu não chorei.
Eu simplesmente conectei meu pen drive ao projetor principal e apertei o play. Ele Me Traiu, Agora Ele Implora
Maeve Por sete anos, eu fui a arquiteta do império criminoso do meu noivo e a estrategista por trás de cada um de seus movimentos. Eu era a Consigliere não oficial de Dante Ricci, sua parceira em tudo, menos no nome. Amanhã, eu finalmente deveria me casar com ele e tomar meu lugar como a rainha de seu trono.
Mas na véspera do nosso casamento, uma única mensagem de texto, enviada por engano, detonou a minha vida. Era uma foto de Dante, mostrando uma aliança de platina em sua mão. A mensagem dizia: “Casei hoje de manhã. Ela está segura agora.”
Meu olhar caiu sobre o anel de noivado em meu próprio dedo. Era a mesma aliança, idêntica, apenas menor. As iniciais gravadas ‘D.I.’ não significavam Dante e Eu. Significavam Dante e Isabella — seu amor de infância. Meu relacionamento inteiro era uma mentira; eu era apenas um escudo para proteger seu único e verdadeiro amor.
Ele descartou minha descoberta como um "chilique". Então, sua nova noiva começou a me provocar, enviando uma foto deles enrolados nos lençóis com a legenda: "Perdedora". Eles esperavam que eu desmoronasse. Eles pensaram que eu iria me quebrar em mil pedaços.
Eles estavam prestes a descobrir o quão terrivelmente enganados estavam. Encaminhei a foto para o noivo de Isabella, um homem muito mais perigoso que Dante. "Sua noiva está na Suíte 8808 do Grand Hyatt São Paulo", eu disse a ele. "Encontro você lá embaixo. Vamos estragar a festa deles." De Esposa da Máfia a Rainha do Inimigo
Lan Diao Qing Cheng Depois de quinze anos de casamento e uma batalha brutal contra a infertilidade, eu finalmente vi duas listras rosas em um teste de gravidez. Este bebê era a minha vitória, o herdeiro que finalmente garantiria meu lugar como esposa do capo da máfia, Marcos Varella. Eu planejava anunciar na festa de sua mãe, um triunfo sobre a matriarca que me via como nada além de uma terra infértil.
Mas antes que eu pudesse comemorar, minha amiga me enviou um vídeo. A manchete dizia: "O BEIJO APAIXONADO DO CAPO DA MÁFIA MARCOS VARELLA NA BALADA!". Era ele, meu marido, devorando uma mulher que parecia uma versão mais jovem e fresca de mim.
Horas depois, Marcos chegou em casa tropeçando, bêbado e empesteado com o perfume de outra mulher. Ele reclamou de sua mãe implorando por um herdeiro, completamente inconsciente do segredo que eu guardava. Então, meu celular acendeu com uma mensagem de um número desconhecido.
"Seu marido dormiu com a minha garota. Precisamos conversar."
Era assinado por Dante Moreira, o Don impiedoso da nossa família rival.
A reunião com Dante foi um pesadelo. Ele me mostrou outro vídeo. Desta vez, ouvi a voz do meu marido, dizendo para a outra mulher: "Eu te amo. Helena... aquilo é só negócios." Meus quinze anos de lealdade, de construir seu império, de levar um tiro por ele — tudo descartado como "só negócios".
Dante não apenas revelou o caso; ele me mostrou provas de que Marcos já estava roubando nossos bens em comum para construir uma nova vida com sua amante. Então, ele me fez uma oferta.
"Divorcie-se dele", disse ele, seus olhos frios e calculistas. "Junte-se a mim. Construiremos um império juntos e o destruiremos." Ele a salvou, eu perdi nosso filho
Kao La Por três anos, mantive um registro secreto dos pecados do meu marido.
Um sistema de pontos para decidir exatamente quando eu deixaria Bernardo Santos, o implacável Subchefe do Comando de São Paulo.
Pensei que a gota d'água seria ele esquecer nosso jantar de aniversário para consolar sua "amiga de infância", Ariane.
Eu estava errada.
O verdadeiro ponto de ruptura veio quando o teto do restaurante desabou.
Naquela fração de segundo, Bernardo não olhou para mim. Ele mergulhou para a direita, protegendo Ariane com o corpo, e me deixou para ser esmagada sob um lustre de cristal de meia tonelada.
Acordei em um quarto de hospital estéril com uma perna estilhaçada e um útero vazio.
O médico, trêmulo e pálido, me disse que meu feto de oito semanas não havia sobrevivido ao trauma e à perda de sangue.
"Tentamos conseguir as reservas de O-negativo", ele gaguejou, recusando-se a me encarar. "Mas o Dr. Santos ordenou que as guardássemos. Ele disse que a Senhorita Whitfield poderia entrar em choque por causa dos ferimentos."
"Que ferimentos?", sussurrei.
"Um corte no dedo", admitiu o médico. "E ansiedade."
Ele deixou nosso filho nascer morto para guardar as reservas de sangue para o corte de papel da amante dele.
Bernardo finalmente entrou no meu quarto horas depois, cheirando ao perfume de Ariane, esperando que eu fosse a esposa obediente e silenciosa que entendia seu "dever".
Em vez disso, peguei minha caneta e escrevi a última anotação no meu caderno de couro preto.
*Menos cinco pontos. Ele matou nosso filho.*
*Pontuação Total: Zero.*
Eu não gritei. Eu não chorei.
Apenas assinei os papéis do divórcio, chamei minha equipe de extração e desapareci na chuva antes que ele pudesse se virar. Você disse para eu morrer em silêncio, e eu morri
Gong Zi Qian Yan A médica me disse que eu tinha trinta dias de vida. Exatamente dez minutos depois, meu marido me disse que sua amante estava grávida.
Eu estava sentada na sala de estar de mármore frio da mansão dos Costello, observando Dante andar de um lado para o outro. Ele era o Chefe do Comando de São Paulo, o homem cujos ferimentos eu costumava costurar no banheiro de um conjugado quando não tínhamos nada.
Agora, ele me olhava com olhos mortos.
— A Lorena vai se mudar para cá — ele disse, casualmente. — Ela carrega o herdeiro. Você vai criá-lo.
Ele tratou a destruição do nosso casamento como um acordo de negócios.
Tentei falar sobre a dor que devorava minhas entranhas, o câncer em estágio IV que tornava o simples ato de ficar de pé uma agonia. Mas ele apenas revirou os olhos, chamando minha fraqueza de “ciúme” e meu silêncio de “teatrinho”.
Ele chegou a destruir nossa primeira casa — o esconderijo onde nos apaixonamos — para construir um quarto de bebê para ela.
Quando finalmente perguntei: “E se eu estiver morrendo?”, ele nem sequer fez uma pausa a caminho da porta.
— Então morra em silêncio — ele disse. — Já tenho dores de cabeça demais por hoje.
Então, eu o fiz.
Queimei cada foto nossa. Assinei os papéis do divórcio. E fui a um cemitério municipal comprar um túmulo com meu nome de solteira, longe do mausoléu da família dele.
Morri sozinha em um banco de pedra frio, exatamente como ele pediu.
Foi só quando ele ficou de pé no necrotério, segurando minha mão esquelética e percebendo que eu não pesava nada além de ossos e luto, que o Rei de São Paulo finalmente quebrou.
Ele encontrou meu diário no lixo, onde eu havia escrito minha última anotação:
“Eu queria nunca ter conhecido Dante Costello.”
Agora, ele está de joelhos na terra, implorando por um perdão que nunca virá a uma lápide fria.