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Almas Gêmeas, Destinos Cruzados

Capítulo 2 

Palavras: 674    |    Lançado em: 01/07/2025

dim, sua lanterna cortando a escuridão da noite. A equ

com um tom dramático. "O epicentro de toda a lenda.

dra e madeira envelhecida. O ar ao

gura com o resto da família, solta um p

a voz trêmula. "É aqui... foi aqui que e

a o lado dela, lançando um o

mbrias, Zé. Feitiçaria, rituais... ela q

poço, examinando a pesada

si mesmo do que para a câmera. Ele bate

para meu p

lacrou isso,

o depois... do incidente. Para que ninguém

são, os comentários

ou, como o poço fo

ta. Isso tá

, pra evitar acidentes, gente. Par

? E se ela só fugiu e eles

ensamentos da audiência. E

tampa depois. Ou," ele faz uma pausa dramát

á duvidando da gente? Ela era uma manipuladora! Deve ter

eu amigo. Estou aqui para investigar todas as po

. "E para investigar direito, eu

sua equipe. "Tra

ara ele. O som do metal arranhando a madeira velha

abra! Por favor, não abra! A alma de

na fresta entre a tampa e a pedra. Ele faz força. Uma vez. Dua

a fresta. Um cheiro de água parada,

cheiro. É o che

madeira cede com um estalo alt

Ele aponta a lanterna para o b

lá dentro pa

ndo o fôlego e o personagem. "Hora da verdade

xima e amarra a outra ponta em um cin

. "Vamos ver que segredos

peito. Meu pai recua um passo. Ti

ela pensa que ninguém está olhando, um brilho difer

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Almas Gêmeas, Destinos Cruzados
Almas Gêmeas, Destinos Cruzados
“Eu flutuo no ar frio da velha mansão, um fantasma da minha própria tragédia. Três anos se passaram desde que morri aqui, jogada no poço. Para o mundo, sou Luana, a garota que tirou a própria vida, uma história barata para assustar turistas. Mas esta noite, minha família está aqui, e eles não vieram rezar pela minha alma. Eles vieram para me expor, para humilhar minha memória publicamente em uma transmissão ao vivo. Minha mãe e Sofia, minha irmã adotiva, encenam uma farsa diante das câmeras, me acusando de tudo que é mal. Meu pai e meu irmão me chamam de "desprezível" , desejando que eu estivesse "morta de verdade" para acabar com o sofrimento deles. Mal sabem eles que o desejo cruel de meu pai já foi atendido. Enquanto Zé Coragem, um caçador de mitos da internet, vasculha o poço onde supostamente me suicidei, minha família inventa acusações bizarras de feitiçaria e roubo para justificar sua crueldade. Eles querem me transformar em um monstro para apagar qualquer vestígio da verdade. Eu observo tudo, uma espectadora silenciosa da minha própria difamação, sentindo a injustiça que me corrói. Eu queria gritar, queria dizer a eles que a vítima sempre fui eu. Mas fantasmas não têm voz. No entanto, eles não sabem que o sótão guarda um segredo, um refúgio da minha infância repleto de memórias. Minha antiga boneca, Aurora, esconde a verdade que todos ignoraram, com gravações da minha voz revelando a doçura e a inocência que eles suprimiram. E agora, era a hora de mudar tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10