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Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade

Capítulo 2 

Palavras: 667    |    Lançado em: 01/07/2025

nha mãe correu para a minha cama, o rosto b

ida. Sinto muit

nha uma expressão sombria. Ele ficou de pé junto à po

no carro, sobre a Inês a agarrar o

rosto do meu pai t

meu pai, a voz baixa e tensa. "E a

ero o divórcio," confes

u as minhas lágri

. Não podes ficar com um

telemóvel vibrou. Era

eu. Prepara-te para perder tudo.

ai. Ele leu-a, e uma calma

om isso, Clara. Dei

comigo, a segurar a minha mão, a falar-me de coisas banai

ro entrou para verifica

rer bem, Sra. Mendes. Fisicam

s por dentro, e

A Inês também não. Recebi apenas uma carta formal do advogado dele, a iniciar o processo de divórcio

o melhor advogado

amos deixar que eles te ti

o passeio pelo corredor do hospital, vimos uma figura famil

o

a a falar ao telemóvel

Era bonita, mais nova do que eu, e usava uma bata de hosp

reciam

segundo. A minha mãe aper

ussurrou a minh

a. Nunca a

sta antes de ela voltar para o qua

. O pânico substituiu-o, seguido r

ou na nos

tão aqui a faze

perguntei, a voz surp

casados, lembras-te? Ou iss

e, a cuspir as palavras. "A minha v

e coincidência," disse a minha

ele, a olhar para qualquer lado menos p

miga.

me gelou os ossos. A minha perda não foi apenas uma t

de volta para o meu quart

spera!" g

i. Não olhe

to, sentei-me na cam

Precisamos de desc

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Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade
Um Novo Amanhecer: Depois da Tempestade
“Quando abri os olhos no hospital, meu mundo desabou: o vazio na minha barriga confirmava a perda do nosso bebé. Ao lado da cama, meu marido Leo descascava uma maçã, indiferente à minha dor. A minha sogra Inês, com braços cruzados, rosnava que eu quase nos tinha matado e que o bebé era um "acidente". Lembrei-me então da dor lancinante: Inês, irada, agarrando o volante para impedir a compra de um berço caro, causando o despiste. "Tu... tu agarraste o volante", sussurrei, mas eles negaram, chamando-me de louca. Leo, o homem que jurei amar, apenas suspirou, dizendo que a mãe dele tinha o braço partido e que eu precisava descansar. Meu coração estava em pedaços e a fúria começava a queimar. "Leo, vamos divorciar-nos." Ele riu-se, chocado, acusando-me de ser sem coração por pensar em divórcio depois de perder um filho. "Foi precisamente por ter perdido o nosso filho que quero o divórcio", gritei, "por causa de ti e da tua mãe!" Eles ainda tentaram me fazer sentir culpada, mas naquele instante, olhei para os dois e soube: a farsa tinha acabado. Não havia mais bebé que me prendesse a esta família. Preferia a solidão a viver mais um dia de miséria ao lado deles. Agora, eles iriam pagar por tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10