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Os Seis Meses Que Mudaram Tudo

Capítulo 3 

Palavras: 621    |    Lançado em: 01/07/2025

u amigo, o Tiago, recomendou-me o melhor

a para o rio Tejo. O Miguel era um homem de meia-ida

cio dele e a minha recusa. Não mencionei o cancro. Não queria

r o culpado", disse o Miguel, a tamborilar com os dedos na s

mos fazer?"

ele está a sustentar financeiramente a amante. No processo de d

u. "Eu não quero

. É sobre o que te é devido. Vocês construíram uma vida juntos. A empresa dele, a casa, as

durante o nosso casamento. Eu tinha sacrificado a minha própria carreir

i. "O que prec

Não o confrontes. Deixa-o pensar que está no controlo. Eu

entelha de poder pela primeira vez em muit

era invulgar para uma tarde de semana. Ele est

lar, Ana", disse

u a o

tenhas razão. Talvez o div

a. Esperava mais l

ior parte da empresa. Dou-te uma pequena pensão, o suficiente para viveres

lêncio. A oferecer-me migalhas do im

sse eu si

ara mim, os seus olhos

. Metade de tudo. A casa, a empres

. "Metade? Estás louca? Eu construí aquela e

não tinhas nada. Eu sacrifiquei a minha ca

ver como minha esp

ra seres fiel, P

Vais arrepender-te disto, Ana. Eu vou lutar contigo nos tribunais. Vo

me apesar do meu coração a bater des

minha resistência. Depois, virou-se e saiu de casa, bat

fá, a tremer. A bat

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Os Seis Meses Que Mudaram Tudo
Os Seis Meses Que Mudaram Tudo
“O médico entregou-me um envelope. Dentro, não era um relatório de saúde, mas fotos do meu marido, Pedro, com outra mulher, Sofia, grávida. "Senhora Alves, o seu marido tem acompanhado a Srta. Sofia nos exames pré-natais dela há três meses." A voz do Dr. Mendes era calma, mas cada palavra atingia-me como um golpe. Eu estava com o meu próprio diagnóstico na mão: cancro do pâncreas em estado avançado. Seis meses de vida. E o homem com quem eu partilhava a cama estava a construir uma nova família pelas minhas costas. Liguei ao Pedro, e ouvi a voz dela ao fundo: "Pedro, o bebé está a dar pontapés outra vez." Ele desligou, apressado. Naquela noite, confrontei-o, e ele nem negou, apenas se recusou ao divórcio e ameaçou arruinar a minha reputação. Até a minha própria mãe, Laura, que sempre adorou Pedro, virou-me as costas. Ela disse-me para "lutar" pelo casamento, preocupada mais com as aparências do que com a minha dor. "É egoísta", ela sibilou. Então, a amante, Sofia, ligou-me, com uma voz falsa e doce, pedindo para "deixá-lo ir". "Ele só está contigo por pena", ela disse, chamando-me de egoísta outra vez. Senti-me encurralada, humilhada, com a minha vida a desmoronar-se. Eu estava doente, traída, abandonada, e sem ninguém do meu lado. Pedro queria que eu desaparecesse silenciosamente, levando migalhas. Mas eu tinha seis meses de vida. Seria eu a vítima, a definhar em silêncio? Ou faria da minha dor a minha maior arma? Decidi: eles queriam guerra? Teriam a guerra da minha vida.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10