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Almas Gêmeas, Destinos Cruzados

Capítulo 3 

Palavras: 666    |    Lançado em: 01/07/2025

luz é a da lanterna em seu capacete, dançando pel

soa abafada pelo equipamento de áudio. "Mu

em silêncio tenso. Sofia voltou a

, a voz de Zé soa novamente. "Cheguei ao fundo. Tem

ar, o som da água sendo

tem alguma

capacete mostra sua mão enluv

queno... parece

ingente de metal, manchado pelo tempo e

ravado," ele d

, o caos s

rizada ao mesmo tempo. "Bruxaria! Ela estava fa

depois de morta ela continua t

rfeito, desaba em u

uma semana antes de... de desaparecer. Eu

grafista que ficou na superfície. "Ela a

ce em sua pele. Uma cicatriz que eu sei que

audiência v

Luana era

entido! A inveja

mília por acober

parece alheio à comoção. Ele

estos de tecido... pa

é, a da câmera principal, as lanternas da equipe. A mans

oletivo ec

vivo é cortada, a

do vento e da respiração ofegante e a

isso?" gr

Sofia. "Ela não quer que descubram

filmagem tenta ligar as lanternas

se apagou, a energia volta. As

Coragem também volta a acender. Ele está

A tela volta a exibir as imag

ternet explodem com

uzes piscara

sinal! O espí

ai daí

rezando em voz alta, a

ez, age rápido para c

da fingindo tremer. "Foi ela. Ela está viva. Ela deve estar per

do sobrenatural e o subst

onal" evidente em sua voz. "É a cara da Luana fazer uma coisa

quena fresta por onde a verdade

ma vez, a mentira que l

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Almas Gêmeas, Destinos Cruzados
Almas Gêmeas, Destinos Cruzados
“Eu flutuo no ar frio da velha mansão, um fantasma da minha própria tragédia. Três anos se passaram desde que morri aqui, jogada no poço. Para o mundo, sou Luana, a garota que tirou a própria vida, uma história barata para assustar turistas. Mas esta noite, minha família está aqui, e eles não vieram rezar pela minha alma. Eles vieram para me expor, para humilhar minha memória publicamente em uma transmissão ao vivo. Minha mãe e Sofia, minha irmã adotiva, encenam uma farsa diante das câmeras, me acusando de tudo que é mal. Meu pai e meu irmão me chamam de "desprezível" , desejando que eu estivesse "morta de verdade" para acabar com o sofrimento deles. Mal sabem eles que o desejo cruel de meu pai já foi atendido. Enquanto Zé Coragem, um caçador de mitos da internet, vasculha o poço onde supostamente me suicidei, minha família inventa acusações bizarras de feitiçaria e roubo para justificar sua crueldade. Eles querem me transformar em um monstro para apagar qualquer vestígio da verdade. Eu observo tudo, uma espectadora silenciosa da minha própria difamação, sentindo a injustiça que me corrói. Eu queria gritar, queria dizer a eles que a vítima sempre fui eu. Mas fantasmas não têm voz. No entanto, eles não sabem que o sótão guarda um segredo, um refúgio da minha infância repleto de memórias. Minha antiga boneca, Aurora, esconde a verdade que todos ignoraram, com gravações da minha voz revelando a doçura e a inocência que eles suprimiram. E agora, era a hora de mudar tudo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10