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Minha Filha, Minha Dor

Capítulo 4 

Palavras: 873    |    Lançado em: 01/07/2025

me esperando. A máscara de preocupação de Clara tinha

ando sério? Você sabe o que vai acontec

à frente, a voz

m estalar de dedos. Você nunca mais vai trab

tou foi porque eu permiti", ela continuou, saboreando cada palavra humilh

encostado

mulher como a Clara te dando uma vida confortável.

, o sorriso pres

m cara que vive às custas da esposa de sucesso.

me subiu

or gráfico que sustenta todos os jogos dela? Fui eu que criei do zero!

o coração pesado co

Você, em algum momento, valorizou o que eu fiz? Você reconheceu, nem

com um desp

soube que você era substituível. E agora,

para Lucas c

vai deixar seu motor gráfico obsoleto. Algo que vai levar

rno repentino de Lucas. A pressa de Clara

ecnologia

trabalhando em segredo no meu galpão. Um motor de IA generativa que po

ra em algum momento de fraqueza, acha

ra eles. "Eu era só uma ferramenta. Uma peça a se

um sorriso cru

você apren

que ainda sorria, ach

"Você tem certeza de que ela funciona como você esper

le vacilou p

ndo? É a tecnologia ma

os", e

evirou

tentando encontrar um emprego. Quando eu termi

a alça da

para a noite fria,

a deles me seg

i meu celular. Não liguei para um

ro. Preciso de um

Uma das poucas pessoas que sabia do meu verd

? Eu soube da Sofia...

você seja minha advogada. Preciso que você

ro, são dez

r agora. É sobre o Proj

o da linha. Mariana sabia o qu

contecendo?",

a e o novo parceiro dela. Ele

. O que você

patente imediatamente.

de quem

do, olhando par

inha filha. S

em silêncio

tem ce

eu criei vai ficar com aquela mulher. Essa tecnologia... é o le

embargou

na, a voz firme e cheia de compaixão. "Co

e e senti um peso s

meçado. Mas pela primeir

dela er

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Minha Filha, Minha Dor
Minha Filha, Minha Dor
“O ar na funerária era frio e pesado. Eu estava ao lado do pequeno caixão branco de Sofia, minha filha de seis anos. Minha esposa, Clara, não estava lá. Ela ligou, dizendo estar "devastada demais". Mas um colega de trabalho a viu no café, "parecia bem". A dúvida se plantou. No corredor, a porta de uma sala de descanso estava entreaberta. Eu ouvi a voz dela, irritada: "Ele é um idiota. Acredita em qualquer coisa que eu digo." E então, o choque. "Sofia foi um acidente. Ela atrapalhou minha vida por seis anos. Agora eu estou livre." Meu mundo desabou quando outra voz perguntou: "Não foi um tratamento, foi?" E a resposta de Clara, fria e sem remorso: "Foi eutanásia. Rápido e indolor." Minha filha não morreu. Ela foi assassinada. Pela própria mãe. Lembrei-me do último vídeo de Sofia, sorrindo: "Mamãe disse que vou fazer um tratamento para ficar forte." Ela não estava doente. Como pude ser tão cego? A mulher que eu amei era um monstro. Ela destruiu o quarto de Sofia. Como se ela nunca tivesse existido. "Ela não estava doente!" Eu gritei, pela primeira vez desafiando-a. Então, Lucas, o "amor da juventude" dela, apareceu em minha casa, no dia seguinte ao enterro. Clara estava cozinhando para ele. Para Lucas, que nem ousou ir ao funeral. "São joguinhos estúpidos!" Ela zombou do trabalho que construiu a carreira dela. A verdade explodiu. Oito anos de humilhação, de ser um "sustentado". "Você levou nossa filha... para ser morta porque era um 'fardo'?" A aposta era clara, o divórcio inevitável. "Eu quero o divórcio, Clara." "Essa casa é minha. Tudo aqui é meu. Você não tem nada!" ela cuspiu. "Teste-me," eu respondi, com uma nova determinação. Eu sabia que ela e Lucas planejavam roubar meu projeto secreto, um motor de IA. Liguei para Mariana, minha advogada, com um pedido urgente. "Eu quero registrar a patente imediatamente. No nome da minha filha. Sofia Almeida." A batalha pela honra de Sofia estava prestes a começar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10